sexta-feira, 25 de setembro de 2026

“A Sephora lança o Project Hearts not Hate, a sua primeira causa corporativa global para combater o ódio baseado na aparência, no Dia Mundial da Saúde Mental”


Por: Nicole Santos Fernandes

A Sephora, líder mundial no retalho de beleza de prestígio, anuncia hoje o lançamento do Project Hearts Not Hate, a sua primeira causa corporativa global dedicada a combater o ódio baseado na aparência. A iniciativa marca um novo passo no compromisso de longa data da Sephora em promover um mundo de inspiração e inclusão, onde todos possam celebrar a sua beleza. No seu núcleo está uma crença simples: a aparência deve ser uma fonte de autoexpressão, e não um motivo de julgamento, exclusão ou ódio.

Para melhor compreender a dimensão e o impacto do problema, a Sephora encomendou à Ipsos um estudo global junto de 20 001 pessoas inquiridas em 10 mercados: Austrália, Brasil, Canadá, China, França, México, Singapura, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos.

Os resultados revelam tanto a dimensão do ódio baseado na aparência como o impacto que pode ter no dia a dia das pessoas. Sete em cada dez adultos já sofreram alguma forma de discriminação ou julgamento devido à sua aparência ao longo da vida. O valor sobe acentuadamente entre os adultos mais jovens, atingindo 85% entre os 18 e os 24 anos.

Para muitos, estas experiências moldam a forma como vivem e se expressam. Entre os afetados, 76% afirmam ter restringido o seu dia a dia de pelo menos uma forma:

45% evitaram situações em que pudessem ser observados,

55% evitaram determinadas pessoas ou grupos,

45% evitaram determinados locais,

39% evitaram eventos sociais,

34% mudaram o seu comportamento.

Quando questionados sobre o que motiva o julgamento e a exclusão baseados na aparência, os inquiridos identificam um conjunto alargado de fatores, liderado pelo tipo de corpo, peso ou tamanho (37%), tom de pele, etnia ou origem (35%) e orientação sexual (29%). As redes sociais são vistas como um fator de amplificação do problema, com 82% a considerar que tornaram estas situações mais frequentes, mas quase 90% dos casos de julgamento e exclusão baseados na aparência acontecem offline.

"A beleza tem o poder de ajudar as pessoas a expressar quem são e a sentirem-se confiantes na sua identidade, mas a aparência acaba, infelizmente, por ser demasiadas vezes motivo de julgamento ou exclusão. Como líder global de beleza, temos a responsabilidade de ajudar a passar de uma cultura de julgamento para uma cultura de aceitação e positividade," disse Deborah Yeh, Global Chief Marketing Officer da Sephora. "Com humildade, lançamos o Project Hearts Not Hate, para dar visibilidade ao problema, capacitar colaboradores e comunidades a reagir, e contribuir para um mundo mais inclusivo. Este é o início de um longo caminho e, à medida que avançamos, vamos ouvir, aprender e adaptar-nos para oferecer apoio tangível em todos os locais onde operamos."

"Esta investigação traz uma visão inédita e transversal a vários mercados sobre um problema que pode assumir muitas formas. O que se destaca não é apenas a dimensão destas experiências, mas também a forma como podem moldar o comportamento diário das pessoas: onde vão, como se sentem e com que liberdade expressam quem são. Também evidencia um claro fosso entre reconhecer o problema e saber como reagir e apoiar," disse Adélaïde Zulfikarpasic, Diretora-Geral da Divisão de Sociedade da Ipsos BVA.

 

Sephora H.E.A.R.T.S. Training

 

A investigação da Ipsos também apontou para um fosso importante entre a consciencialização e a ação. Embora 57% já tenham testemunhado alguém a ser julgado, alvo de bullying ou excluído devido à sua aparência, 81% concordam que, muitas vezes, as pessoas não sabem o que fazer quando testemunham este tipo de situação.

Além disso, três quartos dos inquiridos acreditam que as marcas de beleza têm um papel específico a desempenhar, através da sua influência nos padrões de beleza, na representação e na comunicação. Colmatar este declive entre consciencialização e ação é uma ambição central do Project Hearts Not Hate.

No âmbito da sua primeira causa global, a Sephora encarregou a Right To Be, uma organização sem fins lucrativos global dedicada a combater o ódio e o assédio, de criar o conteúdo da formação exclusiva "Sephora H.E.A.R.T.S. Training", uma metodologia abrangente para prevenir, intervir e acompanhar situações em que alguém sofre ódio devido à sua aparência, desenvolvida exclusivamente para a Sephora. A partir de 2027, a Right To Be irá ministrar formações em vários mercados, dotando os colaboradores da Sephora e as comunidades locais de ferramentas práticas para melhor compreender o ódio baseado na aparência, intervir quando o testemunham e apoiar quem o sofre.

Para assinalar o lançamento global do Project Hearts Not Hate, a Sephora irá mobilizar a sua comunidade no Dia Mundial da Saúde Mental (9 e 10 de outubro) com a sua marca própria, a Sephora Collection. Por cada produto Sephora Collection vendido nestes dois dias, a Sephora4 fará um donativo5 à Right To Be e a outras organizações sem fins lucrativos locais que apoiam as comunidades mais afetadas pelo ódio baseado na aparência.

"Esta parceria representa um investimento histórico no movimento para acabar, de uma vez por todas, com o ódio baseado na aparência. Estamos profundamente gratos à Sephora pela sua liderança visionária e por provar que tornar o mundo mais bonito começa por o tornar mais seguro, mais inclusivo e mais humano. Juntos, através do Project Hearts Not Hate, estamos a dotar milhões de pessoas com ferramentas concretas para transformar a solidariedade em ação e garantir que todos possam expressar quem são sem medo," disse Emily May, Cofundadora e Presidente da Right To Be.

 

Metodologia do estudo

 

20 001 pessoas (mulheres e homens), com 18 ou mais anos, inquiridas online entre 12 e 31 de agosto de 2026, na Austrália, Brasil, Canadá, China, França, México, Singapura, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos. Cada amostra nacional é representativa da população com 18 ou mais anos.

Fonte: MARIE – PR & Brand Consulting

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