quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

“Município de Idanha-a-Nova apoia beneficiação de Salão Paroquial São Miguel de Acha”


Por: Tiago Carvalho

O Município de Idanha-a-Nova vai apoiar as obras de beneficiação e requalificação do Salão Paroquial de São Miguel de Acha, dando continuidade à intervenção que tem vindo a ser desenvolvida neste espaço de utilização coletiva.

O Salão Paroquial é um equipamento de referência na freguesia de São Miguel de Acha, desempenhando um papel importante na vida comunitária local. A intervenção agora apoiada visa melhorar as condições de utilização do espaço, respondendo às necessidades da população e garantindo maior conforto e funcionalidade.

O protocolo de apoio foi assinado pela Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Elza Gonçalves, e pelo Padre Martinho Lopes Mendonça, em representação da Fábrica da Igreja Paroquial da Freguesia de São Miguel de Acha.

Esta obra insere-se nas políticas municipais de salvaguarda e valorização do património local, reforçando o compromisso do Município com a preservação e dinamização dos equipamentos de interesse social, cultural e comunitário do concelho.

Fonte: Câmara Municipal Idanha-a-Nova

“Geolocalização: como um pai conseguiu resgatar a sua filha graças à tecnologia GPS”


• A rápida atuação policial, apoiada na tecnologia, permitiu localizar a menina menor de idade em poucas horas e evitar um desfecho trágico

• A geolocalização e o botão SOS dos relógios inteligentes consolidam-se como ferramentas chave para proteção infantil

 

Por: Inês Fernandes

Um rapto que podia ter terminado numa tragédia resolveu-se em questão de horas no Texas graças a uma ferramenta que muitos pais utilizam diariamente sem serem totalmente conscientes da sua importância. A geolocalização de um dispositivo móvel permitiu a um pai seguir o rasto da sua filha desaparecida e entregar à polícia uma informação fundamental para localizar e resgatar a menina com vida.

Segundo informaram as autoridades, o pai da menina deu o alarme depois de perder o contacto com a menor e comprovar que o seu dispositivo continuava a emitir sinal de localização. A partir desse momento, a localização em tempo real permitiu aos agentes reconstruir o trajeto do presunto sequestrador, delimitar a zona de buscas e intercetar o veículo no qual viajava a menina. A intervenção policial foi rápida e eficaz, e a menor foi encontrada em bom estado.

Felizmente, este caso resolveu-se com eficácia, mas, como conseguiram localizar a criança com tanta precisão? E, sobretudo, como podem as famílias proteger os seus filhos em situações extremas como esta?


A resposta, de acordo com os peritos, está na combinação da tecnologia bem configurada e um envolvimento ativo por parte dos adultos. Para Jorge Álvarez, CEO da SaveFamily, empresa especializada em tecnologia para a segurança infantil, explica que estes resgates não são casuais. “Os dispositivos com geolocalização estão desenhados para dar segurança aos pais e funcionalidades úteis e de diversão às crianças, mas um telemóvel não é aconselhável para os mais pequenos. De facto, estão até proibidos nas escolas em Portugal neste momento, o que limita drasticamente o uso dos mesmos, já que as crianças passam grande parte do dia em contexto escolar. Pelo que, se pode e deve optar por relógios inteligentes que contam com GPS integrado”, refere.

Neste sentido, Álvarez explica que os smartwatches infantis permitem manter a comunicação e conhecer a sua localização sem os expor aos riscos associados a um smartphone convencional, podendo atrasar a entrega do telemóvel. “A geolocalização precisa oferece tranquilidade às famílias e, em casos como este no Texas, podem marcar a diferença entre chegar a tempo ou não”, reforça.

Mas, a localização não é a única função relevante nestes equipamentos. Os smartwatches trazem um botão SOS, uma ferramenta desenhada para emergências. Ao ativá-lo o dispositivo envia automaticamente alertas ou chamadas a vários contactos previamente configurados. “É um sistema pensado para momentos de stress. A criança não tem de procurar um número nem desbloquear o ecrã; simplesmente carrega no botão e a ajuda ativa-se imediatamente”, explica o perito da SaveFamily.

Pode um gesto tão simples salvar uma vida? Para Álvarez, a resposta é clara: pode ser determinante. “Em situações de perigo real, reduzir os passos necessários para pedir ajuda é fundamental. O botão SOS e a geolocalização trabalham juntos para ganhar tempo, que o fator mais crítico em qualquer emergência”, afirma.

Contudo, o especialista insiste que a eficácia destas ferramentas depende de uma configuração prévia correta. Os pais devem definir os contactos de emergência e explicar à criança o que significa ativar um alerta. “Não se trata de controlar, mas de acompanhar e educar. A criança deve entender que esse botão não é um jogo, mas uma via direta para pedir ajudar quando realmente a precisa”, refere.

O caso do Texas demonstra que a tecnologia, por si mesma, não elimina os riscos, mas sim pode reduzir drasticamente as suas consequências. Integrada de forma responsável e adaptada à idade, converte-se numa rede de segurança adicional para as famílias. “O acesso ao digital tem que ser sempre seguro, gradual e acompanhado”, conclui o CEO da SaveFamily, destacando o papel dos relógios inteligentes como uma ferramenta que traz proteção sem renunciar à tranquilidade de toda a família.

 

Acerca de SaveFamily

 

É a empresa de origem espanhola líder em smartwatches com GPS. Desde os seus escritórios centrais distribui os seus produtos em mais de 26 países.

Criada em 2017, uma equipa multidisciplinar composta por mais de 40 profissionais responde a mais de 500 mil famílias que formam parte da sua carteira de clientes.

Fonte: Newsline Agência de Comunicação