sábado, 13 de junho de 2026

“Alfama vence Marchas Populares 2026”


A Marcha de Alcântara ficou em segundo lugar e a Marcha da Madragoa em terceiro

 

Fotos: @EGEAC_José Frade

«Se o bairro perde a chama, a Marcha devolve a Alfama o sonho e a tradição". Assim se ouviu cantar na Avenida da Liberdade. E o sonho concretizou-se. Oito anos depois, a Marcha de Alfama volta a vencer o concurso das Marchas Populares de Lisboa, com o tema Os santos devem estar loucos que retrata o contraste entre a tradição da marcha e as mudanças sentidas no bairro.


Os cauteleiros, a calçada portuguesa, Ulisses e Ophiussa e o beijinho português foram alguns dos temas escolhidos pelas Marchas que trouxeram para a Avenida as suas histórias, transformadas em música e coreografia. 

Entre marchantes, padrinhos e madrinhas, ensaiadores e elementos da organização, foram cerca de 2000 os participantes numa noite com milhares de espectadores.  

A Associação Geral Desportiva de Macau Lo Leong abriu o desfile com A Dança do Dragão e dos Leões Dourados, partilhando com a cidade esta milenar tradição folclórica chinesa. 


Ainda antes das Marchas a concurso, desfilaram a Marcha Infantil das Escolas de Lisboa, a Marcha Infantil A Voz do Operário, a Marcha dos Mercados e da Marcha Santa Casa. 

Este ano, as 20 marchas em competição foram avaliadas por um júri presidido por Vítor Agostinho e composto por Bruno Cochat (coreografia), Hélder Freire Costa (cenografia), José António Tenente (figurino), Maria Inês Almeida (letra), Osvaldo Ferreira (música), e Leonor Padinha (representante da EGEAC). 

 

Classificação final do Concurso das Marchas Populares de Lisboa 2026  

 

1.º Marcha de Alfama  

2.º Marcha de Alcântara   

3.º Marcha da Madragoa  

4.º Marcha da Graça  

5.º Marcha do Bairro Alto  

6.º Marcha do Beato e Marcha da Bica (ex-aequo)  

8.º Marcha de Carnide e Marcha dos Olivais (ex-aequo)   

10.º Marcha da Mouraria  

11.º Marcha do Alto do Pina  

12.º Marcha de Marvila e Marcha da Penha de França (ex-aequo)  

14.º Marcha de Benfica   

15.º Marcha de São Vicente  

16.º Marcha de São Domingos de Benfica  

17.º Marcha da Bela Flor Campolide  

18.º Marcha do Bairro da Boavista e Marcha do Castelo (ex-aequo)  

20.º Marcha da Ajuda  

 

Classificações especiais  

 

Melhor Coreografia: Marcha de Alfama e Marcha da Madragoa  

Melhor Cenografia: Marcha de Alcântara 

Melhor Figurino: Marcha de Alcântara e Marcha da Bica  

Melhor Letra: Marcha de Alcântara, Marcha de Alfama, Marcha da Graça e Marcha dos Olivais   

Melhor Musicalidade: Marcha do Alto do Pina e Marcha de Alfama  

Melhor Composição Original: Os Santos devem estar loucos, Marcha de Alfama; Na Graça o 13 é sorte, Marcha da Graça; À moda de Alcântara, Marcha de Alcântara    

Melhor Desfile na Avenida: Marcha de Alfama 

Fonte: Egeac

sexta-feira, 12 de junho de 2026

“TEATRO DOS ALOÉS ESTREIA PEÇA "CAMALEOA", NOS RECREIOS DA AMADORA”


Dia 17 JUNHO

 

O Teatro dos Aloés estreia, a 17 de junho, nos Recreios da Amadora, a sua 73ª criação - “Camaleoa” - uma "tragicomédia sobre o poder e sobre as máscaras que usamos com o intuito de persistir e prevalecer".

Escrita por Carolina Campanela e com encenação de Elsa Valentim, a peça conta com as interpretações de Graciano Amorim, Joana Batalha, Jorge Silva, Patrícia André, Raquel Oliveira e Sofia Pinto.

Em cena até 22 de junho.

Sessões:

17 a 22 de junho

Quarta a sábado, às 21h00

Domingo, às 16h00

Segunda-feira, às 15h00 e às 21h00

Bilhetes: 10 € à venda na Ticketline e bilheteira dos Recreios da Amadora no próprio dia, duas horas antes do início do espetáculo.

Sinopse | Peça “Camaleoa” - Teatro dos Aloés

«César decide encenar Júlio César. Mas, tal como na República de Roma, também aqui o poder corrói as relações. Na senda do processo de ensaios, floresce o descontentamento: intérpretes que querem ser mais do que intérpretes, estagiárias que recusam o seu papel de invisibilidade. Todos procuram o seu lugar ao sol, arriscam legitimamente ascender e vingar, numa profissão feita de dedicação, mas marcada pela precariedade e pelas promessas de reconhecimento. Mas afinal o que existe no topo dessa escada? E será que existe realmente um topo ou trata-se apenas de uma infinita matrioska invertida cada vez mais revestida de camadas?

A Camaleoa é uma tragicomédia sobre o poder e sobre as máscaras que usamos com o intuito de persistir e prevalecer. Inspirada em Júlio César de Shakespeare, esta criação procura refletir sobre as microestruturas do poder para espelhar, com humor e ironia, as macroestruturas que o sustentam.»

Ficha Técnica:

Texto: Carolina Campanela | Encenação: Elsa Valentim | Interpretação: Graciano Amorim, Joana Batalha, Jorge Silva, Patrícia André, Raquel Oliveira e Sofia Pinto | Cenografia e Design Gráfico: João Rodrigues | Desenho de Luz, Vídeo e Fotografia: Aurélio Vasques | Música: Rui Rebelo | Assessoria de Imprensa: Sofia Peralta | Operação Técnica: Gi Carvalho | Direção de Produção: Daniela Sampaio | Produção Executiva e Divulgação: Marco Trindade | Divulgação e Mediação de Público: Graciano Amorim e Patrícia André | Produção: Teatro dos Aloés 2026 – 73ª criação | M/12

Recreios da Amadora

Av. Santos Mattos, 2 - Venteira - 2700-748 Amadora

Telefone: 214 369 055

E-mail: cultura@cm-amadora.pt

GPS: 38.758323, -9.235262

Transportes, Táxis e Parque Público de Estacionamento:

Comboio da CP: Estação da Amadora - Linha de Sintra – Lisboa

Autocarros Carris Metropolitana:

1502 - Algés (Terminal) - Amadora (Estação Sul), via Linda-a-Velha

1712 - Algés (Terminal) - Amadora (Estação Sul)

1714 - Amadora (Estação Sul) - Belém (Estação)

Táxis (Praça de táxis a 100 mts.)

Parque público de estacionamento (a 20 mts.)

Enquadrado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Fonte: Câmara Municipal Amadora

“Na Ribeira Grande, Açores/Idanha-a-Nova em destaque nos Prémios Cinco Estrelas Regiões”


O Município de Idanha-a-Nova partilha publicamente o reconhecimento do concelho na gala do Prémio Cinco Estrelas Regiões ocorrida no dia 11 de junho na Ribeira Grande, Açores. O território viu a sua autenticidade, história e gastronomia serem novamente consagradas a nível nacional.

Na categoria “Aldeias e Vilas”, a emblemática Aldeia de Monsanto, consagrada como a “Aldeia mais portuguesa de Portugal”, foi distinguida pela sua singularidade patrimonial, cultural e turística. No setor privado, a excelência e a preservação dos sabores tradicionais receberam distinção na categoria de “Restaurantes - Cozinha Tradicional”, com a atribuição do galardão ao Restaurante da Herdade do Clube de Tiro de Monfortinho. O estabelecimento representa a alta qualidade gastronómica e a hospitalidade que caracterizam a região.

A Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Elza Gonçalves, destaca a relevância desta distinção. “É o nono galardão, tantos como as nove edições deste Prémio Cinco Estrelas, atribuído à nossa Aldeia Histórica de Monsanto, vencedora na categoria de ‘Aldeias e Vilas’. Esta reeleição eleva o nosso sentimento de pertença e sublinha o valor único de um património moldado pelo tempo e pelos nossos gestos”.


A autarca acrescenta ainda que “este prémio é um tributo vivo a todos os monsantinos, que guardam as nossas memórias com zelo e resiliência e continuam a receber quem nos visita com uma hospitalidade generosa. Somos um território rico em história e em memórias, em natureza e também em talento. É um verdadeiro legado que nos transmite um sentimento de reconhecimento, orgulho e alegria”.

Estas distinções resultam do trabalho diário, da dedicação e do espírito acolhedor de todos os idanhenses. Um território torna-se verdadeiramente “Cinco Estrelas” através das pessoas que o moldam, cuidam e dão vida.

A Presidente da Câmara de Idanha-a-Nova faz também questão de estender este reconhecimento ao dinamismo empresarial do concelho. “Esta alegria estende-se, com igual força, ao nosso setor privado, pelo que faço questão de deixar um caloroso elogio à distinção atribuída ao Restaurante da Herdade do Clube de Tiro de Monfortinho, particularmente às suas proprietárias, a Gabriela Nogueira e a Laura Lopes”.

Fonte: Câmara Municipal Idanha-a-Nova