segunda-feira, 6 de abril de 2026

“BARBIE REFORÇA COMPROMISSO COM A INCLUSÃO ATRAVÉS DO BRINCAR, APOIADA POR NOVA EVIDÊNCIA CIENTÍFICA”


Por: Marta Gomes Ferreira

Resultados de um programa de investigação da Universidade de Cardiff indicam que brincar com bonecas Barbie ajuda no desenvolvimento de competências sociais e emocionais, em diferentes perfis de desenvolvimento infantil

Num contexto em que a inclusão e o desenvolvimento emocional assumem um papel cada vez mais central na educação das crianças, a Barbie afirma-se como parte deste caminho, sustentada por novas evidências científicas que reforçam o impacto positivo do brincar. Um estudo liderado pela Universidade de Cardiff conclui que brincar com bonecas pode contribuir para o desenvolvimento de competências sociais e emocionais em crianças, independentemente do seu perfil de neuro desenvolvimento.

As mais recentes conclusões integram um programa de investigação desenvolvido ao longo de vários anos, em parceria com a Barbie, que analisa os efeitos da brincadeira com bonecas no desenvolvimento infantil. Os resultados indicam que este tipo de jogo simbólico pode apoiar crianças com diferentes estilos de comunicação social, incluindo aquelas que apresentam traços associados ao espetro do autismo, reforçando a importância de experiências de brincadeira que refletem a diversidade das vivências infantis.

A investigação, conduzida pela Universidade de Cardiff em colaboração com a Barbie, recorreu a tecnologia avançada de neuroimagem para observar a atividade cerebral das crianças durante a brincadeira. O estudo incidiu sobre crianças entre os quatro e os oito anos, incluindo participantes com diferentes níveis de traços associados ao autismo, permitindo analisar o impacto da brincadeira em perfis de desenvolvimento distintos. Os dados demonstram que brincar com bonecas Barbie está associado à ativação de regiões específicas do cérebro envolvidas no processamento social e emocional, padrão observado tanto em contextos de brincadeira individual como em interação com outras pessoas.

De forma particularmente relevante, os investigadores verificaram que este padrão de ativação foi observado de forma consistente em crianças com diferentes perfis de desenvolvimento. Os dados indicam que brincar com bonecas Barbie está associada ao envolvimento de regiões cerebrais ligadas ao processamento social e emocional, um efeito observado independentemente do perfil de neuro desenvolvimento.

Esta abordagem inclusiva ao desenvolvimento infantil reflete-se também na evolução da própria Barbie, que tem vindo a consolidar o seu compromisso com a diversidade e a representação. Através dos lançamentos mais recentes da linha Fashionistas, a marca introduziu novas representações, como a Barbie com autismo, a Barbie cega e a Barbie com diabetes tipo 1, reforçando a importância de criar brinquedos que promovam identificação, empatia e compreensão. Cada uma destas bonecas foi desenvolvida em colaboração com organizações especializadas e comunidades representativas, garantindo uma abordagem informada, respeitosa e autêntica às diferentes experiências que procuram refletir.

Como sublinha a Dra. Catherine Jones, Diretora do Centro de Investigação do Autismo do País de Gales, também envolvida no estudo, “É fundamental valorizar as diferentes formas como as crianças experienciam o mundo. Ao aceitarmos a diversidade nas formas de brincar, estamos a criar ambientes mais inclusivos que apoiam o desenvolvimento de todas as crianças”.

Para além do impacto ao nível cerebral, o estudo sustenta a ideia de que o brincar com bonecas oferece um espaço seguro onde as crianças podem ensaiar situações sociais, experimentar papéis e desenvolver a capacidade de compreender os outros. Esta perspetiva está alinhada com a missão da Barbie de incentivar experiências de brincadeira que vão além da vivência individual da criança, promovendo uma maior abertura ao outro.

Para além do impacto ao nível cerebral, o estudo sugere que o brincar com bonecas pode proporcionar um espaço seguro onde as crianças ensaiam situações sociais, experimentam papéis e desenvolvem a capacidade de compreender os outros. Esta perspetiva está alinhada com a missão da Barbie de incentivar experiências de brincadeira que vão além da vivência individual da criança, promovendo uma maior abertura ao outro.

Este programa de investigação dá continuidade a descobertas anteriores que já tinham demonstrado que a brincadeira com bonecas Barbie ativa regiões do cérebro associadas ao processamento social. Ao integrar crianças com diferentes estilos de comunicação, incluindo aquelas com traços associados ao autismo, os resultados reforçam a relevância do brincar enquanto ferramenta de desenvolvimento inclusivo.

O estudo, intitulado Promoting neurodiversity in doll play: Investigating neural and language correlates of doll play in a neurodiverse sample, foi publicado no European Journal of Neuroscience e integra uma colaboração contínua entre a Universidade de Cardiff e a Barbie, dedicada à investigação dos benefícios do brincar.

Fonte: MARIE – PR & Brand Consulting

“Gisela João em Concerto Solidário - Amadora pela Esperança”


Dia 22 abril | Cineteatro D. João V, Damaia

 

No próximo dia 22 de abril, pelas 21h30, o Cineteatro D. João V, na Damaia, recebe Gisela João para um concerto solidário em prol das vítimas da tempestade Kristin.

A iniciativa “Amadora pela Esperança” é promovida pelas seis Juntas de Freguesia do concelho da Amadora — Águas Livres, Alfragide, Encosta do Sol, Falagueira-Venda Nova, Mina de Água e Venteira — e conta com o apoio da Câmara Municipal da Amadora.

Com uma das vozes mais marcantes do fado contemporâneo, Gisela João sobe ao palco para um espetáculo que alia solidariedade e celebração, integrando o programa das comemorações dos 52 anos do 25 de Abril, sob o mote “Amadora, Cidade de Abril”.

A verba angariada com a venda de bilhetes reverterá a favor das famílias afetadas pela tempestade Kristin, reforçando o espírito de união e entreajuda que caracteriza o concelho da Amadora.

M/6 | 15 € | Bilhetes à venda nas Juntas de Freguesia do município da Amadora, na Ticketline e no local, no próprio dia, a partir das 19h30.

Cineteatro D. João V

Largo da Igreja, 5B/C/D – Damaia

Águas Livres (2720-295) Amadora

Telefone: 214 975 187

GPS: 38.746158, -9.218532

Enquadrado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Fonte: Câmara Municipal Amadora

“Museu do Caramulo inaugura exposição “Intervalos” dia 11 de abril”


A primeira das três residências artísticas do ciclo White Box

 

Fotos: Pedro Vieira

O Museu do Caramulo inaugura no próximo Sábado, dia 11 de Abril, a exposição temporária “White Box #1: Intervalos”. Esta mostra assinala a conclusão da primeira de três residências artísticas que compõem o ciclo White Box, um programa de criação contemporânea que se estenderá até 2028.

Com curadoria de José Maçãs de Carvalho, a exposição reúne obras originais de Daniela Krtsch, João Fonte Santa, Fabrizio Matos e Catarina Leitão. Os artistas trabalharam localmente na Serra do Caramulo, numa imersão directa nas colecções do museu para criar peças que estabelecem novas leituras sobre o acervo existente.


Segundo José Maças de Carvalho, “As peças originais que se apresentam, resultado de um período residencial, operam nos intervalos da linha narrativa da colecção permanente. Estes lugares intersticiais são preenchidos, por vezes, pela subtracção de peças do acervo, outras vezes pelo acréscimo de dispositivos de suporte. Certo é que, nos últimos meses, o Museu do Caramulo instalou-se na memória activa dos artistas convidados povoando a sua criatividade imaginativa.”

 

Um olhar contemporâneo sobre os Gabinetes de Curiosidades

 

O conceito de “White Box #1: Intervalos” foi buscar inspiração ao imaginário dos antigos Cabinet of Curiosities (Gabinetes de Curiosidades) dos séculos XVI e XVII. Estes espaços, precursores dos museus modernos, reuniam objectos raros e exóticos num exercício de fascínio e descoberta. É nesse espírito de multiplicidade e curiosidade que a exposição se inscreve, propondo um diálogo entre a criação actual e a história da catalogação artística.

 

O Ciclo White Box

 

O programa “White Box” sucede ao ciclo “Black Box”, desenvolvido entre 2017 e 2019 sob direcção de João Louro, e explora a noção museológica do “cubo branco” como um espaço de possibilidades infinitas. Durante este triénio, o museu disponibiliza áreas próprias para criação e exposição, reforçando o seu papel como centro activo de produção artística.

A exposição “White Box #1: Intervalos” estará patente até ao dia 8 de Agosto, convidando o público a descobrir como o acervo histórico do museu pode ser reinterpretado através de novas linguagens e formas de expressão contemporâneas.

Fonte: Museu do Caramulo