sexta-feira, 2 de outubro de 2026

“Monsanto recebe oitava edição dos ENCONTROS MED”


De 23 a 25 de outubro

 

Os ENCONTROS MED [mediterrâneo/medieval] regressam a Monsanto para a sua 8ª edição, reunindo artistas, participantes e comunidade local em torno do património musical de raiz mediterrânica e medieval, com particular atenção à tradição dos adufes e de outros instrumentos de percussão de moldura.

Entre 23 e 25 de outubro, a Aldeia Histórica de Monsanto será palco de oficinas, apresentações públicas, conversas e um jantar-performance, num programa que coloca em diálogo a tradição oral de Monsanto com práticas musicais da Pérsia, da Península Ibérica e do Cáucaso.

O Adufe permanece no centro dos ENCONTROS MED. Amélia Fonseca, coordenadora e fundadora das Adufeiras de Monsanto - anfitriã do evento - dará a conhecer o cancioneiro de tradição oral de Monsanto, numa oficina antecedida por uma aula de técnica e linguagem rítmica de adufe orientada pelo músico e artesão Rui Silva, que há mais de 16 anos desenvolve um trabalho de investigação, construção, pedagogia, performance e preservação em torno do instrumento.

Um dos destaques da edição é a presença de Sara Fotros, percussionista iraniana, intérprete de daf e educadora radicada em Londres. Reconhecida pelo seu trabalho com o daf, pandeiro persa de moldura, Sara Fotros orientará uma oficina dedicada à sua linguagem rítmica e musical e será protagonista do concerto “Cruzamentos Modais: Da Ibéria à Pérsia”, no dia 24 de outubro, às 21h00, na Igreja Matriz de Monsanto.

O espetáculo parte das tradições orais da Península Ibérica e dos mundos modais do Mediterrâneo e da Pérsia, aproximando melodias e práticas de diferentes épocas e geografias. O concerto reúne Sara Islán Fernández (voz e percussão), Carlos Ramírez Valiente (lyra, bağlama, tanbur de cordas e rubab) e Michel Gasco (rubab e oud), com a participação especial de Sara Fotros no “def”, num encontro entre instrumentos, repertórios e formas de transmissão musical.


A programação de 2026 estende-se também ao Cáucaso, com a presença do Ozurgeti Folk Ensemble, da Geórgia, dirigido artisticamente por Giorgi Gorgiladze. Proveniente da região da Guria, o ensemble dedica-se à preservação e divulgação da tradição do canto polifónico georgiano, reconhecida pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Além de orientar uma oficina de polifonia georgiana para o público em geral, o grupo dinamizará uma sessão de mediação com a comunidade escolar de Monsanto. A noite de abertura inclui ainda “Entre a Guria e Monsanto”, um jantar-performance inspirado no ritual georgiano do supra, que reúne gastronomia, vinho, música e narrativa, cruzando tradições georgianas e portuguesas em parceria com a Adega Típica O Cruzeiro.

Além dos concertos, conversa e jantar-performance. As oficinas e o jantar-performance na Adega de Monsanto têm lugares limitados a 40 participantes. Ambas as atividades decorrem em português e inglês. As oficinas têm o valor de 20 euros, sendo gratuitas para residentes em Idanha-a-Nova e o jantar “supra” tem o valor de 15€. As inscrições estão abertas de 15 de setembro a 17 de outubro.

Os concertos na Igreja Matriz de Monsanto e Capela de S. Pedro de Vir a Corça são de entrada gratuita, assim como a conversa sobre a pandeireta ibérica, orientada por Carlos Ramírez Valiente, no Posto de Turismo de Monsanto.

Os ENCONTROS MED 2026 têm como parceiro estratégico o Município de Idanha-a-Nova / Idanha Cidade Criativa da Música UNESCO, apoio da União de Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha e financiamento integral do Geopark Naturtejo, Geoparque Mundial da UNESCO, através de ARI Geografia Criativa – Festival da Paisagem 2026. A Antena 2 é parceira media.

Fonte: Câmara Municipal Idanha-a-Nova

“Atividades no Museu da Amadora em outubro”


Durante o mês de outubro, o Museu da Amadora - que integra o Núcleo Museológico do Casal da Falagueira (núcleo-sede), o Núcleo Museológico da Necrópole de Carenque, o Núcleo Museológico do Moinho do Penedo, as Reservas Culturais e a Casa Roque Gameiro promove diversas iniciativas.

Conheça-as de seguida.

■ 3 de outubro (sábado)

15h00/16h30

Visita Orientada ao Núcleo Museológico do Moinho do Penedo

Núcleo Museológico do Moinho do Penedo

Sinopse | Os moinhos de vento marcam até aos nossos dias a paisagem da cidade da Amadora, hoje, na grande maioria, ruínas, são a prova da existência de uma forte atividade moageira que marcou outrora a região. Este exemplar é o único moinho de vento visitável do concelho.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Custo: 2 €/pessoa, gratuito para crianças e jovens até aos 17 anos

■ 14 de outubro (quarta-feira)

15h00/16h30

Visita orientada ao Núcleo Museológico do Casal da Falagueira

Núcleo Museológico do Casal da Falagueira

Sinopse | O Casal da Falagueira de Cima é um casal quinhentista com vários núcleos expositivos permanentes e a exposição temporária: “Padre Himalaya – Visionário e Inventor”

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Custo: 2 €/pessoa, gratuito para crianças e jovens até aos 17 anos

■ 17 de outubro (sábado)

10h00 /13h00

Visita orientada ao Aqueduto Águas Livres e Mães d’Água Nova e Velha realizada em parceria com o Museu da Água.

Ponto de Encontro: junto da Mãe de Água Velha do Aqueduto

Sinopse | A ARQA - Associação de Arqueologia da Amadora e o Museu da Amadora, em parceria com o Museu da Água, vão realizar uma visita guiada ao início do Aqueduto Águas Livres na zona da Amadora, nomeadamente à Mãe D'Água Velha e Nova e incluindo pequeno percurso dentro do Aqueduto, bem como à Barragem Romana existente neste local.

Realiza-se com um número mínimo de 15 pessoas e máximo de 30.

Nota: Os participantes deverão levar lanternas e sapatos confortáveis. Não aconselhável a pessoas com claustrofobia.

Custo: 6 € (gratuito para crianças até aos 12 anos).

Visita sujeita a reagendamento, por eventuais condições climatéricas adversas.

■ 17 de outubro (sábado)

10h00/12h00

Oficina de desenho e aguarela: As estações do Ano no Jardim da Casa Roque Gameiro – O Outono, com a ilustradora Sara Simões

Casa Roque Gameiro

Sinopse | Vamos levar os lápis e aguarelas ao jardim da Casa Roque Gameiro para registar o outono ao ar livre. A folhagem a mudar de cor dos vibrantes verdes, para os vibrantes ocres e vermelhos.

Materiais a indicar no ato da inscrição.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Custo: 3 €/pessoa, gratuito para crianças e jovens até aos 17 anos

■ 17 de outubro (sábado)

14h00/18h00

Workshop de introdução à aguarela, com o artista visual Tiago Rocha Costa

Casa Roque Gameiro

Sinopse | Este workshop destina-se a todos os que, possuindo conhecimentos básicos de desenho e aguarela, pretendem aprofundar a sua prática no campo da ilustração. Ao longo da sessão, serão

propostos exercícios de carácter experimental e imaginativo, centrados na construção de narrativas visuais. Recorrendo a metodologias de grupo, os participantes serão estimulados a criar e desenvolver histórias que servirão de base à realização de ilustrações em aguarela, integrando os conceitos explorados.

Materiais não incluídos, a indicar no ato da inscrição.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Custo: 3 €/pessoa

■ 21 de outubro (quarta-feira)

15h00/16h30

Visita orientada à Casa Roque Gameiro

Casa Roque Gameiro

Sinopse | Visita à Casa Roque Gameiro e à exposição permanente.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Custo: 2 €/pessoa, gratuito para crianças e jovens até aos 17 anos

■ Exposições temporárias

Casa Roque Gameiro - “Eu, Leitão de Barros”

Núcleo Museológico do Casal da Falagueira - “Padre Himalaya, visionário e inventor”

■ “Museu em Ação” e “Venha conhecer os cantos à Casa”

Realização de oficinas diversas.

Visitas orientadas: Necrópole de Carenque, Villa romana da Quinta da Bolacha, Núcleo Museológico do Casal da Falagueira, Núcleo Museológico do Moinho do Penedo e Casa Roque Gameiro

Horário: De 3.ª a 6.ª, às 10h00 e às 14h30

Estas atividades são gratuitas para as escolas públicas do Município, durante o período escolar, no máximo de 2 por turma e por equipamento e instituições de solidariedade social, no máximo de 2 por utente e por equipamento.

Destina-se a entidades de ocupação de crianças e jovens durante as férias escolares e grupos organizados

As atividades são pagas, exceto as indicadas, e necessitam de inscrição prévia por e-mail museu@cm-amadora.pt ou por telefone (214 369 090).

Deve ser indicado o nome completo do participante e o contacto telefónico.

As inscrições devem ser feitas até 48 horas da data da sua realização, ou conforme indicado.

As desistências devem ser comunicadas no mínimo com 24 horas de antecedência, sob pena de impedimento de inscrição noutras atividades.

Toda a programação e horários podem sofrer alterações sem aviso prévio.

Núcleo Museológico do Casal da Falagueira

Parque Aventura, Beco do Poço, 2700-000 Amadora

Horário: Terça-feira a sábado, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00 | domingos, das 14h30 às 17h30 | Aberto aos feriados

Casa Roque Gameiro

Praceta 1.º de Dezembro, n.º 2, 2700-672 Amadora

Horário: Terça-feira a sábado, das 10h00 às 17h30 | domingos, das 14h30 às 17h30 | Aberto aos feriados

Núcleo Museológico do Moinho do Penedo

Rua Dr. Azevedo Neves, Alto do Penedo

Núcleo Museológico da Necrópole de Carenque

Topo da Av. Luis de Sá

Horário: sábado, das 14h00 às 18h00 e domingo, das 09h00 às 14h00 (Verão) | sábado, das 13h00 às 17h00 e domingo, das 10h00 às 15h00 (Inverno)

Encerrado nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1 de janeiro.

Enquadrado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Fonte: Câmara Municipal Amadora

“Radar Social de Idanha-a-Nova supera metas e consolida eficácia na proteção de famílias vulneráveis”


O Radar Social de Idanha-a-Nova alcançou e superou, ainda antes do final do ano de 2025, praticamente todas as metas previstas inicialmente para 31 de março de 2026. Esta antecipação comprova o rigor na execução técnica, a eficiência na gestão dos processos e o impacto direto das estratégias de proximidade implementadas no terreno.

O sucesso desta operação assentou na capacidade de articulação interinstitucional, nomeadamente através de uma rede de parceiros ativa e cooperante. Desta forma, a equipa do município respondeu de forma célere e coordenada às problemáticas identificadas, aliando o planeamento estratégico a uma gestão otimizada e eficiente dos recursos disponíveis.

O balanço do desempenho do Radar Social de Idanha-a-Nova destaca-se pelos indicadores quantitativos e qualitativos, revelando-se como uma ferramenta vital para a comunidade. O trabalho desenvolvido pela equipa que integra o Radar Social de Idanha-a-Nova evidencia uma atuação técnica rigorosa, humana e inteiramente centrada na pessoa, capaz de responder às necessidades reais de um território com características demográficas específicas.

Financiado por fundos da União Europeia através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o Radar Social deixa um legado estruturado em Idanha-a-Nova: um modelo de georreferenciação social consolidado, equipas capacitadas e uma comunidade protegida, inclusiva e resiliente face aos desafios contemporâneos.

Fonte: Câmara Municipal Idanha-a-Nova