terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

“Em dia de aniversário, Centro Cultural Raiano homenageou a viola beiroa”


Por: Tiago Carvalho

O Centro Cultural Raiano assinalou, no dia 2 de fevereiro de 2026, o seu 29.º aniversário, consolidando o seu papel como um dos pilares da estratégia cultural do Município de Idanha-a-Nova e peça fundamental na distinção do concelho como Cidade Criativa da Música pela UNESCO.

Para celebrar quase três décadas de dedicação à cultura, artes e ao património, o Centro Cultural Raiano promoveu um evento dedicado à alma musical da região, onde a Viola Beiroa esteve no foco de todas as atenções. Em destaque esteve o lançamento do livro-disco “A Viola Beiroa: Tradição e Identidade da Beira Baixa”, uma obra que documenta a importância histórica e contemporânea deste instrumento icónico. As comemorações incluíram também a inauguração da exposição “Requintinha”, com ilustração de Ivone Ralha, e que se encontra patente na Sala de Exposições 2 do Centro Cultural Raiano.


No Auditório preenchido de público, subiu ao palco o espetáculo “Violas EnCantadas & Convidados”, de José Barros, Fernando Deghi e Ricardo Fonseca, e que contou com a participação das Adufeiras de Idanha-a-Nova, assim como de Amélia Fonseca e Adosinda Xavier e Idalina Gameiro. A estes juntaram-se também José Manuel Neto, Pedro Jóia, Rogério Peixinho e Joana Negrão.

Numa intervenção que marcou as celebrações, a Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Elza Gonçalves, sublinhou que a data festiva não deve ser encarada para celebrar “paredes nem pedras”, mas sim as pessoas que dão alma ao edifício. “Este espaço não foi feito para separar, foi feito para acolher. Foi feito para o povo de Idanha ter por seu o que de melhor há no país”, afirmou a Presidente da Câmara, municipal, reforçando o caráter democrático e inclusivo da instituição.


A Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova destacou o percurso dos últimos 29 anos, lembrando que o Centro Cultural Raiano é o resultado do trabalho de quem “nunca pediu licença para ser quem é”. Num discurso focado na justiça social e na democratização da cultura, a líder da Autarquia garantiu que, naquela casa, “não há elites, há vozes”.

“O Centro Cultural Raiano é povo organizado, povo criador, povo livre. É a prova de que, quando o povo tem espaço, constrói muito mais do que edifícios, constrói sentido. Que este castelo continue de portas abertas, porque enquanto houver povo, haverá Centro Cultural Raiano”, concluiu.

Inaugurado no dia 2 de fevereiro de 1997 pelo então Presidente da República, Jorge Sampaio, o Centro Cultural Raiano nasceu para ser um espaço de diálogo entre a Beira Baixa e o Mundo. Com uma arquitetura granítica que remete para as fortificações da região, o edifício do Centro Cultural Raiano é o principal equipamento cultural de Idanha-a-Nova. Espaço polivalente, promove exposições, concertos, conferências e atividades de salvaguarda do património imaterial, sendo o rosto visível de um concelho que respira música e tradição.

Fonte: Câmara Municipal Idanha-a-Nova

“Livro-disco sobre a Viola Beiroa lançado em Idanha-a-Nova”


No Centro Cultural Raiano

 

Por: Tiago Carvalho

O lançamento do livro-disco “A Viola Beiroa e a Beira Baixa - Tradição e Identidade da Beira Baixa” foi um dos marcos da comemoração do 29.º aniversário do Centro Cultural Raiano, assinalado no dia 2 de fevereiro de 2026. Este livro-disco resultou de um trabalho de investigação do trio musical “Violas EnCantadas”, composto por José Barros, Ricardo Fonseca e Fernando Deghi. Esta obra, que conta com o prefácio e a análise técnica dos musicólogos Domingos Morais e Manuel Morais, consolida-se como uma ferramenta essencial para a salvaguarda deste instrumento único da Beira Baixa.

Na cerimónia de apresentação do livro-disco, a Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Elza Gonçalves, destacou o momento, considerando-o como o culminar de uma estratégia de décadas dedicada à identidade beirã.

No seu discurso, a líder do Município de Idanha-a-Nova sublinha que o foco nos instrumentos tradicionais é uma consequência natural do estatuto de Idanha na rede UNESCO. “Não é de todo estranho que os instrumentos tradicionais sejam o centro das atenções, sobretudo quando se desenvolvem estratégias de leitura renovada com o objetivo de garantir a sua continuidade entre nós”, afirmou a edil, reforçando que a Viola Beiroa é o expoente máximo desta missão.


Num apelo à união regional e à partilha, Elza Gonçalves sublinhou ainda que este património transcende fronteiras, ao afirmar que a “Viola Beiroa é nossa, mas não é só nossa. Têm de ser nossa e de todos aqueles que desejam um futuro para a cultura tradicional. Nos tempos atribulados em que vivemos, marcados pelo receio da perda de referências, esta é a responsabilidade e o desafio de todos nós”.

Na cerimónia, que decorreu numa das salas de exposições do Centro Cultural Raiano, Paulo Longo, chefe da Divisão de Cultura da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, referiu-se ao livro-disco como sendo um espelho das imagens mais interessantes da Beira Baixa, uma vez que contém “as palavras, a música e um design de excelência”, e cujo lançamento coincide com uma data também ela marcante para a Cultura, referindo-se ao aniversário do Centro Cultural Raiano.

Por seu turno, José Barros classificou a obra literária como sendo um “marco de cultura da Beira Baixa”, chamando a atenção para a riqueza das 17 canções nele exibidas. O músico dirigiu-se à Presidente da Câmara para deixar um agradecimento pelo apoio prestado pelo Município de Idanha-a-Nova na edição do livro-disco.

Já Carla Raposeira, diretora do Departamento de Cultura da Fundação INATEL, referiu-se à obra como sendo “um livro-disco que é património visual e intergeracional” da Beira Baixa.

Foi também inaugurada a exposição “Requintinha”, com ilustração de Ivone Ralha, que se encontra patente, até ao final do mês de março, no Centro Cultural Raiano.

“O BOLO DA MARTA REINVENTA-SE NUMA VERSÃO AINDA MAIS ROMÂNTICA PARA CELEBRAR O DIA DOS NAMORADOS”


Com quatro sugestões de bolos temáticos, a marca promete ter as opções ideais para celebrar a data

 

Por: Diana Trigueiros

Seja para surpreender alguém especial logo pela manhã ou para encerrar um jantar romântico, O Bolo da Marta prepara sugestões especiais de bolos temáticos para o Dia dos Namorados, perfeitos para presentear ou partilhar.

As opções de Dia dos Namorados d’O Bolo da Marta incluem quatro opções que reinventam os habituais bolos, num menu criado especificamente para celebrar o amor que se sente durante esta época. O grande destaque recai sobre os bolos em formato de coração, os Corações de Chocolate com Natas, Suspiro de Chocolate e Framboesas (28€), cobertos com uma deliciosa ganache de chocolate branco ou de chocolate de leite, perfeitos para serem a peça central de qualquer refeição romântica.

Além dessa sugestão, o menu propõe ainda três versões temátivas em miniatura, ideiais para presentear ou dividir com a cara metade, como o Mini Bolo dos Namorados (20€), feito em camadas de suspiro de chocolate, natas, coulis de morango, fios de chocolate de leite e decorado com flores comestíveis. Também os Mini Corações (18€), numa caixa de seis unidades de pequenos pedaços de bolo de chocolate em formato de coração, disponíveis com três diferentes coberturas: chocolate branco, chocolate 70% e chocolate ruby. E ainda o duo Mini Suspiros de Chocolate (18€), que combinam a leveza do suspiro com a cremosidade das natas, o coulis de morango e as framboesas, um sabor que os clientes já conhecem, agora em formato miniatura.

Para garantir que estas opções deliciosas estão disponíveis no dia das celebrações, é possível encomendar através do site obolodamarta.pt ou do contacto 918 929 654, a partir de 1 de fevereiro. Adicionalmente, para os planos de última hora, os bolos podem ser encontrados no próprio Dia dos Namorados, para take-away, na loja física d’O Bolo da Marta, em Belém.

Fonte: MARIE – PR & Brand Consulting