terça-feira, 30 de junho de 2026

“Exposição Coletiva dos Alunos da Universidade Sénior do Entroncamento”


De 4 a 16 de julho | Galeria Municipal

 

Por: Joana Frutuoso

A Galeria Municipal recebe, entre os dias 4 e 16 de julho, a Exposição Coletiva dos Alunos da Universidade Sénior do Entroncamento.

A Universidade Sénior do Entroncamento apresenta, de 4 a 16 de julho de 2026, uma exposição coletiva que reúne os trabalhos desenvolvidos pelos seus alunos ao longo do ano letivo, refletindo a criatividade, o empenho e a riqueza das experiências partilhadas nesta comunidade educativa.

Patente na Galeria Municipal do Entroncamento, no edifício do Centro Cultural, a exposição dá a conhecer um conjunto diversificado de trabalhos que evidenciam o talento, a aprendizagem contínua e a expressão artística dos seus autores.

Mais do que uma mostra de trabalhos, esta exposição constitui um testemunho do papel fundamental da educação ao longo da vida, promovendo o envelhecimento ativo, a participação social e o desenvolvimento cultural da comunidade.

A iniciativa convida o público a descobrir e valorizar o percurso criativo dos alunos da Universidade Sénior do Entroncamento.

A Exposição Coletiva dos Alunos da Universidade Sénior do Entroncamento, será inaugurada no dia 4 de julho, pelas 17h00, podendo posteriormente ser visitada até ao dia 16 de julho, de terça a sexta-feira, entre as 14h00 e as 19h00. Aos sábados entre as 11h00 e as 13h00 e entre as 14h00 e as 19h00, aos domingos e feriados das 14h00 às 19h00.

Fonte: Câmara Municipal Entroncamento

“Gala Final Amadora Quorum Summer Dance”


Dia 25 julho

 

No próximo dia 25 de julho (sábado), realiza-se pelas 17h00 no Cineteatro D. João V, a Gala Final do Amadora Quorum Summer Dance.

Sinopse

O Amadora Quorum Summer Dance é uma das várias iniciativas de destaque do grupo AQK, que, desde 2016, consolida a sua vertente lúdica e pedagógica com a realização de workshops de verão com professores de renome nacional de internacional, direcionados para alunos e profissionais da Dança.

Em 2023, este curso de Verão passou a ter a vertente de Festival, com a apresentação do trabalho de companhias e criadores nacionais/internacionais.

É uma iniciativa que abre as portas a novas linguagens na dança contemporânea, explorando diferentes abordagens ao movimento e promovendo o intercâmbio artístico entre criadores e intérpretes.

M6 | Entrada gratuita, limitada à lotação da sala

Cineteatro D. João V

Largo da Igreja, 5B/C/D - Águas Livres (Damaia) - 2720-295 Amadora

Telefone: 214 975 187

GPS: 38.746029, -9.218823

Toda a programação e horários podem sofrer alterações sem aviso prévio

Enquadrado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Fonte: Câmara Municipal Amadora

“POSIÇÃO INSTITUCIONAL DA FOOD4SUSTAINABILITY CoLAB SOBRE A OCUPAÇÃO INTENSIVA DE SOLOS RURAIS POR INFRAESTRUTURAS ENERGÉTICAS”


Por: Mafalda Catana

A Food4Sustainability CoLAB (F4S) reconhece a urgência da transição energética e a necessidade inequívoca de acelerar a descarbonização da economia portuguesa e europeia. A mitigação das alterações climáticas constitui um imperativo civilizacional e exige um forte investimento em energias renováveis, inovação tecnológica e reforço da soberania energética.

Contudo, a F4S considera igualmente fundamental assegurar que esta transição não reproduza modelos territorialmente extrativos, socialmente desequilibrados ou ecologicamente regressivos.

Neste contexto, a F4S entende que a ocupação intensiva de solos rurais, agrícolas ou ecologicamente funcionais por megaestruturas energéticas deve ser alvo de uma reflexão técnica, científica e territorial muito mais profunda e integrada.

A posição da F4S não constitui uma oposição genérica à energia solar nem a projetos de energias renováveis. Pelo contrário: defendemos uma transição energética inteligente, regenerativa e territorialmente equilibrada. No entanto, consideramos preocupante a proliferação de modelos de implementação que:

• Artificializam extensas áreas de paisagem natural e rural;

• Reduzem serviços ecossistémicos essenciais;

• Fragmentam habitats e conectividade ecológica;

• Comprometem a multifuncionalidade do território;

• Ocupam solos com potencial produtivo e ecológico relevante;

• Geram reduzida incorporação tecnológica local;

• Criam baixo valor acrescentado regional; e

• Não asseguram benefícios socioeconómicos estruturais para as comunidades afetadas.

A F4S considera particularmente crítico que muitos destes projetos sejam apresentados sob uma narrativa de sustentabilidade e regeneração sem que exista uma avaliação transparente do impacto territorial líquido ao longo do ciclo de vida dos projetos.

A descarbonização não pode ser analisada exclusivamente através da redução de emissões de carbono. A sustentabilidade territorial exige igualmente a preservação do capital natural, da biodiversidade funcional, da qualidade paisagística, da resiliência ecológica e da capacidade produtiva futura dos territórios rurais.

Defendemos que os territórios do interior não devem ser encarados apenas como plataformas físicas de produção energética para consumo externo, mas antes como ecossistemas vivos e multifuncionais cuja valorização deve gerar:

• emprego qualificado;

• retenção de valor económico;

• desenvolvimento tecnológico local;

• regeneração ecológica;

• soberania alimentar e energética; e

• fortalecimento do tecido comunitário.

Neste sentido, a F4S considera prioritário promover alternativas mais equilibradas e territorialmente inteligentes, nomeadamente:

modelos agrovoltaicos genuínos

• comunidades energéticas locais;

• utilização prioritária de áreas artificializadas ou degradadas;

• integração de cadeias de valor tecnológicas nacionais;

• modelos descentralizados de produção energética;

• e mecanismos obrigatórios de retorno económico e ecológico para os territórios.

A F4S continuará disponível para contribuir de forma construtiva, científica e independente para o debate público sobre o futuro da transição energética em Portugal, defendendo sempre princípios de regeneração territorial, integridade ecológica e justiça intergeracional.

Fonte: Food4 Sustainability