Um passo cada dia para uma
relação saudável com a tecnologia
Por: Inês Fernandes
• Consequências para o
rendimento escolar, stress e irritação, são algumas das preocupações que os
pais revelam com o uso excessivo de ecrãs
• Dez passos para uma relação
mais saudável com a tecnologia hoje e no futuro dos mais novos
O novo ano letivo aproxima-se
a passos largos e com ele aumentam as preocupações dos pais: seja com as
relações interpessoais, a segurança ou a aquisição de novos conhecimentos,
regressar à escola comporta sempre momentos de grande ansiedade para crianças,
pais e, até, os próprios estabelecimentos escolares.
Nos últimos anos, um outro
elemento destacou-se na lista de preocupações: o uso de telemóveis e ecrãs no
dia-a-dia e, sobretudo, em contexto escolar. De acordo com o Observatório
Digital da SaveFamily, 37,8% dos pais reconhecem que o uso de telemóvel tem um
impacto negativo no rendimento escolar das suas crianças, em todas as idades.
Ao mesmo tempo, 54,7% verificaram que os filhos apresentam mais sinais de
ansiedade do que antes, com 30,9% a reconhecerem que quando retiram os
telemóveis às crianças estas ficam bastante irritadas.
“Os dados de que dispomos vão
ao encontro dos estudos internacionais: o uso excessivo de ecrãs e telemóveis
prejudicam a saúde mental e as relações interpessoais dos mais novos.
Encontrarmos estratégias e alternativas conjuntamente é um objetivo constante,
mas que ganha mais relevância com o início do ano letivo, uma vez que é um
momento em que as crianças voltam à rotina e que as preocupações dos pais com o
desconhecido aumentam”, comenta Pedro Chaves Costa, diretor de vendas em
Portugal da SaveFamily, “É importante tomar medidas logo desde o primeiro dia e
encontrar alternativas mais seguras e equilibradas para todos”, conclui.
Ainda que as restrições
impostas sejam uma ajuda, é importante que se encontrem algumas estratégias
fáceis de coordenar entre pais, crianças e escola para uma relação mais
saudável com a tecnologia:
• Criação de pactos
comunitários: mais além das restrições, desenvolver estratégias e planos que
envolvam a comunidade educativa para juntos encontrar mais soluções que vão ao
encontro das necessidades das crianças.
• Ouvir as crianças: entender
as suas questões, desafios e necessidades para encontrar pontos de convergência
que as ajude a crescer com uma relação saudável com a tecnologia.
• Acordos de tempos de
utilização: com as limitações de uso nas escolas é natural que quando cheguem a
casa possam existir exageros de horas de utilização, sendo importante definir
com os mais novos o tempo que podem utilizar os ecrãs e para que fim os utilizam.
• Controlo parental: a par com
os acordos com os mais pequenos, é fundamental que os pais tenham mais controlo
sobre o uso da tecnologia e dos conteúdos consultados, sendo importante que
ativamente instalem aplicações de controlo parental, como as incluídas em
qualquer smartwatch criança da SaveFamily e acompanhem os filhos nas horas de
utilização.
• Criar zonas sem ecrãs:
definir zonas da casa, como os quartos e áreas de refeição, em que simplesmente
não possam usar ecrãs, telemóveis e similares, contribui para uma rotina mais
limpa de tecnologia.
• Liderar pelo exemplo: não
usar ecrãs em determinadas horas e locais, reforça não apenas as decisões já
tomadas, como contribui para que os mais novos entendam os comportamentos dos
adultos e os copiem.
• Literacia digital: em
conjunto com as estratégias de limitação de utilização, falar com os pequenos,
explicar como funciona a tecnologia e passar-lhes mais conhecimento adequado à
sua idade e necessidades, para que em conjunto desenvolvam uma verdadeira literacia
sobre o mundo digital em que vivem.
• Tecnologia que cresce com os
mais novos: muitas das ferramentas e soluções tecnológicas que existem no
mercado são desenvolvidas para e com os adultos em mente. Dar acesso aos
pequenos a equipamentos que não são adequados à sua idade é ainda mais prejudicial,
pelo que é necessário que os pais sejam conscientes do tipo de aparelhos que
colocam nas mãos dos mais novos, optando por um relógio para crianças
efetivamente adequado à sua idade. e
que estes sejam efetivamente adequados à sua idade.
• Novas formas de ocupar o
tempo livre: os momentos de ócio são os mais complicados de ocupar, pelo que
pode ser uma luta constante entreter os pequenos. Mas, se trazer para o
dia-a-dia dos pequenos outras formas de lazer que não usem a tecnologia é, até,
bastante simples: incentivar a leitura, os jogos de tabuleiro, andar de
bicicleta ou simplesmente brincar com figurinhas de ação, ajuda a manter os
pequenos ocupados, assim como potencia a imaginação.
• Alternativas ao telemóvel:
atualmente é possível encontrar cada vez mais soluções que são verdadeiras
alternativas ao telemóvel. Adequadas à idade, com ferramentas como botão SOS,
localização por GPS, aplicações de música ou jogos com controlo parental, e
chamadas e videochamadas para grupos restritos, os smartwatches para crianças
relógios inteligentes ganham cada vez mais adeptos por demonstrarem que são
apropriados para as crianças, respondem às suas necessidades e, ainda, ajudam
os pais a estarem mais calmos por garantirem a segurança dos pequenos dentro e
fora de casa.
Acerca de
SaveFamily
A SaveFamily é uma empresa
espanhola líder no desenvolvimento de smartwatches com GPS para crianças e
idosos. Desde 2017 trabalha para aproximar a tecnologia às famílias com
dispositivos pensados para melhorar a comunicação, a segurança e a autonomia
dos utilizadores.
A empresa está presente em
mais de 43 países e serve a mais de um milhão de famílias através de uma ampla
gama de dispositivos tecnológicos orientados para a segurança e o bem-estar.
Fonte: Newsline Agência de
Comunicação