● Num relatório da SaveFamily,
pais reconhecem que não são conscientes se os seus filhos podem, ou não, ser
vítimas de bullying online
● Esta continua a ser uma das
principais preocupações dos pais sobre o comportamento das crianças quando
estão online, logo a seguir ao medo de que falem com desconhecidos
● O controlo parental no
acesso à internet, acompanhado de equipamentos que substituam a introdução
precoce dos telemóveis são ferramentas para ajudar os pais e as crianças
O acesso à internet tornou-se,
nos últimos anos, um comportamento quotidiano dos mais novos. A UNICEF alertou
já para o facto de que cerca de 75% dos menores acede todos os dias à internet,
seja para comunicar com a família e os amigos, para navegar nas redes sociais
ou para entretenimento.
Com a proibição das redes
sociais aos menores de 16 anos em debate já na União Europeia, o mais recente
Observatório Digital da SaveFamily revela que as principais preocupações dos
pais sobre os comportamentos online dos seus filhos é a possibilidade de falarem
com estranhos (34%) ou de serem vítimas de cyberbulling (33%). Contudo, quando
questionados se sabiam de algum momento em que os filhos tivessem sido vítimas
de bulllying na internet, 20% dos pais reconhece que simplesmente não têm noção
se os menores foram, ou não, alvo de alguma ameaça online.
“Os debates que se têm
desenvolvido nos últimos meses e anos sobre o acesso à internet por parte dos
mais novos, foca-se de forma muito clara no uso excessivo de equipamentos como
os telemóveis, mas também na quantidade de horas que os pequenos estão conectados”,
refere Pedro Chaves Costa, Sales Manager da SaveFamily em Portugal.
“Partilhamos, e muito, destas preocupações, mas vamos um pouco mais longe: é
necessário também compreender que tipo de conteúdos os pequenos consomem, com
quem falam e, acima de tudo, deixar uma porta aberta para que os menores
partilhem sempre que sejam vítimas de algum tipo de ameaça quando navegam
online. Queremos que a segurança dos menores seja offline e online, e para
isso, consciencializar e educar é fundamental, mas também dar ferramentas aos
pais para, em colaboração com as crianças, desenvolver estratégias que os
mantenham a salvo”, conclui.
Os dados revelados pela
SaveFamily vão ao encontro dos legisladores e das preocupações que assolam cada
vez mais os pais na hora de compreender o comportamento dos menores online.
Assim, o dia-a-dia dos menores
com a tecnologia deve ser construído desde tenra idade, pelo que atrasar o uso
de telemóveis é importante, mas também educá-los a crescer com a tecnologia de
forma a desenvolverem estratégias mais saudáveis de utilização.
Se por um lado equipamentos
como os relógios inteligentes para crianças podem ser um aliado, ao permitirem
realizar chamadas e videochamadas, brincar, localizar os menores e, até, tirar
fotografias e conversar com a IA desenvolvida para os pequenos, por outro lado,
estes podem ser o primeiro passo para introduzir a tecnologia, com a ajuda do
controlo parental que permite monitorizar a utilização da internet. Conectados
com os equipamentos dos pais, os relógios inteligentes permitem garantir a
segurança e localização física dos pequenos, mas também controlar o que os
menores acedem quando usam a internet e, como é o caso do SaveWatch Plus 2 da
SaveFamily, até mesmo utilizar a Inteligência Artificial desenvolvida para os
menores que os impede de aceder a determinados conteúdos. Ao mesmo tempo,
quando surja algum tipo de alerta para utilização inapropriada da IA, esta
mesma está programada para encaminhar os pequenos para os pais de forma a
garantir a sua segurança.
Com estes equipamentos e
ferramentas ativas de proteção dos menores, não apenas é possível garantir que
estes não falam com estranhos, como os protege de situações de bullying online.
“Quando nos propusemos a
desenvolver o nosso mais recente equipamento, considerámos fundamental ouvir os
pais e os pequenos para saber o que os preocupa, mas também como podemos
garantir que estão mais seguros.”, esclarece Jorge Álvarez, CEO da SaveFamily.
“O bullying online é uma preocupação cada vez maior dos pais, e este pode ser
realizado por conhecidos tal como por desconhecidos. É por isso que
desenvolvemos ferramentas ativas para o controlo do acesso a conteúdos, mas
também de monitorização de com quem os pequenos conversam. Sabemos que assim
temos pais mais descansados e crianças mais seguras”, conclui.
Com um foco claro no bem-estar
dos mais novos, os smartwatches infantis da SaveFamily representam o que de
melhor a tecnologia tem para os mais novos: segurança e divertimento, sem o uso
excessivo de ecrãs e adaptados à idade dos pequenos.
Acerca de
SaveFamily
É a empresa de origem
espanhola líder em smartwatches com GPS. Desde os seus escritórios centrais
distribui os seus produtos em mais de 26 países.
Criada em 2017, uma equipa
multidisciplinar composta por mais de 40 profissionais responde a mais de 500
mil famílias que formam parte da sua carteira de clientes.
Fonte: Newsline Agência de
Comunicação