domingo, 14 de junho de 2026

“Em destaque Museu Oriente”


Oficina

 

PONTA SECA SOBRE PVC E TETRAPAK

Dia 20 Junho | 10h30

Saber mais em: https://www.foriente.pt/detalhe.php?id=D3BB014F-FB0E-4D0E-A896-1941E5D5E8F0&area=servico-educativo

 

Oficina

 

COLOGRAVURA E VINIL

Dia 16 Julho | 14h30

Saber mais em: https://www.foriente.pt/detalhe.php?id=C2B79DFA-9917-457E-9295-47E3A31E2C40&area=servico-educativo

 



Visitas curatoriais

 

DA MATRIZ À IMPRESSÃO

 

Dias 17 Julho, 7 Agosto | 18h

Saber mais em: https://www.foriente.pt/detalhe.php?id=B8A5AB54-704F-437A-88E6-03BB8B517115&area=servico-educativo

Fonte: Fundação Oriente

“Só sopa ao jantar? O hábito que parece saudável, mas pode estar a prejudicar o seu corpo”


Comer apenas sopa é mesmo uma boa ideia?

 

A sopa é, sem dúvida, um dos pratos mais completos da alimentação portuguesa: rica em fibras, água, vitaminas e minerais. Mas transformar a sopa na única refeição do almoço ou do jantar pode ser menos saudável do que imagina sobretudo a partir dos 50 anos.

Durante décadas, repetiuse a ideia de que “um prato de sopa ao jantar é leve e perfeito”. Mas especialistas em nutrição alertam que, quando esta prática se torna rotina, pode acelerar a perda de massa muscular, aumentar a fragilidade e comprometer a autonomia física.

O problema não é a sopa é tudo o que falta ao lado dela.

 

Porque é que só sopa pode ser insuficiente?

 

À medida que envelhecemos, o corpo deixa de conseguir manter músculo e força com refeições pobres em proteína. Comer menos não significa comer melhor.

E a maioria das sopas tradicionais, apesar de nutritivas, são baixas em proteína e gordura essencial dois pilares fundamentais para:

manter massa muscular

preservar força e mobilidade

reforçar o sistema imunitário

estabilizar o metabolismo

Quando a proteína é insuficiente ao jantar, aumenta o risco de quedas, a recuperação tornase mais lenta e até o controlo da glicemia pode piorar.

 

Como transformar a sopa numa refeição completa

 

A solução é simples: enriquecer a sopa com uma fonte de proteína de qualidade.

Algumas opções práticas:

Ovos: mexidos, cozidos ou escalfados diretamente na sopa

Peixe: como pescada, salmão ou atum

Carne magra: frango ou peru desfiado

Tofu: ideal para quem prefere opções vegetais

Leguminosas: feijão, grão, lentilhas

Comer leve não é comer pouco é dar ao corpo o que ele precisa hoje e para os próximos anos.

 

O que comer ao jantar? Dietistas revelam os melhores alimentos

 

A revista Real Simple consultou três dietistas Amy Goodson, Emily Villaseca e Johna Burdeos para identificar alimentos que ajudam a manter saciedade, saúde metabólica e qualidade do sono.

 

Aqui estão alguns dos mais recomendados:

Vegetais de folha verde; Feijões; Abacate; Quinoa; Salmão; Batata; Kiwi; Frutos secos e sementes; Laticínios; Cerejas.

 

Em resumo

 

Comer sopa é excelente, mas não chega.

Para envelhecer com força, autonomia e saúde, é essencial garantir proteína suficiente em todas as refeições. A sopa pode e deve continuar na mesa, mas acompanhada do que o corpo realmente precisa.

sábado, 13 de junho de 2026

“Alfama vence Marchas Populares 2026”


A Marcha de Alcântara ficou em segundo lugar e a Marcha da Madragoa em terceiro

 

Fotos: @EGEAC_José Frade

«Se o bairro perde a chama, a Marcha devolve a Alfama o sonho e a tradição". Assim se ouviu cantar na Avenida da Liberdade. E o sonho concretizou-se. Oito anos depois, a Marcha de Alfama volta a vencer o concurso das Marchas Populares de Lisboa, com o tema Os santos devem estar loucos que retrata o contraste entre a tradição da marcha e as mudanças sentidas no bairro.


Os cauteleiros, a calçada portuguesa, Ulisses e Ophiussa e o beijinho português foram alguns dos temas escolhidos pelas Marchas que trouxeram para a Avenida as suas histórias, transformadas em música e coreografia. 

Entre marchantes, padrinhos e madrinhas, ensaiadores e elementos da organização, foram cerca de 2000 os participantes numa noite com milhares de espectadores.  

A Associação Geral Desportiva de Macau Lo Leong abriu o desfile com A Dança do Dragão e dos Leões Dourados, partilhando com a cidade esta milenar tradição folclórica chinesa. 


Ainda antes das Marchas a concurso, desfilaram a Marcha Infantil das Escolas de Lisboa, a Marcha Infantil A Voz do Operário, a Marcha dos Mercados e da Marcha Santa Casa. 

Este ano, as 20 marchas em competição foram avaliadas por um júri presidido por Vítor Agostinho e composto por Bruno Cochat (coreografia), Hélder Freire Costa (cenografia), José António Tenente (figurino), Maria Inês Almeida (letra), Osvaldo Ferreira (música), e Leonor Padinha (representante da EGEAC). 

 

Classificação final do Concurso das Marchas Populares de Lisboa 2026  

 

1.º Marcha de Alfama  

2.º Marcha de Alcântara   

3.º Marcha da Madragoa  

4.º Marcha da Graça  

5.º Marcha do Bairro Alto  

6.º Marcha do Beato e Marcha da Bica (ex-aequo)  

8.º Marcha de Carnide e Marcha dos Olivais (ex-aequo)   

10.º Marcha da Mouraria  

11.º Marcha do Alto do Pina  

12.º Marcha de Marvila e Marcha da Penha de França (ex-aequo)  

14.º Marcha de Benfica   

15.º Marcha de São Vicente  

16.º Marcha de São Domingos de Benfica  

17.º Marcha da Bela Flor Campolide  

18.º Marcha do Bairro da Boavista e Marcha do Castelo (ex-aequo)  

20.º Marcha da Ajuda  

 

Classificações especiais  

 

Melhor Coreografia: Marcha de Alfama e Marcha da Madragoa  

Melhor Cenografia: Marcha de Alcântara 

Melhor Figurino: Marcha de Alcântara e Marcha da Bica  

Melhor Letra: Marcha de Alcântara, Marcha de Alfama, Marcha da Graça e Marcha dos Olivais   

Melhor Musicalidade: Marcha do Alto do Pina e Marcha de Alfama  

Melhor Composição Original: Os Santos devem estar loucos, Marcha de Alfama; Na Graça o 13 é sorte, Marcha da Graça; À moda de Alcântara, Marcha de Alcântara    

Melhor Desfile na Avenida: Marcha de Alfama 

Fonte: Egeac