quarta-feira, 20 de maio de 2026

“Alpiarça ficou ao lado de cidades como Manchester ou Cairo no evento Mundial de ciência Cidadã, o City Nature challenge!”


Por: Alexandre Sebastião |

Entre 24 e 27 de abril, no âmbito do City Nature Challenge, cidades de todo o mundo juntaram-se ao desafio de registar o maior número possível de espécies selvagens em contexto urbano. Através da aplicação Inaturalist os cidadãos  documentaram espécies de plantas, fungos e animais selvagens em cidades e áreas municipais de todo o mundo, no que é considerada uma das maiores iniciativas mundiais de ciência cidadã. Pelo segundo ano consecutivo a Reserva Natural Local do do Paul da Goucha, em Alpiarça, participou neste evento, tendo registado o segundo maior número de espécies entre as cidades da sua dimensão, tendo ficado ao lado de cidades de maiores dimensões como Manchester, Sedona ou Cairo.


O City Nature Challenge é organizado pelas equipas de ciência cidadã do Museu de História Natural do Condado de Los Angeles e da Academia de Ciências da Califórnia. Em Alpiarça, o evento é organizado pela Câmara Municipal de Alpiarça, a Escola Superior Agrária de Santarém e a Universidade de Évora no âmbito dos projectos europeus PeatEU, REWET e ForPeat, em colaboração com o Museu Nacional de História Natural e da Ciência, o Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, o Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da Universidade de Aveiro e a Associação dos Amigos da Natureza de Alpiarça.


Contando com a participação de 754 cidades de 61 países dos 6 continentes, esta iniciativa permitiu registar perto de 3 milhões de observações de 83 029 espécies, com a colaboração de 109 683 observadores. Estes números incluem mais de 5 500 espécies raras ou ameaçadas e o registo de 70 espécies nunca antes registadas na plataforma do Inaturalist. Em Alpiarça, a colaboração de  42 observadores, o dobro do número do ano anterior, permitiu registar 712 observações correspondentes a 269 espécies, ao longo dos 4 dias. As plantas foram o grupo com o maior número de registos, correspondendo a cerca de metade das espécies observadas, seguida pelos insectos com um terço das observações e pelas aves. O maior número de espécies foi registado pela Teresa Fonseca, com 74 espécies, seguida pelo André Fabião com 64.  


Durante o fim de semana os cidadãos puderam também participar em mais de 25 actividades de ciência e arte como o “Observatório dos Rios do Paul da Goucha” promovido pelo colectivo Guarda Rios, visitas guiadas, observação de borboletas nocturnas, anilhagem de aves, oficinas de ilustração, cianotipia e um concerto a partir de sons da vida aquática do artista sonoro britânico, David de la Haye. Sexta e segunda-feira as actividades foram exclusivamente para  escolas, tendo o Paul da Goucha recebido cerca de 100 alunos das escolas Josefa de Óbidos, António Damásio e Gil Vicente. Os alunos tiveram oportunidade de aprender técnicas de biologia usadas pelos biólogos no campo, escutar os sons subaquáticos do Paul e reflectir sobre a importância das zonas húmidas no controlo e mitigação das alterações climáticas.

Esta é a segunda vez que Alpiarça integra o City Nature Challenge, desafiando escolas, famílias e restantes participantes a documentar as espécies de flora e fauna no território, reforçando assim a aposta na ciência cidadã como forma de dar a conhecer a biodiversidade do concelho e envolver a comunidade na sua valorização e preservação.

Fonte: Câmara Municipal Alpiarça

“Museu da Amadora em junho”


Em junho, o Museu da Amadora, que integra, além do Núcleo Museológico do Casal da Falagueira – núcleo sede e do Núcleo Museológico da Necrópole de Carenque, também o Núcleo Museológico do Moinho do Penedo, as Reservas Culturais e a Casa Roque Gameiro, promove diversas iniciativas:

■ 3 junho (quarta-feira) | Visita orientada à Villa Romana da Quinta da Bolacha

Horário: 15h00/16h30

Ponto de Encontro: Núcleo Museológico do Casal da Falagueira

Sinopse | A villa romana da Quinta da Bolacha, é a única villa identificada no Município da Amadora, com uma implantação privilegiada e vestígios ímpares.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Custo: 2€/pessoa, gratuito para crianças e jovens até aos 17 anos

■ 6 junho (sábado) | Visita Orientada ao Núcleo Museológico do Moinho do Penedo

Horário: 15h00/16h30

Sinopse | Os moinhos de vento marcam até aos nossos dias a paisagem da cidade da Amadora. Hoje, na grande maioria, ruínas, são a prova da existência de uma forte atividade moageira que marcou outrora a região. Este exemplar é o único moinho de vento visitável do concelho.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Custo: 2€/pessoa, gratuito para crianças e jovens até aos 17 anos

■ 17 junho (quarta-feira) | Visita orientada à Casa Roque Gameiro

Horário: 15h00/16h30

Sinopse | Visita à Casa Roque Gameiro e à exposição temporária “Modelos Vivos da Lisboa Velha. Alfredo Roque Gameiro”.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Custo: 2€/pessoa, gratuito para crianças e jovens até aos 17 anos

■ 19 junho (sexta-feira) | Observação Astronómica no Moinho do Penedo

Horário: 21h00/23h00

Sinopse | Aproveitando o miradouro privilegiado que constitui este espaço, iremos observar alguns dos astros principais do firmamento nessa noite, que marcaram igualmente o imaginário das

populações que ao longo da história passaram por este local, dos habitantes do povoado do neolítico final aos moleiros dos moinhos de vento do século XVIII.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Atividade gratuita | Necessária inscrição prévia

■ 20 junho (sábado) | Visita orientada pela Alfama de Roque Gameiro com a comissária da exposição ‘Modelos vivos da Lisboa Velha. Alfredo Roque Gameiro’, Margarida Elias

Horário: 14h00/17h00

Ponto de Encontro: Arco de Jesus (Alfama), entre a Rua de São João da Praça e o Campo das Cebolas, Lisboa. GPS 38,70914° N 9,13090° O

Sinopse | Vamos percorrer as ruas representadas nas aguarelas e desenhos que foram publicados no livro Lisboa Velha, procurando encontrar os recantos representados, ponderando sobre as diferenças entre o passado e o presente, o que se preservou, o que mudou, o que desapareceu.

Começaremos o périplo pelo Arco de Jesus, prosseguindo por alguns espaços e arruamentos emblemáticos do livro, como São João da Praça, São Miguel, São Pedro, Santo Estevão, terminando nas Escadinhas dos Remédios.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Atividade gratuita | Necessária inscrição prévia

■ 27 junho (sábado) | Xadrez no Museu 2026 – Museu da Amadora/Casa Roque Gameiro

Horário: 10h00/18h00

Sinopse | As associações parceiras, AXPortugal e ChessPortugal, promovem a prática e o ensino do xadrez, através de iniciativas em Museus, Centros de Ciência Viva, Monumentos Nacionais e outros equipamentos culturais, numa associação entre a cultura e a ciência. A Casa Roque Gameiro vai receber o circuito ‘Xadrez no Museu 2026’ com torneios, ensino e prática aberta a qualquer jogador.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Atividade gratuita | Necessária inscrição prévia

■ 27 junho (sábado) | Oficina de desenho e aguarela: As estações do ano no Jardim da Casa Roque Gameiro – O Verão, com a ilustradora Sara Simões

Horário: 10h00/12h00

Sinopse | Vamos levar os lápis e aguarelas ao jardim da Casa Roque Gameiro para registar o verão ao ar livre. A folhagem vibrante e as flores serão as nossas musas nesta contemplação do vigor do crescimento e da vibração da cor. Materiais a indicar no ato da inscrição.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Custo: 3€/pessoa

■ 27 junho (sábado) | Workshop de introdução à aguarela, com o artista visual, Tiago Rocha Costa

Horário: 14h00/18h00

Local: Casa Roque Gameiro

Sinopse | Este workshop destina-se a todos o que desejam iniciar-se na aguarela ou reforçar conhecimentos básicos. Numa primeira parte, são propostos exercícios experimentais com o

objetivo de explorar a relação entre a água e o pigmento, criando sobreposições, gradientes e texturas. Num segundo momento, os participantes são desafiados a aplicar estes

conhecimentos na realização de um pequeno projeto em aguarela, integrando os princípios explorados ao longo da sessão.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Custo: 3€/pessoa

■ Ano letivo 2025/2026 | “Museu em Ação” e “Venha conhecer os cantos à Casa”

Realização de oficinas diversas.

Visitas orientadas: Necrópole de Carenque, Villa romana da Quinta da Bolacha, Núcleo Museológico do Casal da Falagueira, Núcleo Museológico do Moinho do Penedo e Casa Roque Gameiro

Horário: De 3.ª a 6.ª feira, às 10h00 e às 14h30

Estas atividades são gratuitas para as escolas públicas do Município, durante o período escolar, no máximo de 2 por turma e por equipamento e instituições de solidariedade social, no máximo de 2 por utente e por equipamento.

Destina-se a escolas e grupos organizados

As atividades são pagas, exceto as indicadas, e necessitam de inscrição prévia por e-mail (museu@cm-amadora.pt) ou por telefone (214 369 090).

Deve ser indicado o nome completo do participante e o contacto telefónico.

As inscrições devem ser feitas até 48 horas da data da sua realização, ou conforme indicado.

As desistências devem ser comunicadas no mínimo com 24 horas de antecedência, sob pena de impedimento de inscrição noutras atividades.

Toda a programação e horários podem sofrer alterações sem aviso prévio.

Núcleo Museológico do Casal da Falagueira

Parque Aventura, Beco do Poço, 2700-000 Amadora

Horário: Terça-feira a sábado, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00 | domingos, das 14h30 às 17h30 | Aberto aos feriados

Casa Roque Gameiro

Praceta 1.º de Dezembro, n.º 2, 2700-672 Amadora

Horário: Terça-feira a sábado, das 10h00 às 17h30 | domingos, das 14h30 às 17h30 | Aberto aos feriados

Núcleo Museológico do Moinho do Penedo

Rua Dr. Azevedo Neves, Alto do Penedo

Núcleo Museológico da Necrópole de Carenque

Topo da Av. Luis de Sá

Horário: sábado, das 14h00 às 18h00 e domingo, das 09h00 às 14h00 (Verão) | sábado, das 13h00 às 17h00 e domingo, das 10h00 às 15h00 (Inverno)

Encerrado nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1 de janeiro.

Enquadrado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Fonte: Câmara Municipal Amadora

“Biblioteca Municipal do Entroncamento celebra o 61.º aniversário”


Dia 29 maio | sexta | Biblioteca Municipal

 

Por: Joana Frutuoso

A Biblioteca Municipal do Entroncamento celebra, no próximo dia 29 de maio, o seu 61.º aniversário com um programa cultural com o tema “Celebrar a Memória, Ler o Futuro”, reafirmando-se como um espaço de encontro, conhecimento, partilha e cidadania ao serviço da comunidade.

As comemorações têm início às 14h30, com a sessão de abertura oficial, seguindo-se um momento de narração oral dinamizado por Bruno Batista, num convite à escuta, à imaginação e à partilha entre gerações.

Pelas 15h30 decorrerá a entrega dos prémios do Concurso de Poesia “25 de Abril de 1974”, bem como os diplomas de reconhecimento aos melhores leitores da Biblioteca Municipal no ano de 2025, no escalão de adulto, juvenil e infantil.

Às 16h00 será inaugurada a exposição “Linhas da Memória”, dedicada às obras participantes no concurso artístico realizado em 1986 para a criação do painel de azulejo da fachada do edifício da Biblioteca Municipal.

As celebrações encerram às 16h30 com o simbólico momento de cantar os parabéns à Biblioteca Municipal, homenageando uma instituição que, há 61 anos, continua a unir pessoas, livros, histórias e gerações, projetando a leitura como ponte entre a memória e o futuro.

A participação nas atividades é gratuita.

Fonte: Câmara Municipal Entroncamento

“ENTRE A TERRA E O CÉU, COSMOS É A NOVA MARCA DE VINHOS DA CARM QUE NASCE MAIS “PERTO DAS ESTRELAS”


Por: Por: Maria Francisca Espadinha

Pioneira na exploração da Beira Interior como região de vinhos de altitude, a CARM lança a sua nova marca COSMOS, com uma linha leve e equilibrada que nasce em algumas das vinhas mais altas do território nacional

Produzida na zona da Vermiosa, na sub-região de Castelo Rodrigo, na Beira Interior, a marca COSMOS chega ao mercado com quatro vinhos de carácter próprio, dois Colheita e dois Reserva, brancos e tintos, moldados pela altitude, pelo clima severo e pelos solos graníticos de uma região ainda pouco explorada no panorama vitivinícola nacional.

A ligação da CARM à região não é recente. A presença da empresa na Beira Interior remonta às suas origens, com os primeiros vinhos desta região a serem lançados em meados dos anos 2000. Nos últimos anos, a aposta foi sendo progressivamente reforçada com a aquisição de mais vinha na zona da Vermiosa, com a expansão das vinhas a traduzir-se num conhecimento cada vez mais aprofundado do território

Longe das luzes da cidade e perto dos corpos celestes, a Beira Interior é hoje um dos territórios mais fascinantes para a criação de vinhos contemporâneos. Uma região de extremos onde a paisagem, o clima e a terra moldam o que nasce, e onde a CARM decidiu imprimir o seu selo de qualidade com uma marca que olha para cima, como a natureza sempre fez. A ideia dos COSMOS nasceu há dois anos, precisamente, de um cruzamento entre oportunidade e necessidade. Se por um lado a aposta crescente na região ao longo dos últimos oito anos, com a aquisição de novas propriedades e o aumento da disponibilidade de matéria-prima, criou as condições ideais, por outro foi ganhando força a vontade de construir algo novo, com um perfil diferenciador e mais contemporâneo, capaz de expressar o carácter único deste território, concretizando um desejo que sempre esteve presente no espírito do fundador da marca. O slogan "Perto das Estrelas" não é apenas uma referência geográfica, é uma forma de estar, pelo que COSMOS convida à pausa, à contemplação e à ligação com a natureza.

Uma identidade que se traduz em vinhos leves, equilibrados e essenciais, a COSMOS nasce de uma aposta em castas autóctones, uma filosofia que sempre norteou a CARM, que define os seus vinhos do Douro e que se replica agora na Beira Interior, como expressão de respeito pelas origens e autenticidade. Segundo o CEO da CARM, Filipe Roboredo Madeira, “Portugal é um dos países com o maior número de castas autóctones do mundo, se queremos ser fiéis à nossa origem e à região onde estamos, sentimos a obrigação de trabalhar com castas nacionais. Só assim podemos reclamar autenticidade e respeito pelo que é nosso. Se queremos provar um bom Pinot Noir, optamos por um vinho da Borgonha; mas se queremos uma boa Touriga Nacional, sabemos que será em Portugal, que a vamos encontrar”.

Já disponíveis no mercado, as quatro referências COSMOS - Colheita Branco e Tinto (PVP 6,99€) e Reserva Branco e Tinto (PVP 12,49€) - traduzem a frescura e a precisão da altitude, o rigor do clima severo e dos solos graníticos onde as vinhas estão plantadas.

São vinhos de carácter irrepetível, que só se encontram “Perto das Estrelas”.

Fonte: MARIE – PR & Brand Consulting