sábado, 27 de junho de 2026

“Amadora comemora Dia dos Avós com Visita à Tapada de Mafra”


Inscrições de 29 de junho a 20 julho

 

No próximo dia 24 de julho, realiza-se uma Visita à Tapada de Mafra, que visa comemorar o Dia dos Avós, que se assinala a 26 de julho.

A visita, que decorre das 11h00 às 18h00, irá envolver cerca de 110 participantes, entre seniores beneficiários do Cartão Amadora 65+ e os seus netos, visa fortalecer e preservar a ligação entre avós e netos, numa atividade que inclui um passeio em carro elétrico, um Atelier de apicultura e ainda o Atelier “Voo de aves de rapina”.

Esta é mais uma das iniciativas da Câmara Municipal da Amadora com o objetivo de promover o envelhecimento ativo e saudável, e neste caso concreto, dinamizar uma atividade que proporcione momentos de convívio e partilha entre avós e netos, promovendo uma experiência simultaneamente educativa e lúdica e incentivando a troca de saberes, histórias e vivências.

Inscrições: 29 de junho a 20 de julho através deste Formulário de inscrição

Valor da inscrição:

Adultos e jovens a partir dos 12 anos: 7,5 €

Crianças dos 3 aos 12 anos: 5 €

Atividade destina-se exclusivamente aos beneficiários do Cartão Amadora 65+ e netos/as com idade entre os 3 e os 18 anos.

Almoço Livre na Tapada em zona de piquenique

Transporte incluído

Ponto de encontro na Av. Das Forças Armadas n.º 1 (Edifício Paços do Concelho), pelas 11h00

Mais informação, contacte: 800 207 632

Fonte: Câmara Municipal Amadora

“O ano em que o papel higiénico entrou em risco: a revolução silenciosa das casas de banho já começou”


Por: José Morais

A nova pergunta que ninguém esperava fazer

 

O papel higiénico, símbolo absoluto da rotina ocidental, está a perder terreno. O que parecia impensável há poucos anos tornouse tema de debate real: será que estamos prestes a abandonar de vez o velho rolo? A resposta já não é tão óbvia e 2026 está a ser o ano em que a mudança ganha força.

 

Custos altos, consciência pesada

 

A queda do papel higiénico tem duas raízes claras: o impacto económico e o ambiental.

Custo anual Uma família média gasta dezenas ou centenas de euros por ano em papel que é usado durante segundos e descartado imediatamente.

Impacto ecológico A produção de celulose exige desflorestação, grandes quantidades de água e processos industriais poluentes.

A isto juntase uma procura crescente por higiene mais eficaz e menos agressiva, criando espaço para soluções tecnológicas que prometem transformar a casa de banho tal como a conhecemos.

 

A ascensão das sanitas inteligentes

 

As sanitas inteligentes especialmente os assentos com bidé incorporado deixaram de ser curiosidades futuristas e tornaramse produtos de consumo global.

Estes dispositivos oferecem:

Lavagem com água morna

Secagem automática

Controlo de temperatura

O resultado é simples: dispensa total de papel higiénico.

O Japão já vive esta realidade há décadas, e agora a tendência espalhase pela Europa e América com velocidade surpreendente.

 

Outras alternativas que estão a ganhar espaço

 

A revolução não se faz apenas com tecnologia de ponta. Há soluções ecológicas que também estão a conquistar adeptos:

Toalhetes reutilizáveis tecidos antibacterianos que se lavam e voltam a usar.

Chuveiros de mão (shattafs) comuns no Médio Oriente e no Sudeste Asiático, permitem limpeza rápida só com água.

Esponjas naturais e água ionizada tecnologias emergentes que prometem desinfeção sem químicos.

 

Vale a pena mudar?

 

Quem já fez a transição garante que sim.

Poupança real, o investimento inicial num assento inteligente pagase em poucos meses.

Benefícios para a pele, dermatologistas defendem que a água é mais higiénica e menos irritante do que papel seco ou toalhetes húmidos com fragrâncias.

 

E Portugal, entra nesta tendência?

 

 

Portugal tem uma vantagem cultural: o bidé tradicional sempre fez parte das casas de banho.

A novidade agora é a evolução tecnológica assentos inteligentes que unem a lógica do bidé à comodidade total.

Não significa que o papel higiénico vá desaparecer já amanhã. Mas a mudança de mentalidade está em curso, e 2026 pode ficar marcado como o ano em que começámos a olhar para o rolo de papel como algo… dispensável.

 

A pergunta que fica

 

Trocaria o papel higiénico por uma sanita inteligente?