terça-feira, 25 de novembro de 2025

“A CONTAGEM DECRESCENTE ESTÁ INAUGURADA E A SELEÇÃO DE ORNAMENTOS DAS MARCAS EXCLUSIVAS DA SEPHORA ESTÁ DE VOLTA”

Por: Nicole Santos Fernandes

Com marcas como Sephora Collection, Byoma, Charlotte Tilbury e Laneige, a Sephora apresenta alguns dos lançamentos mais icónicos em formato miniatura para decorar a árvore

Inaugurada a época festiva, resta reunir a seleção de ornamentos das marcas exclusivas da Sephora, que voltam a apresentar os favoritos de todo o ano em formato miniatura para enfeitar o pinheiro.


 

• Os mais doces da época 

 

A época festiva exige gestos doces, como tal, A Lip Sleeping Mask Duo da Sephora Collection (13€) apresenta um duo de dois aromas irresistíveis, o Gingerbread e o Caramel Macchiato, ideais para fãs de aromas diferenciados e lábios nutridos. Já o Holiday Mini Bites Set da Lanoplis (13€) reúne três balsamos 101 Ointment em miniatura, tão suaves quanto deliciosos. O Galatic Liptide Lip Oil da Byoma (15€), com porta-chaves integrado, alia brilho, conforto e uma textura extra suave, enquanto o Midnight Minis Lip Care Set da Laneige (30€) oferece uma combinação de gloss balms e máscaras de noite que proporcionam suavidade prolongada. 

 


• Os indispensáveis do cuidado diário

 

Para cuidar da pele, do cabelo ou das mãos, estes minis foram pensados para acompanhar qualquer rotina. O Star Power Duo da Byoma (13€) une o sérum e creme icónicos da marca, um verdadeiro boost de essenciais para peles que estão expostas ao frio. Da Moroccanoil, o Tratamento Moroccanoil Edição Limitada Stocking Suffer  (18€) apresenta o óleo capilar em formato perfeito para levar para qualquer destino. Para manter as mãos impecáveis, o Original Glazed Hand Cleansing Gel da Merci Handy (3€) é o companheiro certo formulado com 97% de ingredientes naturais.

 


• Os que fazem brilhar a árvore de Natal

 

Alguns ornamentos parecem feitos para brilhar e isso não é por acaso. O Foam Pop Blending Duo da Beautyblender (21€) traz duas esponjas coloridas, prontas a pendurar e juntar a qualquer kit, equanto a Natasha Denona apresenta o My Mini Dream Glow Blush Ornament (19€), um duo de blush e iluminador que realça instantaneamente o rosto. Por sua vez, a MAKE UP FOR EVER segue a mesma energia com o Starlit Lip Set (31€), que junta gloss e dois lápis de lábios para um resultado definido e luminoso, por fim, mas não menos importante, o Pillow Talk Glossy Lip Kit da Charlotte Tilbury (26€) redefine os lábios com o brilho característico da marca.

 


• O glamour em pequenos detalhes

 

Nesta seleção, cada produto acrescenta um toque de luz, brilho ou aroma. O Mini Glow Hero da Yepoda (16€) oferece a luminosidade ideal graças ao seu híbrido sérum-óleo com bakuchiol, enquanto as Watermelon Glow Niacinamide Dew Drops da Glow Recipe (38€), em tamanho pequeno, garantem um glow fresco e natural. Para um toque de volume imediato, o Outrageous Plump Effect Gloss da Sephora Collection (14€) surge em edição festiva com um pompom decorativo, enquanto o L’Originale Eau de Parfum Mini Set da Moroccanoil (32€) combina dois tamanhos de fragância, uma forma elegante de deixar uma marca com o aroma preferido.

  

• Os acessórios que fazem a diferença

 

Esta época festiva cada detalhe ganha importância e os acessórios tornam-se essenciais em qualquer rotina de beleza. Assim, a Sephora destaca a Mini Ultimate Detangler Candy Cane Stripe da Tangle Teezer (17€), uma escova de viagem com design festivo que desembaraça sem esfoço e ganha o lugar na árvore. Já o Premium Bowtiful Holidays Set da Invisibobble (19€) traz elásticos e laços que acrescentam um toque divertido e elegante aos penteados. Para preparar ou recuperar da azáfama das celebrações, a Patchology lança os Holiday Spirits Set Of Patches (14€), um conjunto de cinco eye patches que refrescam e revitalizam o olhar, o verdadeiro acessório do autocuidado.

Entre brilho e cuidado, a Sephora apresenta uma coleção de ornamentos, pensados para decorar, surpreender e oferecer. Assim, estas e muitas outras sugestões estão disponíveis nas lojas Sephora, na APP e em Sephora.pt. 

Fonte: MARIE – PR & Brand Consulting

“Vice-Presidente na inauguração da sala da Associação de Estudantes da ESGIN”


Por: Tiago Carvalho

O vice-presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Vítor Mascarenhas, marcou presença na inauguração das novas instalações da Associação de Estudantes da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova (AEESGIN). Este restaurado espaço, inaugurado no dia 25 de novembro de 2025, resulta de obras de renovação suportadas pela Câmara de Idanha-a-Nova. Na ocasião, Vítor Mascarenhas salientou a “enorme satisfação” por “presenciar a reabilitação (…) de um espaço que volta a ganhar vida, significado e utilidade para todos vós”.

“A Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova é, para o nosso Município, uma verdadeira menina dos olhos da Idanha”, vincou o vice-presidente da Câmara que destacou o papel da ESGIN: “É um orgulho coletivo, uma casa de conhecimento, inovação e juventude”. Por isso mesmo, para Vítor Mascarenhas, “apoiar os seus alunos é, para nós, uma prioridade inquestionável. O Município estará sempre ao vosso lado, seja em projetos, iniciativas ou melhorias que contribuam para o vosso bem-estar e para a qualidade do vosso percurso académico”.

“A renovação desta sala e o novo mobiliário, que hoje celebramos, são prova do nosso compromisso em proporcionar condições dignas, modernas e acolhedoras a todos os estudantes. Desejamos que usufruam plenamente deste espaço, que aqui encontrem um local de encontro, criatividade e união, e que a Associação de Estudantes continue a ser uma força viva dentro da ESGIN. Contem connosco. Contem com o Município. E continuemos, juntos, a valorizar e elevar a escola que tanto orgulha a Idanha-a-Nova”, rematou o vice-presidente da autarquia de Idanha-a-Nova.

Por seu turno, José Pedro de Sousa, diretor da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova, salientou a importância da requalificação do espaço da AEESGIN, que classificou como de “excelência”, conseguido “com o apoio do Município de Idanha-a-Nova e do ex-presidente Armindo Jacinto”.

O presidente da Associação de Estudantes da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova deixou um agradecimento à Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, “sem a qual não seria possível ter este espaço renovado ao serviço dos estudantes, que muito o merecem”.

Fonte: Câmara Municipal Idanha-a-Nova

“14ª Edição do Festival: Fora do Lugar encanta Idanha-a-Nova até dia 6 de dezembro”


Por: Tiago Carvalho

O 14º Fora do Lugar, Festival Internacional Músicas Antigas arrancou na sexta-feira, dia 21 de novembro, no espaço da antiga Catedral de Idanha-a-Velha, e prolonga-se até ao dia 6 de dezembro, com um total de 25 propostas no programa.

Esta 14ª edição compreende vários concertos (alguns secretos), conversas, encontros, cinema, gastronomia, natureza e programa educativo, com músicos e projetos oriundos do Afeganistão, Marrocos, Portugal, Ucrânia, Itália, Áustria, Turquia, Eslovénia, Eslováquia e França.

Na cerimónia de abertura, o vereador Raul Antunes reconheceu e agradeceu o “trabalho incansável de todos os envolvidos”, nomeadamente a organização, equipas técnicas, parceiros locais, instituições e os artistas. “Obrigado também a todos aqueles que se deslocam até Idanha para viver esta experiência. A vossa presença reforça o sentido deste festival e dá-lhe vida”, sublinhou o vereador da autarquia idanhense.

Para Raul Antunes, o Festival Fora do Lugar nasceu da “vontade de aproximar pessoas, tradições e linguagens artísticas”. Por isso é “um festival que desafia fronteiras, que honrando o passado, ousa experimentar o futuro, com o orgulho no que é nosso”. “Aqui, a música, o património, a paisagem e as comunidades encontram-se num diálogo vivo, criativo e profundamente identitário”, afirmou, na ocasião, Raul Antunes.

Recordando que “Idanha-a-Nova tem sido, ao longo dos anos, terra fértil para a cultura”, o vereador deixou palavras de elogio para o Festival Fora do Lugar: “transforma espaços inesperados em palcos; convoca artistas de grande sensibilidade; e convida o público a redescobrir o território com um olhar renovado”. “Cada concerto, cada encontro, cada momento deste festival é também uma celebração daquilo que somos: uma comunidade que valoriza a autenticidade, a inovação e a proximidade”, testemunhou ainda o vereador da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Cidade Criativa da Música da UNESCO.

Por seu turno, Filipe Faria, diretor artístico do Fora do Lugar, referiu que o festival é “uma celebração do efémero e do diálogo entre o antigo e o novo: Tudo o que vivemos no Fora do Lugar é, ao mesmo tempo, novo e antigo. Uma promessa e os seus ecos. Estes lugares e este território são a linha que cose os dias”.

Paulo Longo, chefe de Divisão da Cultura e Património Cultural da Câmara de Idanha-a-Nova, lembrou que foi durante o Fora do Lugar de 2015 que Idanha-a-Nova recebeu a notícia da entrada na Rede das Cidades Criativas da UNESCO, na área da Música. Hoje, à beira de celebrar dez anos na Rede, o Fora do Lugar permanece um dos esteios dessa atribuição.

O Fora do Lugar é um projeto original da Arte das Musas, com o apoio da República Portuguesa - Cultura/ Direção Geral das Artes, em parceria com o Município de Idanha-a-Nova/ Centro Cultural Raiano, SPEA - Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves e APORDOC/ DocLisboa Festival Internacional de Cinema, às quais se junta, este ano, a Culturgest.

 O programa do Fora do Lugar pode ser consultado em www.foradolugar.pt

Fonte: Câmara Municipal Idanha-a-Nova

“INAUGURAÇÃO da Exposição "Crescer a Aparecer" na Galeria Municipal Artur Bual/Casa Aprígio Gomes”


Dia 29 novembro | 15h30

 

A Galeria Municipal Artur Bual/Casa Aprígio Gomes inaugurará, no próximo dia 29 de novembro, pelas 15h30, a Exposição "Crescer a Aparecer", uma mostra dos trabalhos executados pelos utentes de quatro Associações de carácter social do Município da Amadora – AFID; AMORAMA; CERCIAMA e RECOMEÇO – no âmbito da frequência destes utentes nos ateliês de expressão plástica, dinamizados pelos monitores das associações que trabalham diariamente com pessoas com necessidades especiais.

O título da exposição vai ao encontro da expressão "cresce e aparece", vulgarmente utilizada para desvalorizar os mais novos e frágeis, e que aqui é invertida, “Crescer a Aparecer”, para relembrar que o crescimento da criança e do cidadão só se dá a partir do reconhecimento do seu papel ativo no mundo que as rodeia e acolhe.

Esta exposição associa-se também ao aniversário dos 25 anos da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) da Amadora e ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, assinalado anualmente a 3 de dezembro.

Patente até 18 de janeiro de 2026.

Entrada livre.

Além da exposição, existirão sessões performativas que englobam Arte, Música, Dança e Teatro, através de um intercâmbio entre os utentes das várias Associações que integram este projeto.

Conheça as datas destas sessões:

- 11 dezembro (quinta-feira), às 14h00 – CERCIAMA – Música e canto, “Vozes do que não se vê”;

- 18 dezembro (quinta-feira) às 14h00 – RECOMEÇO – Orquestra de escadotes (com o Professor João Silva);

- 8 janeiro (quinta-feira) às 14h00 – AFID – Sessão musical (percussão) em diálogo com as obras de arte expostas;

- 15 janeiro (quinta-feira) às 14h00 – AMORAMA – Música e expressão corporal “Depois do silêncio”.

Galeria Municipal Artur Bual/Casa Aprígio Gomes

R. Luís de Camões, 2 - Venteira, - 2700-535 Amadora

GPS: 38.756637, -9.235659

Telefone: +351 214 369 059

E-mail: gmabual@cm-amadora.pt

Horário:

Terça-feira a sábado e feriados, das 10h00 às 18h00

Domingos, das 14h30 às 18h00

Encerra à segunda-feira

Transportes, Táxis e Parque público de estacionamento:

• Comboio da CP: Estação da Amadora - Linha de Sintra – Lisboa

• Carris Metropolitana: 1712, 1714 e 1502

• Táxis (Praça de táxis a 200 mts.)

• Parque público de estacionamento (a 50 mts.)

Enquadrado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Fonte: Câmara Municipal Amadora

“Exposição de Pintura “Os Meus Fantasmas”


De 29 de novembro a 11 de dezembro | Galeria Municipal

 

 Por: Ana Cristina Feio

A Galeria Municipal acolhe, entre os dias 29 de novembro e 11 de dezembro, a Exposição de Pintura “Os Meus Fantasmas”, da autoria de Maria Clara Silva.

A autora iniciou o seu percurso em 1984 e ao longo do tempo foram diversas as exposições coletivas e individuais em que participou.

É sobre a arquitetura e a ruína que inspirada no trabalho fotográfico de Gastão Brito e Silva e Nuno Lopes, Maria Clara pinta os espaços reenquadrados sob o olhar dos fotógrafos. Se estes olham a arquitetura em ruína enquanto elemento gráfico, Maria Clara encontra nas suas composições e estética do espaço abandonado, a beleza do desalinhamento e a Acão do tempo sobre as superfícies.

A Exposição de Pintura, realiza-se no âmbito do projeto DEVIR 2025, e tem inauguração marcada para o dia 29 de novembro, sábado, pelas 17h00, podendo posteriormente ser visitada até ao dia 11 de dezembro, de terça a sexta-feira, entre as 14h00 e as 18h00 e aos sábados entre as 10h00 e as 13h00 e as 14h00 e as 18h00.

 Fonte: Câmara Municipal Entroncamento

“Idanha-a-Nova no Encontro Nacional URBACT 2025”


Por: Tiago Carvalho

O Município de Idanha-a-Nova esteve representado no Encontro Nacional de Parceiros URBACT 2025, uma iniciativa promovida pela Direção-Geral do Território, enquanto Ponto URBACT Nacional.

A iniciativa decorreu nos dias 18 e 19 de novembro, em São Pedro do Sul.

O URBACT é o principal programa da União Europeia dedicado à troca de conhecimentos e boas práticas entre regiões europeias. Este encontro reuniu mais de 53 entidades e incluiu sessões de capacitação para técnicos, partilha de experiências e preparação de novos projetos para o desenvolvimento sustentável.

Idanha integra o programa com duas redes de transferência:

- Restart – Rede liderada por Idanha-a-Nova, que trabalha a fixação de população e o combate ao despovoamento, replicando o exemplo do projeto Recomeçar.

- Eat4Climate – Rede dedicada à alimentação sustentável e à soberania alimentar, liderada por França, da qual Idanha-a-Nova é parceira.

Todas estas ações contam com o apoio da União Europeia e são fundamentais para reforçar o desenvolvimento sustentável do nosso território.

Fonte: Câmara Municipal Idanha-a-Nova

“Liderança nacional na sustentabilidade”


Marina de Portimão® é a “Mais Azul” de Portugal, infraestruturas, educação ambiental e 25 anos consecutivos de Bandeira Azul garantem distinção máxima atribuída pela ABAE e APA

 

A Marina de Portimão® foi distinguida com o prestigiado prémio “Marina Mais Azul 2025”, atribuído pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) e pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Este galardão reconhece as marinas que, além de cumprirem os rigorosos critérios do programa Bandeira Azul, se destacam pela excelência e impacto das suas ações de educação ambiental. A cerimónia oficial de entrega dos prémios decorreu no Auditório UATLA, na Fábrica da Pólvora, em Barcarena.

Este ano, a Marina de Portimão® reuniu a melhor pontuação a nível nacional, sendo distinguida entre as 18 marinas e portos de recreio com Bandeira Azul em Portugal. Trata-se da primeira vez que a Marina de Portimão® recebe este prémio, facto que reforça o significado da distinção. 


Para ser eleita, a Marina de Portimão® desenvolveu, ao longo do ano, diversas iniciativas inovadoras e inclusivas, envolvendo a comunidade local, estudantes, visitantes e parceiros. Destaque-se a Câmara Municipal de Portimão, a Associação Teia d’Impulsos, a Vela Solidária e a Algarve Sun Boats que contribuíram para o objetivo de promover a sustentabilidade, a proteção dos ecossistemas marinhos e a consciencialização ambiental. Nesse sentido, as ações refletem o compromisso da Marina de Portimão® com a preservação do meio ambiente e com a valorização do património natural.

Acrescente-se que o prémio “Marina Mais Azul 2025” é atribuído com base nos critérios definidos pela Bandeira Azul, nomeadamente qualidade da água, segurança dos equipamentos, informação e educação ambiental, serviços, qualidade ambiental e acessibilidades, sendo conferido às marinas que atingem o nível máximo de avaliação a nível nacional.


Para a administração da Marina de Portimão®: “Este prémio é um reconhecimento do trabalho contínuo da nossa equipa e dos nossos parceiros na promoção de boas práticas ambientais. Continuaremos a investir em projetos que inspirem e mobilizem a comunidade para um futuro mais sustentável.”

O prémio “Marina Mais Azul 2025” e a obtenção do certificado de excelência internacional da FEE (Foundation for Environmental Education) pelos 25 anos consecutivos galardoados com Bandeira Azul vêm reforçar a posição da Marina de Portimão® como referência nacional na gestão sustentável e na educação ambiental. Esta distinção está alinhada com os objetivos da Estratégia Nacional de Educação Ambiental, tendo em vista a redução da pegada carbónica, a minimização dos impactos ambientais e a preservação dos habitats da fauna e da flora locais.

Sublinhe-se, ainda, o pioneirismo da Marina de Portimão® em práticas de sustentabilidade ambiental, incluindo sistemas de recolha seletiva de resíduos, tratamento de águas residuais, postos de abastecimento para veículos elétricos, energia solar e programas de educação ambiental na proteção do ambiente marinho.

A distinção “Marina Mais Azul 2025” reforça um conjunto de reconhecimentos recentes, entre os quais o prémio “Melhor Marina do Sul da Europa” nos World Luxury Travel Awards 2025, ou a certificação “SuperYacht Ready Marina”. Juntam-se, ainda, prémios de referência como o Jack Nichol Award, as “5 Âncoras de Ouro” e o International Clean Marina, consolidando a Marina de Portimão® como uma das mais prestigiadas e sustentáveis do país.

 

Legendas de fotografias (esquerda para a direita):

 

• Marina de Portimão_Mais Azul1: Ricardo José (diretor operacional da Marina de Portimão®), José Archer (presidente da ABAE Bandeira Azul Portugal) e Dina Morgado (responsável pelo Programa Bandeira Azul da Marina de Portimão)

• Marina de Portimão_Mais Azul2: Ricardo José (diretor operacional da Marina de Portimão®), Jorge Neves (Agência Portuguesa do Ambiente - responsável pela avaliação das atividades de Educação Ambiental do Programa Bandeira Azul no Júri Nacional) e Dina Morgado (responsável pelo Programa Bandeira Azul da Marina de Portimão).

Sobre a Marina de Portimão®

 

Localizada no coração do Algarve, junto ao estuário do Arade, a Marina de Portimão® distingue-se pela sua infraestrutura moderna, com capacidade para 620 embarcações, incluindo super iates até 50 metros. Aberta todo o ano, recebe embarcações de mais de 20 nacionalidades e oferece acesso privilegiado às praias e grutas da região. Dispõe de serviços técnicos completos, incluindo um estaleiro com Travel-Lifts de 50T e 300T - o maior pórtico em Portugal -, bem como uma ampla área comercial, piscina oceânica, praia concessionada e várias opções de restauração. Na área da hospitalidade, integra o NH Hotel Marina Portimão, unidade de 4 estrelas de referência internacional. Mais informações disponíveis em https://marinadeportimao.com/.

Fonte: Central de Informação

“Intervenientes militares e civis contam como foi o 25 de novembro, para defender a democracia e a liberdade”


Dia 26 novembro 2025: Democracia e Liberdade (objecto: 25 de novembro), 15.30 horas

 

Depois das seis sessões anteriores que percorreram como foi a evolução política e social do país desde julho de 1974 a novembro de 1975, é o momento para aprofundar como foi e o que aconteceu no 25 de novembro. Zita Seabra, o Coronel Florindo de Morais (Comandos), o General António Vaz Afonso (Força Aérea), Hélder de Oliveira, contam a sua participação no 25 de novembro, pelo lado dos moderados que fizeram frente aos revolucionários. Partilharão testemunhos pessoais e conhecimentos próprios sobre factos (sinopse em anexo) que marcaram esta data.

“Democracia e Liberdade” é o tema da próxima sessão do ciclo “50 anos do 25 de novembro”, que terá lugar amanhã no Palácio da Independência, em Lisboa. Será a sessão de encerramento do Ciclo.

O ataque dos paraquedistas, a tomada da RTP e o uso da sua antena para

serviço da sublevação, o alinhamento revolucionário com Polícia Militar e RALIS, as movimentações de militantes do PCP e extrema-esquerda, a resposta dos moderados que se tinham preparado para a eventualidade, a base de Cortegaça e a reserva estratégica que guardara, as negociações constantes no Palácio de Belém, o contra-ataque dos Comandos, a chamada dos “convocados” civis, o sobrevoo de Lisboa, a preocupação de não provocar mortes, que incendiariam

tudo.

O jornalista Henrique Monteiro será o moderador, contando ainda com o painel residente do ciclo, composto nesta sessão por José Ribeiro e Castro, Carlos Magno, José Luís Ramos Pinheiro, Maria João Avillez e Nuno Rogeiro.

A sessão realiza-se na quarta-feira, dia 26 de novembro, às 15h30, no Palácio da Independência, em Lisboa.

Promovido pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal, o ciclo com o subtítulo “Desvios, confrontos, percalços da Revolução e o triunfo da Democracia”, percorre as diferentes fases do processo revolucionário posterior ao 25 de Abril,

desde julho de 1974 até ao 25 de novembro de 1975. A iniciativa, iniciada em 15 de outubro, decorre ao longo de sete encontros, até 26 de novembro e conta com convidados de reconhecido prestígio, selecionados pelo seu conhecimento e experiência nos períodos históricos em análise.

As sessões são públicas, mas de acesso por convite, devido às limitações da sala. Os convites podem ser solicitados através do email:

ship.direccao@sociedadehistorica.pt

Haverá transmissão online em directo, via streaming, nas seguintes plataformas:

Facebook: https://www.facebook.com/sociedadehistorica/

YouTube: https://www.youtube.com/@sociedadehistorica

 

Sinopse

O que aconteceu como foi, 50 anos de 25 de novembro

 

O 25 de Novembro de 1G75 marcou o fim do Processo Revolucionário em Curso (PREC) e o restabelecimento da autoridade democrática e da disciplina militarem Portugal. Nos dias 25 a 28 de novembro, desencadeou-se uma confrontação decisiva entre unidades militares radicais sobretudo paraquedistas de Tancos e as forças moderadas do MFA, apoiadas pelo Presidente Costa Gomes e pelo Governo de Pinheiro de Azevedo.

A crise começou na madrugada de 25 de novembro, quando paraquedistas ocuparam bases aéreas e tentaram desarticular o dispositivo militar da Grande Lisboa. Tratou-se da última tentativa de imposição de um modelo revolucionário apoiado pela esquerda militar e setores da extrema-esquerda civil.

O COPCON, dirigido por Otelo Saraiva de Carvalho, teve postura ambígua, apelando à contenção, mas sem impor a ordem. A viragem ocorreu com a intervenção decisiva dos Comandos da Amadora, comandados pelo Coronel Jaime Neves, que retomaram posições estratégicas e obrigaram à rendição dos paraquedistas e outros sublevados. O sobrevoo da região de Lisboa por aviões da Força Aérea desmoralizou os insurrectose constituiu importante factor de dissuasão. A tomada de Tancos no dia 26 consolidou o controlo moderado. No dia 28, a cadeia de comando estava restabelecida e iniciava-se a reestruturação profunda das Forças Armadas, incluindo a extinção operacional do COPCON.

Politicamente, a vitória dos moderados garantiu a continuidade da Assembleia Constituinte, o reforço do PS e do PPD e o isolamento progressivo do PCP e da extrema-esquerda, que perderam influência sobre o MFA. Abriu- se caminho à normalização institucional eà futura Constituição de 1976. Foram presos militares e civis envolvidos na insurreição. Não houve ilegalização de partidos. Houve reversão de excessos revolucionários, com maior controlo legal sobre saneamentos, ocupações e comunicação social.

O 25 de Novembro inseriu-se num contexto internacional crítico para Portugal. A guerra civil angola na entre MPLA, FNLA e UNITA acentuou-se continuamente, com o MPLA a receber forte apoio cubano e soviético e a FNLA e UNITA a receberem-no de Zaire, África do Sul e EUA. Pouco depois, a 7 de dezembro de 1G75, Timor-Leste foi invadido pela Indonésia. Jacarta explorou a retirada portuguesa. O Estado português, em plena recomposição pós-25 de novembro, limitou-se a protestos diplomáticos, sem capacidade para impedir a anexação.

O 25 de Novembro encerrou o ciclo revolucionário interno, mas coincidiu com os dois desfechos mais dramáticos da descolonização portuguesa.

Fonte: Sociedade Histórica da Independência de Portugal