sábado, 29 de novembro de 2025

“Autocolantes na caixa do correio: quando deves mesmo desconfiar”


Durante anos, os autocolantes na caixa do correio eram quase sempre sinónimo de publicidade ou organização: “não colocar panfletos”, contactos de pizzas, alarmes, seguros, etiquetas do condomínio. Nada de especial. Mas, nos últimos tempos, muita gente começou a notar marcas mais discretas: quadradinhos de cor, etiquetas pequenas sem logótipo, símbolos estranhos só em algumas caixas. E aí vem a pergunta: isto é apenas logística… ou alguém anda a marcar casas?

 

Quando é provavelmente inofensivo

 

Na maioria das situações, os autocolantes têm explicação simples. Podem ser códigos internos dos CTT para organizar rotas, etiquetas colocadas pelo administrador do condomínio para identificar frações, ou marcas usadas por empresas que distribuem publicidade para saber que prédios já foram feitos. Normalmente têm algum texto, um logótipo, um número ou um padrão que se repete em várias caixas.

Se todas as caixas do prédio têm algo parecido, se o carteiro reconhece o autocolante ou se o administrador diz logo “fomos nós que pusemos por causa disto”, então é quase certo que não há ali nada de sinistro.

 

Quando começa a ficar estranho

 

A coisa muda de figura quando aparecem autocolantes sem qualquer identificação, só em meia dúzia de caixas, em posições pouco usuais, e ninguém sabe explicar quem os colocou. Mais suspeito ainda é quando vês cores ou símbolos diferentes ao longo das semanas, como se alguém estivesse a “actualizar” informação.

Isto, por si só, não prova que existam ladrões a marcar casas. Mas é um sinal de que vale a pena estar atento, especialmente se, ao mesmo tempo, tens notado outras coisas fora do normal: pessoas a rondar o prédio sem motivo aparente, encomendas que desaparecem do átrio, portas ou campainhas com marcas que ninguém assume.

 

O que deve fazer primeiro

 

Antes de entrares em modo filme de assaltos, convém fazer o básico: observar e perguntar. Olha para as outras caixas do correio e para os prédios ao lado. Os autocolantes repetem-se? Só a tua caixa está diferente? Surgiram todos ao mesmo tempo ou foram aparecendo aos poucos?

Depois, fala com quem está no terreno todos os dias. Muitas vezes o carteiro consegue dizer logo se aquilo faz parte do esquema deles. O administrador ou a empresa do condomínio também podem ter introduzido um sistema novo de identificação sem avisar toda a gente.

Se ninguém souber de onde vêm, tira uma foto para teres registo e fala com os vizinhos. Às vezes, ao juntar informação, descobre-se que não é nada. Outras vezes, percebe-se que há um padrão que justifica avisar a polícia ou, pelo menos, ficar mais atento.

 

Arranco ou deixo estar?

 

Se forem autocolantes oficiais, dos CTT, do condomínio ou de “não publicidade”, o melhor é não mexer sem perguntar. Se forem etiquetas anónimas, sem texto nem logótipo, que ninguém assume, podes perfeitamente removê-las depois de registares o que lá estava.

Fonte: MSN

“É seguro deitar água a ferver no lava-louça?”


Por: Joana Lopes

A maioria das canalizações modernas é feita com tubos de PVC ou plásticos similares, ao contrário das antigas canalizações metálicas. Nestes materiais mais recentes, embora haja boa resistência, a tolerância ao calor é limitada. Isto significa que a água a ferver pode enfraquecer, deformar ou até derreter as junções das canalizações, aumentando o risco de fissuras ou fugas, como explicado num artigo escrito por canalizadores profissionais.

Mesmo que o efeito imediato não seja visível, o calor repetido pode comprometer o sistema a longo prazo, sobretudo nas junções coladas dos tubos.

Além disso, se houver um entupimento com resíduos sólidos como gordura endurecida, restos de comida, calcário ou cabelos, a água a ferver pode ainda empurrar a obstrução para zonas mais profundas, agravando o problema.

Para resolver entupimentos, deve recorrer ao tradicional e económico desentupidor de borracha ou a um cabo de arame. Outra opção é misturar bicarbonato de sódio com vinagre, seguido de água morna.

Para prevenir problemas futuros, evite deitar gordura, óleos alimentares, restos de comida ou detergente acumulado nos ralos.

Fonte: MSN

“Em dezembro visitas às exposições”


Presença portuguesa às exposições

 

Sexta | 5 dezembro | 18.00 às 19.00 | €6

Estranheza e curiosidade foram ingredientes do diálogo intercultural entre Oriente e Ocidente. Daqui resultaram obras de arte fascinantes, que esta visita vai focar.

Saber mais em: https://www.foriente.pt/detalhe.php?id=B1032064-4569-48DC-AA5C-3B66C0CCF525&area=servico-educativo

 

Foto arte Ganesh Goa, fotografia e memória

 

Sexta | 5 dezembro | 19.00 às 20.00 | €6

Multifacetada e plural, a sociedade goesa teve no fotógrafo Krishna Navelkar um cronista atento. Douglas Santos da Silva, investigador e assistente do comissariado da exposição, apresenta este espólio excepcional.

Saber mais em: https://www.foriente.pt/detalhe.php?id=0627B921-2E8F-4633-9236-D3FABA34DAA3&area=servico-educativo

 

Deuses de terra escultura Velar

 

Sexta | 12 dezembro | 18.00 às 19.00 | €6

Palanisamy, Meyar e Khartik são artesãos Velar de Tamil Nadu, sul da Índia. A partir das suas obras, o comissário João Rolaça dá a conhecer as esculturas votivas em honra do deus Ayyanar e a prática cerâmica dos Velar.

Saber mais em: https://www.foriente.pt/detalhe.php?id=2C236A72-3308-40E6-A88D-438F73AF1EA6&area=servico-educativo

 

As maçãs azuis Portugal e Goa – 1948-1961

 

Sexta | 12 dezembro | 19.00 às 20.00

Visita à exposição Foto Arte Ganesh. Goa, Fotografia e Memória com base no livro de Edila Gaitonde. No âmbito da XVIII Festa do Livro.

Gratuito, mediante inscrição

Saber mais em: https://www.foriente.pt/detalhe.php?id=63489CE0-CA32-429B-8305-0A7829A06F27&area=servico-educativo

 

Japão: Festa e rituais

 

Sexta | 19 dezembro | 18.00 às 19.00 | €6

Das práticas Budistas ao panteão Xintoísta, percorremos um calendário anual de celebrações que honram os ritmos sazonais e mobilizam a sociedade em torno de valores comuns.

Saber mais em: https://www.foriente.pt/detalhe.php?id=68EC05C0-EDD1-48F9-96A0-BF02C53D900F&area=servico-educativo

M/ 16 anos [idade indicativa]

Foto | João Rolaça, Meyyar e Sakthivil no templo a Ayyanar, de Arantangui, Tamil Nadu, nos primeiros dias da investigação | © João Rolaça, 2019

MUSEU DO ORIENTE

Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte) | 1350-352 Lisboa

T. (+351) 213 585 200 | info@foriente.pt | www.foriente.pt

Fonte: Fundação Oriente