sábado, 3 de janeiro de 2026

“Museu da Amadora | Atividades em janeiro”


No primeiro mês de 2026 – janeiro, o Museu da Amadora, que integra, além do Núcleo Museológico do Casal da Falagueira núcleo sede e do Núcleo Museológico da Necrópole de Carenque, também o Núcleo Museológico do Moinho do Penedo, as Reservas Culturais e a Casa Roque Gameiro, promove diversas atividades.

Conheça-as de seguida:

■ 14 de janeiro (quarta-feira) | Visita orientada ao Núcleo Museológico do Casal da Falagueira

Horário: 15h00/16h30

Sinopse: Visita orientada ao Casal da Falagueira de Cima, um casal quinhentista com vários núcleos expositivos permanentes e uma exposição temporária “A Festa da Árvore na Amadora. 1909, 1910 e 1913”.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Local: Núcleo Museológico do Casal da Falagueira

Custo: 2€/pessoa | Gratuito para crianças e jovens até aos 17 anos

■ 14 de janeiro (quarta-feira) | Mesa Redonda “Naturalismo e Paisagem Urbana”

Horário: 18h00

Sinopse: No âmbito da exposição temporária “Modelos Vivos da Lisboa Velha. Alfredo Roque Gameiro” patente ao público na Casa Roque Gameiro, que celebra o centenário da primeira edição do álbum Lisboa Velha (1925), e em parceria com o Gabinete de Estudos Olisiponenses, irá decorrer no dia 14 de janeiro, no Palácio Beau Séjour, uma mesa-redonda intitulada “Naturalismo e Paisagem Urbana”, com os seguintes oradores: Maria de Aires Silveira (IHA-FCSH) – “O Carola da aguarela, em Lisboa” e Paulo Simões Rodrigues (IHA-FCSH) – “A Cidade como monumento: O “Lisboa Velha” enquanto construção de uma memória urbana”.

Local: Gabinete de Estudos Olisiponenses (Estada de Benfica, nº 368)

Entrada livre

■ 21 de janeiro (quarta-feira) | Visita orientada à Casa Roque Gameiro

Horário: 15h00/16h30

Sinopse: Visita à casa Roque Gameiro e à exposição temporária “Modelos Vivos da Lisboa Velha. Alfredo Roque Gameiro”.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Local: Casa Roque Gameiro

Custo: 2€/pessoa | Gratuito para crianças e jovens até aos 17 anos

■ Ano letivo 2025/2026 | “Museu em Ação” e “Venha conhecer os cantos à Casa”

Realização de oficinas diversas.

Visitas orientadas: Necrópole de Carenque, Villa romana da Quinta da Bolacha, Núcleo Museológico do Casal da Falagueira, Núcleo Museológico do Moinho do Penedo e Casa Roque Gameiro

Horário: 3.ª a 6.ª feira, às 10h00 e às 14h30

Estas atividades são gratuitas para as escolas públicas do Município, durante o período escolar, no máximo de 2 por turma e por equipamento e instituições de solidariedade social, no máximo de 2 por utente e por equipamento.

Destina-se a escolas e grupos organizados

As atividades são pagas, exceto as indicadas, e necessitam de inscrição prévia por email (museu@cm-amadora.pt) ou por telefone (214 369 090).

Deve ser indicado o nome completo do participante e o contacto telefónico.

As inscrições devem ser feitas até 48 horas da data da sua realização, ou conforme indicado.

As desistências devem ser comunicadas no mínimo com 24 horas de antecedência, sob pena de impedimento de inscrição noutras atividades.

Toda a programação e horários podem sofrer alterações sem aviso prévio.

Núcleo Museológico do Casal da Falagueira

Parque Aventura, Beco do Poço, 2700-000 Amadora

Horário: Terça-feira a sábado, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00 | domingos, das 14h30 às 17h30 | Aberto aos feriados

Casa Roque Gameiro

Praceta 1.º de Dezembro, n.º 2, 2700-672 Amadora

Horário: Terça-feira a sábado, das 10h00 às 17h30 | domingos, das 14h30 às 17h30 | Aberto aos feriados

Núcleo Museológico do Moinho do Penedo

Rua Dr. Azevedo Neves, Alto do Penedo

Núcleo Museológico da Necrópole de Carenque

Topo da Av. Luis de Sá

Horário: sábado, das 14h00 às 18h00 e domingo, das 09h00 às 14h00 (Verão) | sábado, das 13h00 às 17h00 e domingo, das 10h00 às 15h00 (Inverno)

Encerrado nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1 de janeiro.

Enquadrado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Fonte: Câmara Municipal Amadora

“Infeções urinárias sem tabus. O que são, como se previnem e como se tratam?”


As infeções urinárias são muito comuns nas mulheres e podem causar ardor, urgência em urinar e desconforto. Saber reconhecer os sintomas, tratar corretamente e adotar hábitos preventivos é essencial para manter a saúde íntima e evitar recorrências.

Sabia que as infeções urinárias estão entre as infeções bacterianas mais comuns em todo o mundo? Apesar de não existirem muitos dados sobre a realidade portuguesa, um estudo europeu revelou que 1 em cada 5 mulheres adultas terá pelo menos um episódio ao longo da vida. E, nos EUA, estima-se que mais de metade das mulheres tenha tido uma infeção urinária alguma vez, sendo que 1 em cada 3 já passou por isso antes dos 24 anos. Ou seja: não está sozinha se já lidou com esta chatice.

 

O que é, afinal, uma infeção urinária?

 

De forma simples, é quando bactérias normalmente vindas do intestino chegam à bexiga e provocam inflamação. A campeã destas infeções é a Escherichia coli, responsável por 70% a 90% dos casos. O problema pode afetar apenas a bexiga (cistite), mas também pode subir até aos rins (pielonefrite), o que exige mais cuidado.

 

A entrada das bactérias no trato urinário pode ser favorecida por alguns fatores como:

 

Relações sexuais (sobretudo se não urinar logo a seguir);

Uso de espermicidas ou diafragma;

Higiene íntima feita de trás para a frente (movendo bactérias para a uretra);

Ficar muito tempo sem urinar;

Alterações hormonais ou na flora vaginal;

Roupa apertada ou tecidos pouco respiráveis.

 

Sintomas a que deves estar atenta

 

Antes de surgirem os sintomas, as infeções urinárias começam geralmente com a entrada e multiplicação de bactérias na bexiga, provocando inflamação e desconforto. É importante que estejam atentas aos sinais de alerta mais comuns, como ardor ou dor ao urinar, vontade frequente e urgente de ir à casa de banho mesmo que saia pouca urina, urina turva ou com cheiro forte e dor na zona inferior da barriga.

Em situações mais graves, pode surgir febre e dor lombar, o que pode indicar que a infeção chegou aos rins. Nestes casos, não se deve adiar e é fundamental procurar ajuda médica de imediato.

 

Como se trata?

 

A cistite não complicada é normalmente tratada com antibióticos específicos, prescritos após avaliação médica. Em alguns casos, analgésicos ou anti-inflamatórios podem ajudar a aliviar o desconforto. Não interrompa o tratamento antes do tempo, mesmo que os sintomas melhorem é essencial para evitar resistências.

 

Nem sempre é possível evitar uma infeção urinária, mas há hábitos que reduzem muito o risco:

 

Beber mais líquidos, especialmente água, para ajudar expelir as bactérias;

Não atrase a ida à casa de banho quando sente vontade;

Limpar-se sempre de frente para trás após urinar ou evacuar;

Urinar logo após a relação sexual;

Evitar duches vaginais e produtos agressivos na higiene íntima;

Optar por roupa interior de algodão e evitar peças muito apertadas;

Reduzir ou evitar o uso de espermicidas e diafragma, se tem infeções recorrentes.

 

E quanto aos suplementos?

 

Alguns produtos com arando vermelho e D-manose podem ajudar a prevenir, pois dificultam a adesão da E. coli à bexiga. Há também probióticos e imunoprofilaxia que podem ser recomendados em casos de infeções recorrentes, sempre com orientação médica.

Ninguém tem tempo para travar guerras com a bexiga. Conhecer os sinais, tratar logo e apostar na prevenção é meio caminho andado para manter as bactérias longe.

Já sabe: mais água, bons hábitos e… xixi depois do sexo a bexiga vai agradecer.

Fonte: Sapo on-line Saúde