Por: Tiago Carvalho
A freguesia do Ladoeiro acolheu, no dia 1 de
novembro, uma cerimónia pública de homenagem aos combatentes, marcada pela
inauguração do Monumento aos Combatentes e pela apresentação do livro
“Ladoeirenses na Guerra do Ultramar”.
Antigos combatentes, familiares, população e representantes de entidades civis, militares e religiosas reuniram-se num momento de reconhecimento e valorização daqueles que serviram Portugal.
O programa teve início junto ao novo monumento,
com o hastear da Bandeira Nacional ao som do Hino Nacional, interpretado pela
Filarmónica Idanhense, contando com a participação da Guarda de Honra do
Regimento de Infantaria n.º 15 (RI 15). Seguiram-se a inauguração e a bênção do
monumento, a deposição de coroas de flores e um minuto de silêncio em memória
dos combatentes falecidos.
Tomaram a palavra o Bispo da Diocese de Portalegre-Castelo Branco, D. Pedro Fernandes; o Presidente da Junta de Freguesia do Ladoeiro, João António Milheiro de Almeida; o Presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-General Joaquim Chito Rodrigues; o Presidente da Assembleia Municipal de Idanha-a-Nova; e a Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Elza Gonçalves.
Nas intervenções, foram enaltecidas a dedicação e a coragem dos combatentes ladoeirenses, bem como os sacrifícios de quem serviu Portugal em diferentes teatros de guerra e em missões de manutenção da paz e de caráter humanitário. A homenagem estendeu-se às suas famílias, pelo apoio e pela resiliência demonstrados. Foi também sublinhada a importância de preservar a memória coletiva e de transmitir às novas gerações os valores do serviço, da solidariedade e do compromisso com o país.
Num segundo momento, o Centro Cultural do
Ladoeiro recebeu a apresentação do livro “Ladoeirenses na Guerra do Ultramar”,
da autoria de António Silveira. Apresentada pelo Tenente-Coronel Fernando
Costa, Presidente do Núcleo de Castelo Branco da Liga dos Combatentes, a obra
reúne testemunhos, memórias e elementos históricos sobre a participação dos
combatentes ladoeirenses na Guerra do Ultramar.
A inauguração do monumento e a publicação desta
obra constituem um legado para a preservação da história e da identidade local,
perpetuando o reconhecimento da comunidade aos seus combatentes e às suas
famílias.
Fonte: Câmara Municipal Idanha-a-Nova




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