segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

“Regresso às aulas: como os relógios inteligentes podem ser os aliados das crianças no pós-festas”


Por: Inês Fernandes

• Depois da azáfama das festas de Natal e Ano Novo, o regresso às aulas pode ser um desafio para os mais novos

• A proibição do uso dos telemóveis em contexto escolar mantém-se até ao final do ano letivo

• A SaveFamily alerta para o impacto do regresso à normalidade sem tecnologia, ao mesmo tempo que 26,9% dos pais reconhecem que em épocas festivas e fins de semana as crianças passam entre 2 a 3 horas em frente a dispositivos eletrónicos

Ao fim de quase duas semanas de interrupção letiva, de horas de brincadeira e muita ilusão com as prendas do Pai Natal, chega a hora do regresso à normalidade e às aulas. É natural identificar nos mais novos alguma ansiedade, quer seja por deixarem de ter tanto tempo livre, seja por saberem que lhes esperam alguns meses até à próxima paragem, seja porque voltam a um ambiente em que a proibição dos telemóveis continua a ser imposta e estarão mais tempo afastados dos ecrãs.

Este regresso à normalidade pode trazer alguns desafios para todos, sejam pais ou crianças sobretudo quando consideramos os dados recolhidos pela SaveFamily em que 26,9% dos pais reconhecem que os seus educandos ficam em média 2 a 3 horas conectados em tempos de festas e fins de semana.

Contudo, importa ajudar os mais novos a encarar este regresso com naturalidade e fazê-los entender que em muitas situações a tecnologia pode ser uma aliada bastante eficaz para colmatar alguns receios quando usada com moderação.

“Depois de dias de diversão e, nalgumas circunstâncias, com algum tempo despendido online, percebemos que pode ser desafiante para os mais novos regressarem à normalidade, mais ainda com a total proibição do uso de telemóveis em contexto escolar”, refere Jorge Álvarez, CEO da SaveFamily, empresa especializada em tecnologia infantil. “Mas importa construir nos mais novos um sentido de responsabilidade para com estas regras, assim como fazê-los compreender que a tecnologia, quando bem utilizada, pode ser um recurso e uma mais-valia poderosas para o seu dia-a-dia”.

Neste contexto, existem algumas soluções alternativas que se comportam como um aliado para pais e crianças neste regresso à normalidade. Entre estas soluções, os relógios inteligentes para crianças ganham cada vez mais adeptos como ferramentas para a transição para a normalidade. Pensados especificamente pelos mais novos e para os mais novos, atendendo também às exigências dos pais, os relógios permitem realizar chamadas e enviar mensagens aos contactos autorizados, contam com geolocalização em tempo real, botão SOS para emergências e controlo parental a partir do telemóvel dos adultos.

Importa reforçar que não ter o telemóvel em aula não significa proibir totalmente a tecnologia, e que este é um momento que se apresenta como fundamental para criar uma maior consciência e responsabilidade nos mais pequenos no seu futuro tecnológico. De facto, a medida do governo português está em linha com o plano da digitalização das escolas, e compreende criar estratégias em que a tecnologia cresce com os mais novos. Alguns equipamentos, como os relógios inteligentes para crianças, permitem crescerem com a tecnologia, ao mesmo tempo que cumprem com as regras e se tornam utilizadores responsáveis, uma vez que detêm modos de concentração para o tempo letivo, assim como permitem controlar o tempo que a criança está conectada.

Simultaneamente, permitem manter o contacto com os pais, uma ferramenta essencial para as crianças mais novas que entram pela primeira vez num ambiente escolar novo, ou que tenham receios mais vincados de isolamento social.

Além do mais, os mais recentes smartwatches infantis desenvolvidos para as crianças e pelas crianças da SaveFamily incluem inteligência artificial adaptada a crianças, com conteúdos educativos e acompanhamento digital responsável, garantindo uma maior segurança para todos no uso da tecnologia e neste regresso à normalidade e ao quotidiano escolar. A inteligência artificial converte-se num recurso educativo que acompanha a criança sem substituir o papel dos docentes e das famílias. Desta forma, as crianças podem apoiar-se na tecnologia para esclarecer conceitos, gerir pequenas inquietudes ou reforçar hábitos positivos, sempre dentro dos limites de utilização responsável e adaptados à sua idade.

Além do mais, a Inteligência Artificial integrada nos smartwatches infantis permite personalizar a experiência de aprendizagem, oferecendo conteúdos educativos adequados a cada etapa e fomentando um uso equilibrado da tecnologia. Graças ao controlo parental e aos modos de concentração durante o horário letivo, estas soluções garantem que a IA actua como uma aliada no processo educativo, sem interferir no rendimento escolar nem na convivência escolar.

 

Acerca de SaveFamily

É a empresa de origem espanhola líder em smartwatches com GPS. Desde os seus escritórios centrais distribui os seus produtos em mais de 26 países.

Criada em 2017, uma equipa multidisciplinar composta por mais de 40 profissionais responde a mais de 500 mil famílias que formam parte da sua carteira de clientes.

Fonte: Newsline Agência de Comunicação

“Concerto de Ano Novo da Banda de Música da SFCIA | Cineteatro D. João V”


Dia 11 janeiro

 

A Banda de Música da SFCIA - Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora promove, com o apoio da Câmara Municipal da Amadora, o já habitual Concerto de Ano Novo, no próximo dia 11 de janeiro (domingo), pelas 17h00, no Cineteatro D. João V.

O concerto será dirigido pelo maestro Helder Gonçalves.

M/6 | 6 € (público em geral) | 3 € (associados da SFCIA)

Bilhetes à venda na bilheteira do Cineteatro D. João V no próprio dia, das 15h00 ao início do concerto.

Cineteatro D. João V

Largo da Igreja, 5B/C/D – Damaia

Águas Livres (2720-295) Amadora

Telefone: 214 975 187

GPS: 38.746158, -9.218532

Acessibilidades:

Auditório: 8 lugares p/ espetadores com mobilidade reduzida e 8 lugares p/ acompanhantes;

Elevador p/ acesso ao Foyer e WCs;

WCs (Feminino e Masculino) adaptados p/ espetadores com mobilidade reduzida.

Transportes, Táxis e Parque Público de Estacionamento:

Estação da Damaia - Linha de Sintra – Lisboa

Carris Metropolitana

Táxis (Praça de táxis a 500 mts.)

Enquadrado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Fonte: Câmara Municipal Amadora

domingo, 4 de janeiro de 2026

“O inimigo não é só o açúcar. A verdade sobre a gordura nos bolos e sobremesas”


Por: Cláudia Viegas

Foto:  Designed by Freepik

Aos bolos queremo-los macios, altos, húmidos, mas para os termos perfeitos há que lhes acrescentar açúcar e gordura, duas fontes de calorias. Há substitutos, mas será que são as melhores opções? A nutricionista Cláudia Viegas dá-nos a resposta.

A um bolo, tal como o queremos, alto, fofo e húmido não lhe pode faltar açúcar, farinha, gordura, entre outros ingredientes, ainda que os três citados sejam aqueles que mais pesam do ponto de vista nutricional e no que respeita às calorias.

 

Açúcar

 

Podemos não pôr açúcar num bolo ou sobremesa? Podemos. Mas para ficar doce temos de substituir por uma, entre várias alternativas doces, a saber:

Adoçantes – São-no porque em pequenas quantidades têm um poder de adoçar maior. Usamos, assim, quantidades muito inferiores. No que aos bolos e sobremesas diz respeito, os adoçantes não são a melhor opção. Isto porque não criam volume. Ficamos com um bolo baixo e mais pequeno.

Fruta – A fruta também tem açúcar (frutose), cujo consumo elevado também não é benéfico para a saúde. Para além disso a fruta contém glicose (também um açúcar). A fruta triturada que adicionamos aos bolos e sobremesas fica com um índice glicémico mais elevado, mantendo-se o problema do açúcar.

Outros açúcares (entre eles o mel, açúcar de coco, xarope de agave) - As calorias são praticamente as mesmas quando comparadas com o açúcar tradicional e as diferenças no índice glicémico e a riqueza em minerais não justificam a substituição.

Acima de tudo nenhuma destas substituições justifica que se comam bolos e sobremesas sem freio, face às opções tradicionais.

 

Gordura

 

Muitos de nós esquecemo-nos que este é um dos ingredientes mais problemáticos dos bolos e sobremesas. Associamos rapidamente os doces a uma fonte de açúcar do que de gordura. Há que reter que, por cada grama de açúcar, resultam 4 Kcal e por um grama de gordura resultam 9 Kcal. Logo, quando contamos calorias é muito mais importante a quantidade de gordura adicionada do que a quantidade de açúcar.

Podemos substituir a gordura? Sim, mas o resultado não é igual. A gordura deixa os bolos húmidos, mais apetecíveis do ponto de vista da palatibilidade, mais macios, entre outros aspetos qualitativos.

Alternativas ao efeito da gordura nos bolos, biscoitos e sobremesas são o tofu, o queijo creme. Entre gorduras, podemos optar pelas mais saudáveis, trocando margarina por azeite, manteiga por óleo vegetal, mas temos de ter consciência de que as gorduras têm sempre as mesmas calorias.

Cada grama resulta em 9 Kcal, independentemente de usarmos azeite, óleo de coco, de sésamo ou de girassol. Exceções feitas à manteiga e margarinas light que podem ter metade das calorias, mas que também não são a melhor solução, pois muitas vezes não são indicadas paras as confeções, ou por possuírem gorduras trans são, ainda, mais prejudiciais.

A concluir: bolos e sobremesas são fonte de prazer, mas não para serem ingeridos com frequência. Bolos saudáveis não existem, podem ser mais equilibrados, ainda assim para comer com “conta, peso e medida”.

***Cláudia Viegas é Professora Adjunta na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa. Os seus principais interesses de investigação estão relacionados com Alimentação em contexto de Hotelaria e Restauração na relação com a Saúde Pública, Promoção e Proteção da Saúde e Estilos de Vida.

Fonte: Sapo on-line Saúde