terça-feira, 3 de junho de 2025

“Fiscalização de Corredores BUS”


CARRIS fiscaliza utilização indevida dos corredores BUS e das paragens

 

Em cerca de seis meses registaram-se mais de 3.000 infrações, que resultaram em advertências, multas e ativação de reboques. Esta medida arrancou em setembro do ano passado, numa parceria com a Polícia Municipal.

 

Mais de 3.000 infrações por uso indevido de paragens e corredores BUS

 

Em pouco mais de seis meses, a CARRIS registou mais de 3.000 infrações por utilização indevida das paragens e dos corredores BUS, numa fiscalização que resultou em advertências, multas e reboques.


Esta medida, que arrancou em setembro do ano passado, numa parceria com a Polícia Municipal, tem como intuito melhorar a circulação dos autocarros e elétricos na cidade de Lisboa e aumentar a sua velocidade comercial.

Foi implementado um conjunto de medidas, destacando-se a fiscalização à utilização indevida das paragens e dos corredores BUS.

Contribuição para a melhoria da circulação dos autocarros e elétricos

1.591 advertências, 1.441 multas e 28 casos de ativação de reboques

Este projeto começou pela sensibilização dos condutores, pelo que o maior número de infrações resultou em advertências, tendo-se registado, no total, 1.591 advertências, 1.441 multas e 28 casos de ativação de reboques.


O serviço de fiscalização nas paragens e nos corredores BUS é uma das etapas do plano para libertar, cada vez mais, as vias de circulação dedicadas ao transporte público, contribuindo, assim, para a melhoria da circulação dos autocarros e elétricos e para a mobilidade na cidade de Lisboa.

A melhoria do serviço de transporte público é uma prioridade para a Cidade e, por esse motivo, está previsto o alargamento deste serviço através de ações conjuntas com a EMEL e, numa fase posterior, com agentes da CARRIS. Atualmente, as sanções aos infratores são aplicadas pelas forças de segurança.

 

Novos corredores BUS, prioridade semafórica e câmaras nos veículos

 

Em articulação com a Câmara Municipal de Lisboa, está ainda a ser implementado um conjunto de outras ações que passam, nomeadamente, pela criação de novos corredores BUS e pela implementação de prioridade semafórica nos cruzamentos mais relevantes.

Além destas atividades, no quadro da participação da CARRIS no Projeto Europeu UPPER, a empresa está também a testar a utilização de câmaras nos seus veículos, para detetar automaticamente infrações de tráfego com impacto na circulação dos autocarros e elétricos.

Fonte: CARRIS

“Dia 11 junho | Visita orientada à Casa Roque Gameiro”


No dia 11 de junho (quarta-feira), realiza-se das 15h00 às 16h30 uma Visita orientada à Casa Roque Gameiro.

 

Sinopse

A Casa Roque Gameiro constitui um exemplar único no Concelho da Amadora, cuja arquitetura e decoração nos remetem para o conceito de “casa portuguesa”.

Além do seu valor artístico, conserva ainda a história da ilustre família de artistas que ali viveu entre o final do século XIX e as primeiras décadas do XX.

Nesta visita, será dada a conhecer a vida e obra de Guida Ottolini, refletida na exposição temporária, patente até julho.

Destinatários: Famílias e participantes individuais

Custo: 2€/pessoa, gratuito para crianças e jovens até aos 17 anos

Inscrição prévia por email museu@cm-amadora.pt ou por telefone (214 369 090).

Deve ser indicado o nome completo do participante e o contacto telefónico.

As inscrições devem ser feitas até 48 horas da data da sua realização, ou conforme indicado.

As desistências devem ser comunicadas no mínimo com 24 horas de antecedência, sob pena de impedimento de inscrição noutras atividades.

Casa Roque Gameiro

Praceta 1.º de Dezembro, n.º 2, 2700-672 Amadora

Horário: Terça-feira a sábado, das 10h00 às 17h30 | domingos, das 14h30 às 17h30 | Aberto aos feriados

Toda a programação e horários podem sofrer alterações sem aviso prévio.

Enquadrado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Fonte: Câmara Municipal Amadora

“Idanha com Saúde de Proximidade”


Por: João Mascarenhas Duarte

A saúde tem sido uma prioridade estratégica do Município de Idanha-a-Nova, que tem vindo a implementar medidas concretas para colmatar algumas carências do Serviço Nacional de Saúde (SNS), quer na rapidez de resposta, quer na diversidade de especialidades médicas disponíveis, sempre em articulação com a ULS de Castelo Branco.

Em 2018, foi celebrado um protocolo de cooperação com a Unidade Local de Saúde (ULS) de Castelo Branco, no qual o Município cumpriu integralmente os seus compromissos: remodelou o Centro de Saúde de Idanha-a-Nova, adquiriu duas unidades móveis de saúde e garantiu o seu funcionamento, assegurando os recursos necessários, humanos, com técnicos administrativos, biomédico, enfermeiro e médico.

Apesar destes esforços conjuntos, em 2020 persistiam sérias limitações no acesso a cuidados de saúde no concelho, com a falta de médicos de família e extensões de saúde encerradas. A estas dificuldades juntava-se o facto de exames, análises clínicas, terapias e consultas de especialidade estarem, em muitos casos, a mais de 100 km de algumas freguesias.

Face a esta realidade, o Município decidiu, em 2021, contratar serviços de saúde complementares, através de um seguro de saúde, uma solução já adotada por outros municípios do país, como Figueira de Castelo Rodrigo, Nisa, Óbidos, Miranda do Douro, Penela, Penafiel, Mourão, Bragança, entre outros.

O Cartão Raiano de Saúde foi mais longe: não se limitou a oferecer serviços médicos e de enfermagem. Apostou na prevenção, na proximidade e numa visão integrada do bem-estar da população. Trata-se de uma abordagem pioneira, centrada na pessoa e na promoção de uma saúde mais humana e acessível.

No domínio da prevenção, os serviços incluíram o acesso à rede "Bem-Estar" (com termalismo, acupunctura, quiroprática, fisioterapia, entre outros) e sessões no Balneário Termal do concelho.

Nos cuidados médicos, foram disponibilizadas consultas de clínica geral e consultas de todas as especialidades médicas, tais como, pedopsiquiatria, terapia da fala, neurologia, assim como cirurgias e exames complementares de diagnóstico e serviços de enfermagem e transporte gratuito para tratamentos e consultas.

As unidades móveis, financiadas pelo Município e por programas comunitários, em articulação com a ULS de Castelo Branco, de acordo com o protocolado, garantiram uma resposta de proximidade, funcionando como um complemento efetivo ao SNS, no quadro deste protocolo com a ULS.

Importa esclarecer que o seguro associado ao Cartão de Saúde Raiano tem como objetivo garantir o acesso à Rede Médica Nacional, não substituindo qualquer cobertura pública de saúde, mas sim o seu complemento e reforço.

Ainda com o objetivo de manter estes serviços ao dispor da população, o Município procedeu, entretanto, de forma legal a uma nova contratação por um período de dois anos. O Tribunal de Contas considera que os Municípios não têm competência legal para assegurar este tipo de serviços, nem para disponibilizar seguros de saúde a cidadãos já abrangidos por um subsistema público de saúde, como por exemplo a ADSE.

O Município de Idanha-a-Nova não concordando com esta interpretação, apresentou a sua defesa e aguarda, com serenidade, a decisão final do Tribunal de Contas, reforçando a necessidade que territórios como Idanha, de muito baixa densidade e extensos, tenham acesso a serviços de saúde de proximidade, para todos os cidadãos, nomeadamente os que não têm subsistemas de saúde como a ADSE e outros.

Neste momento, importa reforçar que ainda não existe qualquer decisão definitiva sobre este contrato, por parte do Tribunal de Contas.

Por outra via, o Município continua a trabalhar com a ULS no âmbito do protocolo celebrado desde 2018 e as suas Adendas, de forma a encontrar soluções que garantam a continuidade destes serviços essenciais e que reforcem esta oferta, com mais serviços, inovadores. O que verdadeiramente importa é assegurar que a população de Idanha-a-Nova continue a ter acesso a cuidados de saúde de qualidade, com proximidade e dignidade.

Fonte: Câmara Municipal Idanha-a-Nova