segunda-feira, 27 de julho de 2026

“IRRESTIVELMENTE DOCE E REFRESCANTE, GOMA É A NOVA PARAGEM OBRIGATÓRIA DO PARQUE EDUARDO VII ESTE VERÃO”


Por: Maria Francisca Espadinha

Goma é a gelataria que acaba de chegar ao Parque Eduardo VII com gelados artesanais da Artisani, prolongando a experiência do quiosque Beca Beca

Lisboa acaba de ganhar um novo espaço para miúdos e graúdos com a abertura da Goma, uma gelataria de gelados artesanais Artisani instalada no Parque Eduardo VII, junto ao parque infantil, que pretende tornar os passeios no jardim mais saborosos e memoráveis.

Há passeios que pedem um gelado. E há gelados que tornam qualquer passeio ainda melhor. Foi precisamente dessa ideia que nasceu a Goma. Localizada num dos espaços verdes mais emblemáticos de Lisboa, a nova gelataria foi pensada para oferecer uma experiência prática, descontraída e deliciosa para quem passa pelo Parque Eduardo VII, criando um ponto de encontro onde crianças e adultos podem fazer uma pausa sem abandonar o jardim.

A grande protagonista da nova gelataria é a seleção de gelados artesanais da Artisani, reconhecidos pelos sabores frescos que conquistam todas as gerações. Entre as propostas mais procuradas destacam-se o Morango, a Manga, o Chocolate Belga e a Baunilha, opções cremosas e irresistíveis que prometem transformar qualquer passeio numa experiência ainda mais saborosa.

A oferta inclui também sorbets sem lactose, ideais para quem procura alternativas mais leves, e embalagens takeaway até 1,5 litros, permitindo prolongar a experiência em casa, em família ou entre amigos. Com esplanada e serviço Grab&Go, a Goma adapta-se a diferentes momentos do dia, seja para uma pausa refrescante entre brincadeiras no parque infantil, seja para quem prefere continuar o passeio com um gelado na mão.

E, quando a vontade é ficar mais um pouco, a experiência continua a poucos metros de distância, no quiosque do mesmo grupo, Beca Beca. Aberto diariamente entre as 10h30 e as 22h00, o quiosque convida a viver o parque e a natureza, a partir do coração da cidade, com uma carta descontraída que inclui pizzas desenvolvidas em parceria com o Grupo Non Basta, saladas frescas e uma seleção de cocktails clássicos, perfeitos para aproveitar os fins de tarde ao ar livre.

Quando o dia dá lugar ao entardecer, o ambiente ganha uma nova energia com o Beca Beats, um ciclo de eventos que reúne artistas de diferentes nacionalidades, maioritariamente ligados à música eletrónica. A iniciativa pretende dinamizar os finais de tarde no Parque Eduardo VII, criando um ambiente vibrante para ouvir música, conviver e desfrutar do espaço de forma diferente. As próximas datas serão anunciadas nas redes sociais do Beca Beca.

A escassos metros do Beca Beca, junto à Estufa Fria e ao Clube VII, a Goma abre portas de quarta-feira a domingo, entre as 13h00 e as 20h00, e promete ser o hotspot mais refrescante deste verão para miúdos e graúdos, bem no centro da cidade.

Fonte: MARIE – PR & Brand Consulting

domingo, 26 de julho de 2026

“Idanha-a-Nova recebe Filarmónica Friburguense do Brasil”


Por: Nuno Morais Capelo

A Sala de Sessões dos Paços do Concelho de Idanha-a-Nova acolheu hoje, dia 16 de julho de 2026, a receção oficial à comitiva da Sociedade Musical Beneficente Campesina Friburguense, proveniente do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

A cerimónia oficial estreitou a ligação cultural e institucional entre o Município de Idanha-a-Nova, reconhecido como Cidade Criativa da Música pela UNESCO, e a instituição brasileira, que conta com mais de um século e meio de dedicação à formação cívica e artística.

Durante a sessão de boas-vindas ao presidente da direção da Filarmónica Friburguense, Maestro Carlos Magno, e aos restantes músicos da comitiva, a Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova destacou o valor histórico desta união musical.


“Em nome do Município e do Povo de Idanha-a-Nova, dou-vos as boas-vindas. Recebê-los aqui significa acolher o povo irmão do Brasil, cimentando os laços históricos de afeto, proximidade e amizade que unem permanentemente as nossas Nações”, afirmou Elza Gonçalves.

O encontro evidenciou as semelhanças e o papel comunitário partilhado entre a Filarmónica Friburguense e a Filarmónica Idanhense. Ambas as instituições atuam de forma central na preservação da identidade cultural, na formação de jovens e na transmissão do património musical entre gerações, levando o nome das respetivas regiões além-fronteiras.


A Presidente da Câmara de Idanha-a-Nova expressou também o reconhecimento institucional pelo empenho das duas filarmónicas neste projeto de intercâmbio fraterno, que une dois povos através da tradição e da música.

Fonte: Câmara Municipal Idanha-a-Nova

“Rede Portuguesa das Cidades Criativas da UNESCO em destaque na XXVI Feira Raiana”


Por: Nuno Morais Capelo

O Município de Idanha-a-Nova integra, no programa da XXVI Feira Raiana, uma área, localizada na tenda do recinto, inteiramente dedicada à Rede Portuguesa das Cidades Criativas da UNESCO. Este espaço partilhado constitui uma oportunidade para o público conhecer o conceito e os projetos de desenvolvimento local assentes na cultura, na criatividade e na sustentabilidade que unem as onze cidades nacionais que integram esta rede global.

A Rede de Cidades Criativas da UNESCO foi criada para promover a cooperação entre municípios que identificam a criatividade como um fator estratégico de desenvolvimento urbano sustentável. A plataforma serve para facilitar a partilha de boas práticas, dinamizar o turismo cultural, incentivar a inovação e criar parcerias internacionais, integrando a cultura nos planos económicos e sociais de cada território.


Em Portugal, a Rede de Cidades Criativas da UNESCO é atualmente composta por onze municípios que se destacam em cinco domínios de referência. O percurso português nesta rede global teve início em 2015, ano em que Idanha-a-Nova foi integrada na categoria da Música e Óbidos na Literatura. Dois anos mais tarde, em 2017, verificou-se uma expansão com a entrada de mais três membros. Amarante reforçou a vertente da Música, Barcelos assumiu o protagonismo no Artesanato e Artes Populares, e Braga posicionou-se na vanguarda das Media Arts.

O crescimento da rede continuou em 2019 através da integração de Caldas da Rainha, que se distinguiu também no Artesanato e Artes Populares, e de Leiria, que se juntou ao grupo dedicado à Música. Em 2021, o mapa criativo nacional diversificou-se ainda mais com a chegada da Covilhã no domínio do Design e de Santa Maria da Feira na área da Gastronomia. Mais recentemente, em 2023, Castelo Branco e Matosinhos consolidaram a posição portuguesa nas categorias de Artesanato e Artes Populares e Gastronomia, respetivamente.


A presença conjunta destes municípios na XXVI Feira Raiana evidencia o compromisso de Idanha-a-Nova e do coletivo das Cidades Criativas UNESCO portuguesas, com o trabalho em rede e com o papel essencial da cultura e criatividade no território português. O espaço oferece aos visitantes um breve apontamento acerca da diversidade cultural e do potencial do país em áreas de referência global, num convite à descoberta de uma vertente de intervenção que merece ser melhor conhecida de todos.

A Feira Raiana transforma-se, assim, no palco de uma simbiose única onde as diferentes formas de expressão artística se interligam e potenciam mutuamente. No artesanato e no design, testemunha-se o cruzamento perfeito entre a tradição e a modernidade através do diálogo entre as peças identitárias de Barcelos, Caldas da Rainha, Castelo Branco e a contemporaneidade da Covilhã. A esta componente visual junta-se uma experiência auditiva envolvente com uma playlist que funde as identidades musicais de Idanha-a-Nova, Amarante e Leiria com a riqueza da expressão oral e performativa da literatura de Óbidos. Esta atmosfera é ampliada pela transversalidade tecnológica das média arts de Braga, que serve de cenário dinâmico para uma verdadeira viagem sensorial completada pela experiência gastronómica das degustações propostas por Santa Maria da Feira e Matosinhos.

Fonte: Câmara Municipal Idanha-a-Nova