sexta-feira, 9 de maio de 2025

“EasyPark: um ecossistema de estacionamento para a mobilidade na Europa”


Por: Inês Fernandes

A aplicação de gestão de estacionamento continua a crescer com aquisições internacionais e mais cidades em território nacional

Iniciar, prolongar e terminar as sessões de estacionamento, e tornar as cidades mais habitáveis são os focos da EasyPark

Neste Dia da Europa, a sustentabilidade ambiental continua a ser um dos focos dos países europeus, e o impacto da mobilidade nos centros urbanos é um dos pontos mais frágeis para tornar as cidades mais sustentáveis. Com desafios como são a pressão do trânsito no acesso às cidades e zonas mais históricas, a pressão demográfica e turística e, até, veículos com dimensões cada vez maiores, a gestão dos ecossistemas de estacionamento torna-se diariamente mais e mais complexa.

Estas preocupações são transversais aos diferentes países, pelo que a necessidade de um projeto comum para a mobilidade urbana na Europa. Ao mesmo tempo, as viagens de carro tornaram-se mais comuns e fáceis com redes rodoviárias cada vez melhores e que chegam a mais locais. Viajar pela Europa tornou-se totalmente normal, o que se reflete em, por exemplo, dados de estacionamentos em Portugal de habitantes de zonas tão longínquas como a Finlândia ou a Suécia, assim como condutores destes mesmos países encontram em Portugal um local de férias, turismo ou, até, trabalho, como revelam dados da EasyPark para o mais recente período festivo da Semana Santa.

Estas tendências de deslocação são comuns à Europa, assim como são as perspetivas de um futuro com mais carros elétricos, mais acessos a estacionamento com recurso à tecnologia de leitura de matrículas, reserva de lugares com antecedência para evitar movimentações desnecessárias, ou seja, em tornar as cidades cada vez mais inteligentes e que funcionem a favor do condutor e do ecossistema de estacionamento.

Disponível em mais de 6000 cidades em 80 países de todo o mundo, entre os quais os europeus como são Portugal, Espanha, França, Eslovénia, Itália ou Hungria, a EasyPark permite aos seus utilizadores gerirem as suas sessões de estacionamento, iniciar, prolongar ou terminar, através do seu telemóvel ou computador de bordo do seu veículo, sempre na língua de origem do utilizador e com o método de pagamento selecionado na abertura da conta. Ao mesmo tempo, esta eficácia na gestão do estacionamento, liberta o condutor de preocupações como é ter moedas para o parquímetro, conhecer o idioma em que este está ou até, saber exatamente se se encontra ou não numa zona de pagamento. Nas cidades com tecnologia EasyPark a aplicação identifica automaticamente por localização geográfica as diferentes zonas de pagamento, evitando assim multas ou pagamentos indevidos por parte dos utilizadores.

A operar em Portugal desde 2021, a EasyPark pode ser utilizada em mais de 30 municípios de norte a sul do país, acompanhando os utilizadores em todos os momentos do seu quotidiano.

Com o compromisso de tornar as cidades mais habitáveis, melhorando e simplificando o ecossistema de estacionamento, a EasyPark pretende contribuir para a mobilidade urbana mais eficiente em toda a Europa e no mundo.

“A EasyPark é uma empresa de origem europeia, mas a sua atuação vai mais além das fronteiras do continente europeu. Queremos ajudar a tornar as cidades mais habitáveis, uma por uma, em Portugal, na Europa e no Mundo. Este Dia da Europa recorda-nos que é possível trabalhar com um objetivo comum de tornar o que está mais longe, bem mais perto, e um futuro em que a mobilidade urbana e a sustentabilidade trabalham juntas pelo equilíbrio de todos os ecossistemas”, reforça Jennifer Amador Tavares de Sousa, Diretora para Portugal do EasyPark Group.

No início de 2025 a EasyPark adquiriu o grupo Flowbird o que permitiu não apenas aumentar o seu portfolio, mas também chegar a mais cidades e países, melhorando a gestão de estacionamento em todas as deslocações a nível nacional e internacional.

A aplicação está disponível para download aqui: Google Play (Android) e Apple Store (iPhone).

 

Sobre o EasyPark Group:

 

O EasyPark Group é uma plataforma mundial de mobilidade que tem como visão tornar as cidades mais habitáveis. Presente em mais de 20.000 cidades em mais de 90 países, a empresa simplifica a mobilidade em todo o mundo.

Em 2025, o EasyPark Group expandiu os seus serviços através de algumas aquisições, sendo a mais significativa a aquisição da Flowbird. O grupo está preparado para apoiar as cidades, fabricantes de automóveis, empresas e operadores com uma plataforma de mobilidade onde a tecnologia, os dados, as informações e os pagamentos tornam a vida urbana mais simples para todos.

O EasyPark Group é reconhecido como uma das empresas de crescimento mais rápido da Europa pelo Financial Times e a Statista.

Visite o site http://www.easyparkgroup.com para conhecer as nossas últimas notícias e obter mais informações.

O que fazemos é tornar a vida urbana mais fácil um estacionamento de cada vez.

Fonte: Newsline – Gabinete de imprensa e comunicação

quinta-feira, 8 de maio de 2025

“SEPHORA CELEBRA A CHEGADA DE KOSAS COM ATIVAÇÕES ESPECIAIS EM LOJA E APRESENTA UMA SUMMER WISH LIST DA MARCA”


Por: Maria Francisca Espadinha

Para celebrar a chegada de Kosas, a Sephora vai ter surpresas especiais na loja dos Armazéns do Chiado e do Centro Comercial Colombo e apresenta ainda um conjunto de sugestões da marca para aproveitar o melhor do verão

Para celebrar a chegada da marca viral Kosas à Sephora, de 8 a 11 de maio das 15h00 às 20h00, será possível personalizar produtos da marca, aquando da compra dos mesmos nas lojas do Centro Comercial Colombo e Armazéns do Chiado, sendo que neste último serão também oferecidas bolachas Funky Chunky a quem por lá passe*, que prometem fazer o match perfeito com os best-sellers da marca. Para além disso, com a chegada do verão, a Kosas apresenta uma seleção de cinco essenciais que unem maquilhagem e cuidado num só gesto.

Já para criar o look mais inconfundível da estação – uma pele bronzeada com o toque natural do sun-kissed blush e lábios suaves, com tons frescos e delicados – Kosas apresenta cinco must-haves.

O Plump + Juicy Spray, um sérum de colagénio em spray (PVP 49,00€), que oferece uma solução num só passo para tornar a pele visivelmente mais saudável. Com um efeito refrescante, este sérum é um autêntico boost de vitalidade ao hidratar, suavizar, tornar visivelmente mais firme, levantar e preencher a pele.

O sol pode ser o melhor amigo de uma golden skin quando protegida com a base de maquilhagem SPF 30 DreamBeam (PVP 41,00€). Um protetor solar para o rosto que respeita e hidrata a pele, funde-se como se fosse parte da pele e prepara-a para uma maquilhagem luminosa e uniforme. Um verdadeiro suncare que cuida até das peles mais sensíveis, previne os sinais de envelhecimento e mantém a proteção até nos mergulhos longos dos dias de praia.

Além disso, para muitos, esta é a melhor estação do ano, e nada remete mais para o verão que uma pele bronzeada com efeito sun kissed blush, que será garantida com o duo imparável The Show Sun, o pó bronzeador da Kosas (PVP 39,00€), e Blush Life, o blush em pó compacto da marca (PVP 33,00€). Com uma textura leve como o verão e um brilho dourado que se assemelha à luminosidade envolvente da golden hour, o pó bronzeador The Show Sun, sem talco, transforma a pele num instante. A sua fórmula arejada funde-se suavemente com a tez, deixando um véu radiante que bronzeia e esculpe num só gesto. Já o blush Blush is Life possui uma fórmula leve e modulável que permite construir o tom ideal do mais subtil ao mais ousado com uma fixação que dura tanto quanto os dias longos de verão.

Para rematar o look veranil, deste conjunto de sugestões de verão da Kosas faz parte ainda o gloss Wet Lip Oil (PVP 25,00€), disponível em 11 cores diferentes. Com uma ação dois em um, este bálsamo labial não pegajoso combina o melhor da maquilhagem com cuidado num único gesto. Não só oferece um acabamento ultra brilhante aos lábios, como os preenche e protege com ingredientes ativos como ácido hialurónico, péptidos e óleo de onagra, que hidratam, firmam e suavizam visivelmente.

Com estes cinco must-haves da Kosas, é possível alcançar um look fresco, luminoso e natural para o verão. Cada produto foi cuidadosamente desenvolvido para proporcionar hidratação, proteção e um toque de cor, garantindo resultados duradouros e adequados a todos os momentos da estação. Assim, estas e outras sugestões Kosas estão disponíveis em https://www.sephora.pt  e nas lojas.

Fonte: MARIE – PR & Brand Consulting

“Cancro do ovário. "Pode ser assintomático ou manifestar apenas ligeiros incómodos que não são valorizados"


Dez em cada 100.000 mulheres são afetadas por cancro do ovário, a quinta causa de morte por doença oncológica nas mulheres, a seguir ao cancro da mama, do pulmão, do intestino e do pâncreas, segundo dados europeus. Falámos com a médica oncologista Carolina Camacho sobre cancro do ovário.

 

O que é o cancro do ovário? E que outros tumores ginecológicos existem?

 

O cancro do ovário é um tumor maligno que na realidade engloba um conjunto heterogéneo de neoplasias malignas. Estas neoplasias diferem no tipo de células que origina a neoformação e, segundo a classificação histológica, dividem-se em dois grandes grupos: tumores epiteliais e os não-epiteliais. Cerca de 90% são tumores epiteliais que se classificam em serosos, endometrioides, mucinosos, células claras, etc.

Quanto às neoplasias não epiteliais do ovário, distingue-se por serem tumores mais raros e que frequentemente atingem faixas etárias mais jovens. Estes incluem os tumores de Células Germinativas, Células dos Cordões Sexuais e do Estroma.

Existem outros tumores malignos ginecológicos, como por exemplo o cancro do endométrio, cancro do colo do útero, cancro da vulva, etc.

 

O que faz deste cancro o mais letal?

 

As células tumorais de origem no ovário/trompas, que se multiplicam de forma descontrolada, desenvolvem um tumor cujo potencial maligno é determinado pela capacidade de migrar por diferentes vias (hematogenica, linfática e transcelómica) e se propagar à distância (metastização). Este é um tipo de tumor que geralmente inicia o seu crescimento e propagação pelo peritoneu de forma silenciosa e assintomática. Não raras vezes é diagnosticado em fases mais avançadas da doença impedindo terapêuticas com intuito curativo.

 

As faixas etárias com taxa de incidência mais elevada para esta neoplasia, com mais de 10 casos por cada 100 000 pessoas-ano, situam-se em mulheres com idades superior a 50 anos

 

Quais são os principais sintomas?

 

O desenvolvimento de uma neoplasia do ovário pode ser assintomática em estadios iniciais (chamada doença silenciosa), ou manifestar apenas ligeiros incómodos que não são valorizados e que não determinam a procura por cuidados de saúde. A mulher pode experienciar depois o agravamento progressivo do aumento do volume abdominal (“barriga inchada”), sensação de enfartamento precoce, perda de peso não explicada, desconforto na área pélvica, fadiga ou cansaço, dor a nível lombar, alternância dos hábitos intestinais como obstipação, ou alteração do padrão de micção (“vontade de urinar mais vezes”, urgência miccional), devendo determinar uma observação célere da mulher pelo medico assistente/ginecologista.

 

A partir de que idade devem as mulheres ficar mais atentas?

 

Segundo os últimos dados nacionais disponíveis – RON 2020 – as faixas etárias com taxa de incidência mais elevada para esta neoplasia, com mais de 10 casos por cada 100 000 pessoas-ano, situam-se em mulheres com idades superior a 50 anos. Entre os 75-79 anos a taxa de incidência é a mais elevada com 19,1/100.000 mulheres. Para este pico de incidência relacionam-se mais frequentemente os carcinomas de tipo epitelial.

Por outro lado, os tumores do ovário que afetam faixas etárias mais jovens, entre 15-30 anos, são tumores de Células Germinativas, Células dos Cordões Sexuais ou do Estroma Gonadal. Assim, recomenda-se alerta a sinais e sintomas em todas as idades, com especial atenção ao período após a menopausa.

 

Há formas de prevenir e rastrear?

 

Apesar da importância da deteção precoce do cancro do ovário e de reconhecermos que muitas vezes é uma patologia maligna silenciosa, não existem testes com especificidade e sensibilidade suficientes para serem implementados na população geral. Assim não existe nenhum exame de rastreio eficaz.

Os meios de prevenção também não são consensuais mas relacionam-se com prováveis fatores protetores como o uso de contracetivos orais, e a paridade.

 

A escolha do tratamento primário do cancro de ovário depende de fatores de prognostico incluindo a presença de critérios de irressecabilidade

 

Quais são os fatores de risco?

 

As causas para o desenvolvimento do cancro do ovário não estão totalmente esclarecidas, sendo que envolve diferentes fatores como genéticos, reprodutivos e ambientais.

De todos os fatores de risco estudados os que reúnem maior robustez de evidência estão relacionados com a história familiar e a predisposição genética. A ocorrência de familiares de 1º e 2º grau com história de cancro do ovário e de mama, em especial em idades mais jovens, prediz risco pessoal acrescido que, apesar de ser difícil de quantificar, deve ser orientado a consulta de avaliação de risco familiar. As síndromes de cancro hereditário identificadas estão associadas a mutações genéticas como mutação BRCA no Síndrome hereditário de cancro de mama/ovário ou o Síndrome de Lynch.

Outros fatores que determinam o aumento de risco de desenvolver cancro do ovário ao longo da vida incluem o envelhecimento, a obesidade, idade de início de menstruação precoce e/ou menopausa tardia (relação de risco não totalmente esclarecido com o numero de ovulações ao longo da vida), uso de terapêuticas hormonais de substituição, a ausência de história pessoal de gravidez (nuliparidade), infertilidade, a endometriose, e ainda alterações genéticas hereditárias (linhagem germinativa) e história familiar de cancro do ovário.

Por outro lado, são hipóteses associadas a prevenção da carcinogénese do ovário o uso de contracetivos orais, a amamentação, a multiparidade e a laqueação tubar.

 

Quais são as principais opções terapêuticas disponíveis?

 

A escolha do tratamento primário do cancro de ovário depende de fatores de prognostico incluindo a presença de critérios de irressecabilidade. Se considerada a abordagem cirúrgica inicial com cito-redução ótima, é geralmente proposto o tratamento adjuvante de quimioterapia com dupleto: carboplatino e paclitaxel, 6 ciclos, com intervalo de 3 semanas cada.

Em casos selecionados, e avaliados em sede multidisciplinar, pode ser proposta o tratamento primário de quimioterapia de modo a reduzir o tamanho e a extensão do tumor, aumentando a probabilidade de cito-redução máxima que constitui o mais forte fator de prognóstico no cancro do ovário. A menor extensão cirúrgica possibilita também uma menor morbi/mortalidade peri-operatória. Depois da cirurgia é retomada a quimioterapia completado o total de 6 ciclos (3 após a cirurgia).

 

É importante consciencializar a população e refletir que o cancro do ovário é uma patologia maligna que tem vindo a aumentar a incidência

 

No capítulo das terapêuticas inovadoras encontram-se disponíveis classes de medicamentos como por exemplo os inibidores da PARP e anti-angiogenicos, cuja eficácia foi comprovada na redução de risco de recorrência ou progressão da doença. A sua utilização segue rigorosos critérios e aprovações específicas.

 

Em caso de suspeita, a quem é que as mulheres se devem dirigir para procurar ajuda?

 

É importante consciencializar a população e refletir que o cancro do ovário é uma patologia maligna que tem vindo a aumentar a incidência, que pode ser uma doença silenciosa incutindo um prognostico mais desfavorável, principalmente se diagnosticado em estadios mais avançados. É importante salientar os sintomas e sinais de alerta para que as mulheres afetadas possam recorrer a cuidados de saúde independentemente do local onde vivam ou do estrato socioeconómico a que pertençam. O seu médico de família deve ser sempre que possível consultado, não obstante da recomendação de vigilância periódica e regular pelo médico ginecologista.

Fonte: Sapo on-line Saúde