sábado, 14 de setembro de 2024

“Educação: Regresso às aulas 2024”


Como manter os mais novos seguros e longe do bullying e do cyberbullying

 

Por: Inês Fernandes

•O novo ano letivo arranca em todo o país entre os dias 12 e 16 de Setembro

•Os preocupação dos pais com os mais novos continuam de ano para ano, mas há soluções que ajudam a manter os pequenos mais seguros e ajudá-los a combater o bullying e o cyberbulling

Dentro dos próximos dias, milhares de crianças e jovens voltam à escola para mais um novo ano letivo. Se para alguns é mais um retorno à rotina, para outros estes são momentos de alguma emoção, stress e receios, seja por ingressarem pela primeira vez na escola, seja por estarem numa turma nova ou até pelas novidades que o ano escolar pode trazer.

Nos últimos anos, os relatos de alguns problemas nas escolas relacionados com o bullying e o cyberbullying fazem com que os pais, encarregados de educação, as crianças e até a restante comunidade escolar tenham alguns receios acrescidos. Contudo, é possível atenuar estas preocupações dando aos pequenos algumas dicas para enfrentarem estes novos desafios.

•Evitar situações de tensão: sempre que vejam que se possa estar a desenrolar alguma situação de maior confusão ou tensão, os mais novos devem rapidamente evitá-las e não se envolver em qualquer problema;

•Não reagir: quando provocados, os pequenos não devem reagir às situações de maior confronto, mas sim agir com calma e afastarem-se rapidamente da situação;

•Reportar: sempre que se sintam incomodados devem reportar a situação quer aos professores e assistentes, quer aos pais, de forma a ser possível desenvolver estratégias para resolver a situação.

Ainda que estas estratégias sejam aplicáveis a situações presenciais e online, e devam ser ensinadas aos mais novos no sentido de se tornarem proativos na sua segurança, os problemas online são também uma realidade, pelo que se devem tomar medidas reforçadas para que tenham cuidados acrescidos quando interagem com os colegas na internet.

Será importante alertar os pequenos para os “predadores online” que representam um dos riscos mais graves aos que estão expostos os menores na internet. Ao mesmo tempo, devem ter um cuidado acrescido no uso das redes sociais, uma das vias mais habituais para o cyberbullying.

Para Jorge Álvarez, CEO da SaveFamily, a solução é clara: “devemos educar as nossas crianças a serem proativas na sua segurança. Não apenas evitando e reportando situações de tensão, como também tomando atitudes mais ponderadas nos seus comportamentos presenciais e online, evitando os problemas e afastando-se deles. É ainda fundamental que eles percebam que podem e devem confiar nos adultos para reportar qualquer problema que encontrem, seja nos pais e encarregados de educação, seja dentro da comunidade escolar” afirma o responsável da empresa especializada em relógios inteligentes.

Ainda que estas medidas sejam essenciais para que os pequenos cresçam e se desenvolvam enquanto adultos confiantes, existem soluções no mercado direcionadas para estas crianças, como são os relógios inteligentes, e que constituem uma outra camada de proteção para crianças e jovens entre os 8 e os 15 anos e segurança para os pais. Semelhantes a um telemóvel, estes relógios são geridos através de uma aplicação instalada no telefone dos progenitores que podem assim controlar os conteúdos online que os pequenos consultam, e ao mesmo tempo detêm todas as funções de comunicação de um telemóvel como WhatsApp seguro, assim como um botão de SOS para que os mais novos se sintam ainda mais seguros.

 

Sobre a SaveFamily:

A SaveFamily é a empresa europeia líder em smartwatches com GPS. Desde os seus escritórios centrais distribui productos a mais de 15 países.

Criada em 2017 e com uma equipa multidisciplinar composta por mais de 15 profissionais, a SaveFamily ajuda as mais de 200 milfamílias que fazem parte da sua carteira de clientes.

Fonte: Newsline - Agência de Comunicação

“Galeria Municipal acolhe Exposição de Aguarela “Por Estas Linhas”


De 14 a 29 setembro| Entroncamento

 

Por: Ana Cristina Feio

A Galeria Municipal do Entroncamento acolhe, entre os dias 14 e 29 de setembro, a Exposição de Aguarela “Por Estas Linhas”, de Manuel Ferreira da Silva – AVAFER.

O Município pretende, com esta exposição, promover a divulgação e a promoção da arte e do associativismo sobre a temática ferroviária.

Manuel Ferreira da Silva, mais conhecido no meio ferroviário como Manuel Diogo, sempre foi um entusiasta do caminho de ferro manifestado através da arte. Recolhendo informação através de fotografias e fontes bibliográficas, utilizou a técnica de aguarela para dar a conhecer o universo ferroviário do tempo do vapor. A família do artista doou as obras à AVAFER com intuito de fazer a sua divulgação itinerante pelo país.

A inauguração da Exposição decorrerá no próximo sábado, dia 14 de agosto, pelas 17h00 e poderá ser visitada de terça a sexta-feira, entre as 14h00 e as 18h00 e ao sábado das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00. Atendendo ao calendário do Festival Vapor, esta exposição estará excecionalmente aberta ao público no domingo, dia 29 de setembro, sendo o horário o mesmo de sábado.

Fonte: Câmara Municipal Entroncamento

sexta-feira, 13 de setembro de 2024

“Livros: Jornalista Ana Cristina Pereira vence 27.ª edição do Prémio Literário Orlando Gonçalves”


De 13 a 15 de setembro realiza-se a 9.ª edição da Festa do Livro, na Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, com várias atividades para todas as gerações como debates, workshops, bem como uma feira do livro, no âmbito das comemorações do 45.º aniversário do município da Amadora.

Integrada na programação da Festa do Livro, terá lugar no próximo dia 14 de setembro (sábado), pelas 11h30, a entrega do Prémio Literário Orlando Gonçalves, à jornalista Ana Cristina Pereira, vencedora da 27.ª edição deste Prémio, na modalidade de Jornalismo, com a reportagem “Ao fim de 40 anos, Vicente não queria sair da prisão “.

 

Sobre | obra premiada

O júri desta edição, constituído por Sofia Palma Rodrigues, em representação da Câmara Municipal da Amadora, Luís Filipe Simões, representante do Sindicato dos Jornalistas e Tiago Torres da Silva pela Sociedade Portuguesa de Autores, considerou que “a seriedade do trabalho apresentado, o facto de este resultar de uma investigação que se estendeu por um longo de período de tempo, a urgência e especificidade do assunto tratado, a relevância do tema e a qualidade da narrativa foram pontos fundamentais para a tomada de decisão.”

Além disso, “os jurados não querem deixar de dar os parabéns aos outros autores a concurso sublinhando que, num momento tão hostil ao jornalismo de investigação como aquele em que vivemos, ter lido um lote de artigos tão sérios e tão bem elaborados enche-nos de esperança no futuro da tão maltratada profissão de jornalista.”

 

Sobre | Ana Cristina Pereira

“Licenciada em Comunicação pela Universidade do Minho, sou repórter do Público desde 1999. Nessa qualidade, dedico-me a temas de direitos humanos e exclusão social, como pobreza, (des) igualdade de género, (des) protecção de crianças e jovens, envelhecimento, violência doméstica, reclusão, dependência, assuntos relacionados com população LGBT+, população cigana, população com deficiência, população migrante. Pratico um jornalismo empenhado na escuta dos grupos sociais mais vulneráveis. Isso levou-me a escrever o ensaio Todas as Vozes/All the Voices (2014), que co-assino com Mike Jempson. E a orientar oficinas sobre media e direitos humanos/ media e diversidade. Várias reportagens minhas foram premiadas. Algumas extravasaram o espaço do jornal e estão publicadas em livros. Sou autora dos livros Meninos de Ninguém (2009), Viagens Brancas (2011), Movimento Perpétuo (2016), Mulheres da minha ilha, mulheres do meu país (2022). Do meu trabalho de voluntariado resultaram os livros Desafios – Direitos das Mulheres na Guiné-Bissau (2012), que co-assino com Nelson Constantino Lopes, e Mulheres de São Tomé e Príncipe (2018), que co-assino com Dário Pequeno Paraíso. Dos projectos colectivos dessa natureza destaco o livro híbrido As Vozes do Silêncio – um grupo de sem-abrigo em busca de cidadania (2017). Estou a explorar outras formas de escutar grupos sociais silenciados. Escrevi duas peças de teatro-documental. A primeira, Onde o Frio se Demora, foi co-produzida pela Narrativensaio e pela Casa das Artes de Famalicão (2016) e a segunda, Agora é diferente, pela Feiticeiro do Norte (2019). Lancei no Público o podcast Dentro. Entre grades o mundo também muda (primeira temporada 2021/2022). Estou agora a aventurar-me no documentário. Estou a trabalhar num documentário animado sobre reclusão, com produção da Animais Avpl.”

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             Ana Cristina Pereira

Breve nota | Prémio Literário Orlando Gonçalves

O Prémio Literário Orlando Gonçalves foi instituído pela Câmara Municipal da Amadora em 1998, com o objetivo de, por um lado, homenagear a memória do escritor e jornalista Orlando Gonçalves e, por outro, incentivar a produção literária, contribuindo para a defesa e enriquecimento da língua portuguesa.

Este prémio destina-se a galardoar, anualmente e de forma alternada, uma obra de ficção narrativa e um trabalho jornalístico de investigação ou grande reportagem.

Orlando Bernardino Gonçalves, um dos precursores do movimento neorrealista português, foi escritor e jornalista de imprensa escrita e de rádio, tendo sido inclusive Diretor do jornal Notícias da Amadora durante mais de trinta anos, atividade que sempre desenvolveu a par das suas intervenções cívicas e políticas na defesa dos direitos e deveres de uma cidadania plena, consciente e esclarecida, sustentada pelo enriquecimento intelectual.

Orlando Gonçalves foi agraciado com a Medalha de Ouro da Cidade da Amadora em 1989, em 1993 o seu romance Enredos da Memória foi galardoado com o Prémio Literário Cidade da Amadora e em 1997 foi mais uma vez homenageado pela Câmara Municipal da Amadora, por ocasião das comemorações do 25 de Abril.

A Câmara Municipal da Amadora atribuirá à vencedora o prémio no valor de cinco mil euros.

Venha festejar a Cidade, o Livro e a Leitura!

Consulte aqui o programa da Festa do Livro: https://www.cm-amadora.pt/images/NOTICIAS/AMADORA_EM_FESTA_2018/2024/FESTA_LIVRO/festa_livro_programa2024.pdf

Mais informações sobre o Amadora em Festa 2024 em https://amadoraemfesta.pt/2024/

Fonte: Câmara Municipal Amadora