quarta-feira, 20 de março de 2024

“Iniciativas: Museu do Caramulo e Heel Tread juntam-se para restaurar Alfa Romeo Giulietta de 1961”

 


Programa “Restauro a Meias” visa apoiar a recuperação de veículos clássicos

 

O Museu do Caramulo e a Heel Tread, a marca nacional de meias ligadas ao tema do automobilismo, lançaram o programa “Restauro a Meias”, que visa apoiar e documentar a recuperação de automóveis históricos.

O primeiro projeto do programa será um glamoroso Alfa Romeo Giulietta Spider Veloce, de 1961, e cujo plano de recuperação irá incluir a decapagem completa e afinação da carroçaria, chaparia, assim como uma merecida pintura nova, além da reparação de peças como cromados, manómetros, interiores, afinações de suspensão, travões e motor.

Este restauro será realizado nas oficinas do Caramulo Experience Center, um espaço museológico e imersivo, inaugurado em 2022 pelo Museu do Caramulo, que tem a paixão automóvel como tema central e será devidamente documentado e comunicado, através das redes sociais do Museu do Caramulo e da Heel Tread, mostrando a evolução dos trabalhos.

No final do restauro, o regresso do Alfa Romeo Giulietta Spider Veloce à estrada será assinalado com o lançamento de um par de meias comemorativas e alusivas ao modelo e ao projeto.

 

Sobre o Alfa Romeo Giulietta Spider Veloce

 

O modelo Giulietta assinalou a passagem da Alfa Romeo para uma dimensão mais industrial, um construtor à escala mundial. Embora as linhas gerais do modelo tenham sido desenhadas por Franco Scaglione da Bertone, a versão Spider foi desenhada e construída por Pininfarina. O Spider trouxe um nível de refinamento e sofisticação até então nunca vistos no segmento dos pequenos desportivos, fazendo os produtos da concorrência parecerem antiquados e ultrapassados.

Com um peso total de 860 kg, o Spider, na sua configuração original, vinha dotado do motor de 1.3 litros, quatro cilindros, dupla árvore de cames e debitava a potência de 80cv às 6300 rotações por minuto. Foram construídas 14.300 unidades desta versão. No entanto, a versão Veloce, com somente 2796 unidades construídas, recebia um tratamento diferente e fruto de uma carburação mais elaborada, tinha dois carburadores de duplo corpo Weber e uma taxa de compressão mais elevada. Produzia agora 90cv às 6500 rotações por minuto. O Veloce tinha uma velocidade máxima anunciada de 185 km/h, algo extraordinário para a época.

Apesar das linhas extremamente elegantes e quase femininas, o Giulietta, principalmente nesta versão Veloce, era um lobo em pele de cordeiro. Na altura, levava quase sempre a melhor, quando se encontrava em competição com os modelos da Porsche e outras marcas equivalentes e muitas vezes superiores.

 

Sobre a Heel Tread

A Heel Tread é uma marca de meias portuguesa única que se inspira nas maiores paixões do mundo motorizado.

A sua coleção é um tributo a alguns dos maiores ícones da História Automóvel. Para aqueles que vêem arte para além das rodas, faróis e entradas de ar, de onde nós obtemos padrões, texturas e cores para as nossas meias, uma coleção sempre em crescimento que já conta mais de 300 modelos.

A Heel Tread foi fundada em 2017 e já vendeu para mais de 100 países. As suas meias são concebidas e produzidas em Portugal.

 

Sobre o Museu do Caramulo

 

Com quase 70 anos de existência e visitado por mais de um milhão e meio de pessoas, o Museu do Caramulo alberga no seu espólio uma coleção de arte, uma coleção de automóveis, motos e bicicletas e uma coleção de brinquedos antigos.

O Museu do Caramulo estende também a sua atividade ao Caramulo Experience Center, um pólo museológico dedicado à paixão motorizada.

Adicionalmente, o Museu do Caramulo produz, de forma regular, exposições temáticas e temporárias, e organiza vários eventos como o Salão Motorclássico, o Caramulo Motorfestival, o Freedom of Speed, O Museu na Rua, o Rider - Passeio de Automóveis e Motos Clássicas ou a Corrida dos Fundadores by Cartrack.

Fonte: Museu Caramulo/Parceria Revista Notícias do Pedal 

“Cultura: Celebração dos 50 anos do 25 de Abril | Amadora Cidade de Abril”


“Poesia sai à rua” para relembrar ideais da Revolução 23 março, Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos

 

No ano em que se celebram os 50 anos do 25 de Abril, as comemorações no Município da Amadora incluirão um dia dedicado à poesia o “Poesia sai à rua”, pautado pelos ideais da Revolução. O evento acontecerá dia 23 de março, das 15h30 às 19h30, no Auditório Rogério Rodrigues da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos.

O sábado começará com a mesa «Os canalhas odeiam a poesia: A arte poética no Estado Novo», em que Maria do Rosário Pedreira e Manuela Alberto Valente conversam sobre a força da poesia em tempos de censura, numa exploração dos versos que escaparam ao lápis azul.

Após essa sessão, a música de intervenção e o papel da arte na criação de um mundo melhor serão os objetos de debate de Joaquim Vieira e José Fanha, na mesa «A cantiga é uma arma: música de intervenção».

A poeta Francisca Camelo fará o exercício poético de revisitar alguns dos seus trabalhos como se estivesse em pleno Estado Novo, em conversa com Maria João Costa. Por fim, o dia terminará com uma performance do Poeta da Cidade (Pedro Freitas).

Sessão: Os canalhas odeiam poesia: A arte poética no Estado Novo, com Manuel Alberto Valente e Maria do Rosário Pedreira, moderação Maria João Costa |15h30-16h30

Sinopse: Uma conversa sobre a força da poesia em tempos de censura. Exploração dos versos que escaparam ao lápis azul e na sua contribuição para o fim do Estado Novo.

Sessão: A cantiga é uma arma: música de intervenção, com Joaquim Vieira e José Fanha, moderação Hélder Gomes | 16h30-17h30

Sinopse: Pode ser a música uma arma de transformação política? No ano em que se celebram os 50 anos do 25 de Abril, juntamo-nos para debater o papel da arte na criação de um mundo melhor.

Sessão: Outrora agora, com Francisca Camelo, moderação Maria João Costa | 17h30-18h30

Sinopse: Exercício poético. Um poeta é convidado a revisitar alguns dos seus trabalhos como se estivesse em pleno Estado Novo. Quais as alterações seriam impostas pela censura? Uma conversa sobre este trabalho, com a apresentação dos textos (versão antiga e atual).

Sessão: Performance, com o Poeta da Cidade Pedro Freitas |19h00-19h30

Ainda esta semana, e também no âmbito do programa comemorativo dos 50 anos da Revolução de Abril, será inaugurada, na Bedeteca, piso 2 desta biblioteca municipal, no dia 22 de março (sexta-feira), pelas 18h30, a exposição "Só há liberdade a sério", com a curadoria de Sara Figueiredo Costa. Patente até 30 de setembro de 2024.

 

Sinopse | "Só há liberdade a sério"

«A banda desenhada tem sido um meio de contar histórias de muitos géneros e sobre uma infinidade de temas. A liberdade – as liberdades asseguradas por direitos consagrados ou ainda à espera de serem conquistados – tem sido um tema frequente na obra de diferentes autores e autoras. Nuns casos, as histórias são de protesto e de luta organizada, noutros, refletem episódios do quotidiano onde a liberdade se mostra ameaçada, umas vezes, e outras se expressa e se expande através de vivências, conversas e afirmações».

Consulte aqui a programação completa das comemorações dos 50 Anos do 25 de Abril, no município da Amadora: https://www.cm-amadora.pt/images/NOTICIAS/CULTURA/2024/50_ANOS_25ABRIL/prog_50anos_25abril_28fev24.pdf

Enquadrado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Fonte: Câmara Municipal Amadora

“Iniciativas: Serviço Municipal de Proteção Civil de Penamacor promoveu atividade de “Mass Training” de Suporte Básico de Vida”


O Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches recebeu, no passado dia15 de março, uma demonstração de “Mass Training” de Suporte Básico de Vida, dirigida a toda a comunidade escolar, numa ação organizada pelo Serviço Municipal de Proteção Civil de Penamacor e pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANPC), com o apoio e colaboração do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Penamacor.

Por meio das componentes teórica e prática, foram apresentados procedimentos e métodos padronizados cujo objetivo foi capacitar os participantes a reconhecer situações de perigo de vida iminente e, sem recurso a qualquer equipamento, saber como atuar aplicando manobras que contribuam para a preservação da ventilação e da circulação.

Em suma, aprender a salvar vidas. Os alunos do AERS tiveram, ainda, a oportunidade de exercitar esta aprendizagem nos manequins disponíveis para o efeito.

Esta atividade surgiu no âmbito das comemorações do Mês da Proteção Civil.

Fonte: Câmara Municipal Penamacor