quarta-feira, 7 de outubro de 2026

“Museu do Caramulo lança catálogo da coleção de arte”


Livro com 470 páginas já se encontra à venda

 

Fotos: Museu Caramulo

O Museu do Caramulo vai lançar um novo catálogo dedicado à sua Colecção de Arte. Com 470 páginas, a publicação foi desenvolvida ao longo do último ano e reúne textos e recensões críticas assinados por alguns dos principais historiadores e investigadores portugueses. Entre as novidades da edição, destaca-se um ensaio que apresenta uma biografia detalhada de Abel de Lacerda, fundador do Museu do Caramulo.


A publicação apresenta a Colecção de Arte do Museu do Caramulo na sua totalidade, constituindo um importante contributo para o conhecimento da história da museologia e do coleccionismo em Portugal.

O catálogo está organizado em 11 capítulos: Abel de Lacerda, O Coleccionador Utópico, Caramulo: O Museu Canónico, Descobrimentos Portugueses, Arte Europeia do Século XX, Arte Portuguesa dos Séculos XIX e XX, Arqueologia e Egiptologia, Pintura Europeia dos Séculos XVI a XVIII, Liturgia e Devoção, Artes Decorativas, Arte Contemporânea e Doadores do Museu do Caramulo.


Toda a Colecção de Arte do Museu do Caramulo foi fotografada, com especial recurso à fotografia tridimensional, permitindo uma apresentação detalhada das obras que integram o acervo. O catálogo encontra-se ainda actualizado com as mais recentes doações de obras de arte que vieram enriquecer a Colecção de Arte Contemporânea.

A Colecção de Arte do Museu do Caramulo é fruto da visão de Abel de Lacerda que, em 1953, decidiu fundar um museu e construir um edifício de raiz para albergar a sua colecção. Este acervo singular, constituído integralmente por obras de arte doadas e criteriosamente seleccionadas, percorre diferentes períodos da História da Arte, desde a Antiguidade até aos dias de hoje.


O catálogo está disponível para venda através do site do Museu do Caramulo.

A publicação conta com o apoio do BPI | Fundação la Caixa, Fundação Millennium bcp, Fidelidade, Fundação António Braz, Capitólio, Fundação Gaudium Magnum, Gialmar, Nors, Jorge Welsh, Ecosteel e Águas do Caramulo.

Fonte: Museu Caramulo


“TOPO MARTIM MONIZ ESTREIA BRUNCH SEM HORAS NEM PRESSAS, COM LISBOA A PERDER DE VISTA”


Por: Maria Francisca Espadinha

Todos os dias, das 12h às 17h, a porta do TOPO Rooftop abre-se a uma experiência gastronómica feita de descontração, variedade e um espaço onde apetece voltar

Com uma vista panorâmica sobre Lisboa, o novo Brunch do TOPO Martim Moniz já está disponível todos os dias, das 12h às 17h, e convida a desfrutar de uma refeição sem relógios que responde a novos hábitos de consumo e traz uma nova lufada de ar fresco ao rooftop, com uma oferta diversificada, mais fresca e mediterrânica, que acompanha o ritmo da cidade.

Num brunch há clássicos que ninguém quer ver fora da mesa, e no TOPO Martim Moniz são estes o ponto de partida. A diferença está na reinterpretação de cada receita que, sem perder o essencial, combina ingredientes e texturas para chegar a propostas simples e cheias de sabor – uma oferta que descomplica e reconforta, e é deste equilíbrio que nasce uma nova oferta feita à medida dos “brunchaholics” lisboetas.

O primeiro clássico a sair da zona de conforto são os Ovos Benedict, agora à Mexicana (8,5€), cremosos e picantes, com uma influência latina que não passa despercebida. Seguem-se as indispensáveis panquecas que chegam em duas versões, as clássicas (4,5€), com topping de maple syrup, e as breakfast (7€), servidas com bacon e ovo. Para quem procura uma opção mais refrescante, sem perder a doçura, a escolha recai sobre o Bowl de Iogurte Grego com Granola e Frutas (6€), onde a crocância da granola, a textura das frutas e a leveza do iogurte grego se encontram.

Para os amantes de petiscos, o conforto serve-se em pratos pensados para passar de mão em mão. O primeiro a chegar à mesa é o Halloumi (7€), queijo grelhado que, com uma crosta dourada, encontra nas tostas o match perfeito. Por outro lado, o Guacamole (8€) apresenta um mix de notas entre o aveludado e o cítrico, que funciona quase como dip para os viciantes nachos que o acompanham. Como protagonista do guilty pleasure dos fãs de comida saudável, chega a Tosta de Espinafres, Tomate e Ovo Escalfado (8€), que prova que este brunch foi pensado para todos os gostos e necessidades. Por fim, e para os mais indecisos, a proposta apresenta o TOPO DUO (26,5€), um combo diversificado que combina várias das opções da carta e promete não decepcionar. A acompanhar estes pratos, há igualmente um menu de bebidas refrescantes, onde se destacam o Sumo de Laranja (4€) e a Limonada Clássica (4€), além do Sumo (3,5€) e Smoothie do Dia (5,5€).

Quer seja para um pequeno-almoço tardio, um almoço prolongado, ou um plano espontâneo durante a semana e fim-de-semana, o novo Brunch do TOPO Martim Moniz convida a desacelerar o ritmo citadino e saborear o melhor da gastronomia mediterrânica sem pressas. Situado no piso 6 do Centro Comercial Martim Moniz, o rooftop abre as suas portas diariamente das 12h às 01h. As reservas podem ser feitas através do contacto telefónico 21 588 1322 ou no website. Mais informações e condições em https://www.topo-lisboa.pt/ e https://www.instagram.com/topolisboa

Fonte: MARIE – PR & Brand Consulting

“Exposição de cerâmica "Morfologia do inútil" de Célia Macedo”


De 10 a 22 de outubro | Galeria Municipal Entroncamento

 

Por: Joana Frutuoso

A Galeria Municipal recebe, de 10 a 22 de outubro, a Exposição de cerâmica "Morfologia do inútil" de Célia Macedo.

A exposição "Morfologia do Inútil" marca um ponto de inflexão na práxis de Célia Macedo, assinalando a transição deliberada de uma gramática utilitária para uma investigação puramente ontológica da cerâmica. Nesta nova série, a artista não abandona a tradição; pelo contrário, utiliza o rigor da roda de oleiro como o alicerce técnico a partir do qual se permite a transgressão.

As peças aqui apresentadas operam como corpos em estado de parto. As paredes de grés, outrora destinadas a conter e servir, são agora rasgadas por excrescências e ramificações que brotam do seu interior. Estas formas que emergem, desafiando a simetria e a função, representam a libertação da matéria-prima: o corpo cerâmico deixa de ser um contentor do quotidiano para se tornar um receptáculo de conceitos.

Neste trabalho, o vidro não é apenas um acabamento, mas uma camada de manipulação que acentua a natureza orgânica e visceral desta metamorfose. Célia Macedo propõe um diálogo onde o "inútil" é reivindicado como a forma mais elevada de existência do objeto - aquela que não procura servir o utilitário, mas sim provocar o imaginário.

Ao romper com as normas da tipologia funcional, a artista estabelece um novo posicionamento: a materialidade é aqui expandida, demonstrando que o domínio da técnica não tem de ser um destino, mas sim o veículo para uma viagem profunda ao território da escultura contemporânea.

A inauguração da exposição terá lugar no dia 09 de outubro, às 19h00, na Galeria Municipal.

Com entrada livre, a exposição poderá ser visitada até 22 de outubro de terça a sexta-feira, das 14h00 às 19h00; sábados, das 11h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 e domingos e feriados, das 14h00 às 19h00.

Fonte: Câmara Municipal Entroncamento