terça-feira, 10 de junho de 2025

“43º Festival Folclore Casa do Povo de Arcena”


Dia 21 de Junho de 2025 pelas 21,30 horas no Museu Etnográfico de Arcena, com Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena a manter vivas as tradições da região

 

Por: José Morais

Foto: Pais Magazine/ com Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena

O folclore português, com raízes profundas na história da Península Ibérica, é o resultado de uma mistura de influências culturais, desde os povos celtas, romanos, visigodos, árabes, até aos povos mais recentes que passaram por Portugal, a sua formação é o resultado da integração das tradições dessas culturas, que se adaptaram às condições locais e foram transmitidas de geração em geração.

O folclore português possui mais de 100 anos de existência, durante muito tempo, considerou-se o antigo Rancho das Lavradeiras de Carreço, fundado em 1904, o mais antigo, porem existem registos de em 1892 num jornal do Porto, a deslocação àquela cidade do “Grupo de Lavradeiras de Ponte do Lima”, o que leva a que o folclore seja uma das grande paixões de muitos.

E se seguindo a tradição, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena, continua a manter vivas as tradições da região ribatejana, e realiza no próximo dia 21 de junho, o seu 43º Festival Folclore a realizar no Museu Etnográfico de Arcena.

O evento vai iniciar-se pelas 21 horas com um desfile dos grupos participantes pelas ruas de Arcena, com o início do festival pelas 21,30 horas, onde irão participar alem do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena que inicia as atuações, segue-se Rancho Folclórico Casa do Minho - Alto Minho, Rancho Folclórico da Boidobra- Beira Baixa, Rancho Folclórico Moleanos - Alta Estremadura, e Grupo Etnográfico Amendoeiras em Flor – Algarve.

 

Um pouco de história

 

Com diversas faixas etárias, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena e os seus elementos, promovem a integração intergeracional, ao fomentarem o orgulho local das tradições portuguesas, com os seus membros a garantirem a autenticidade das apresentações, refletindo com fidelidade os costumes rurais e modos de vida de outras épocas, numa recriação sem dúvida muito interessante de assistir.

Com 46 anos de existência, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena continua a desempenhar um papel fundamental na preservação e divulgação do património etnográfico e cultural da freguesia de Alverca do Ribatejo, tendo presença assíduas em festas populares, festivais nacionais e encontros culturais por todo o nosso Portugal, possuindo um vasto repertório de danças, cantares e trajes típicos da região do Ribatejana.

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena não se limita apenas às suas atuações, o mesmo também dinamiza atividades pedagógicas em escolas e lares da região, onde contribui para a transmissão do saber popular, e para o fortalecimento da identidade comunitária, sendo hoje um símbolo de resistência cultural num tempo em que as tradições correm o risco de se poderem vir a perder.

Porem, toda esta continuidade deve-se ao empenho de todos os que, com paixão, conseguem vestir a camisola da cultura popular portuguesa, mantendo a chama acesa do folclore no coração da comunidade de Arcena, e por esse país fora, onde o seu objetivo é a divulgação da cultura, o folclore português.

Marque na sua agenda, e dia 21 de junho pelas 21,30 horas, venha até ao Museu Etnográfico de Arcena assistir a este belo encontro de tradições populares tradicionais de Arcena e da região, o Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena, com os seus grupos convidados, com recriações muito interessantes das suas regiões.

A entrada é gratuita, e um evento que conta com o apoio da Revista País Magazine, que marcará presença com direto no Facebook.

segunda-feira, 9 de junho de 2025

“Filipe Raposo apresenta novo disco em Idanha-a-Nova”


Dia 13 de junho, no Centro Cultural Raiano

 

Por: Tiago Carvalho

O pianista e compositor Filipe Raposo apresenta o seu novo disco, “Variações do Brancø”, no próximo dia 13 de junho, às 21h30, no Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova.

É o derradeiro capítulo da aventura a solo de Filipe Raposo, a que o músico chamou “Trilogia das Cores”.

“Øcre”, lançado em 2019, abordou a variação do vermelho, a cor associada ao nascimento da arte, e os seus múltiplos significados: o poder, o amor ou a morte.

Em 2022, Filipe Raposo deu-nos a conhecer “Øbsidiana”, celebrando o preto, historicamente ligado a conotações que vão desde a ausência da própria cor ao tom sofisticado.

Em 2025, cumpre-se a trilogia com o lançamento de “Variações do Brancø”, que simboliza o renascimento, a primavera, o sul através da cal, e é uma cor também presente nas grandes planícies gélidas, ou nos grandes desertos de areia. É a cor da resiliência e até, em algumas culturas orientais, a cor do luto.

Filipe Raposo foi recentemente premiado no aclamado Festival de Cinema de Málaga pela sua composição para o filme “Lo Que Queda de Ti” (2025).

A entrada é gratuita, mas a reserva é obrigatória, preferencialmente através do telefone 277 202 900.

Em www.idanha.pt/agenda é possível encontrar mais informações.

Fonte: Câmara Municipal Idanha-a-Nova

“Vem aí a noite mais longa das Festas de Lisboa”


Lisboa está a postos para as 24 horas mais fervilhantes do ano. No dia 12 de junho, 16 casais celebram o matrimónio nos Casamentos de Santo António, as Marchas descem a Avenida e a cidade dança nos Arraiais até ao nascer do sol.

A festa começa com os Casamentos. A cerimónia civil (com cinco casais) está marcada para as 11h, nos Paços do Concelho, e a cerimónia religiosa (com 11 casais) às 14h, na Sé. Vão ser momentos que ficarão na memória tanto dos noivos como de quem assiste.

Após terem sido apoiadas e aplaudidas por 20 mil pessoas na MEO Arena, as Marchas Populares desfilam da Avenida, no espetáculo mais aguardado por Lisboa. Este ano, a Avenida terá uma iluminação decorativa em forma de festão, para que estas Marchas sejas as mais mágicas de sempre.

O desfile abre com o grupo Macau Street Dance, que interpretará A Dança da Lanterna do Peixe Dourado, as marchas das Escolas de Lisboa, d’A Voz do Operário, dos Mercados e da Santa Casa. Seguem-se as 20 marchas a concurso que, através dos figurinos, das músicas e coreografias, retratam os vários bairros lisboetas num espetáculo único.

Outro momento alto das Festas é o concerto de Carminho, no Castelo de São Jorge, a 15 de junho. Acompanhada por André Dias (guitarra portuguesa), Flávio Cardoso (viola de fado), Pedro Geraldes (lap steel guitar e guitarra elétrica), Tiago Maia (baixo acústico) e João Pimenta Gomes (mellotron), a fadista sobe ao palco na Praça de Armas para um concerto gratuito que eternizará a sua relação com Lisboa.

Este ano, entre os dias 14 e 22, o EuroPride instala-se pela primeira vez na cidade. Conversas, concertos, oficinas, exposições, performances e atividades desportivas em vários locais fazem parte desta celebração do orgulho LGBTI+. 

A nossa programação na Feira do Livro continua a animar o Parque Eduardo VII até 21 de junho, com conversas, oficinas para toda a família, lançamentos de catálogos de exposições e celebrações dos 150 anos da caricatura mais acarinhada pelos portugueses: o Zé Povinho, de Rafael Bordalo Pinheiro.

Conheçam toda a programação das Festas de Lisboa aqui: https://egeac.pt/festas/festas-de-lisboa/?eg_sub=23be1ae664&eg_cam=b4a55bd83355b7f519a95a2ee9a096d1&eg_list=23

Fonte: Egeac