sexta-feira, 5 de julho de 2024

“Cultura: MÚSICA ANTIGA VOLTOU A FAZER-SE OUVIR EM ESPAÇOS RELIGIOSOS DO CONCELHO DE TORRES VEDRAS”


A sexta edição do Festival de Música Antiga de Torres Vedras decorreu nos meses de maio e junho, proporcionando uma autêntica viagem no tempo ao permitir sentir música de um período que foi do século XIV ao século XVIII (da autoria de compositores nacionais até da de grandes génios como Bach, Vivaldi e Mozart) no seu “habitat natural”. Foi mais uma edição de sucesso deste evento “nómada” que tem dado “vida” ao património religioso do concelho de Torres Vedras e contado com uma fortíssima adesão de público.

Do programa do VI Festival de Música Antiga de Torres Vedras fizeram parte quatro grandes concertos -  um primeiro, à luz de velas, intitulado Música Medieval de Louvor a Sancta Maria, o qual foi interpretado pelo grupo Gaudium Vocis, e teve como palco a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, na Ponte do Rol; um segundo concerto, interpretado pelo Ensemble Atena, realizado na igreja paroquial de São Domingos de Carmões, que se denominou A Música Portuguesa e a influência italiana: da Sonata à Folia; Uma noite de Ópera Barroca: The Fairy Queen de Henry Purcell, que aconteceu na Igreja de Santiago, em Torres Vedras, interpretada pelos alunos e professores da Escola de Música Luís António Maldonado Rodrigues (coros e orquestra), com direção do maestro Pedro Rollin Rodrigues; e um último concerto, pela Paz no mundo, realizado na Igreja de Santa Maria Madalena, no Turcifal, que se denominou Camerata Vocal de Torres Vedras in Glória de Vivaldi, o qual foi interpretado por este agrupamento musical, pelo grupo musical barroco Alma Veteras, pela soprano Cecília Rodrigues e pela mezzo soprano Carolina Figueiredo, tendo contado com direção do maestro António Gonçalves.


De referir que todos estes espetáculos foram comentados, sendo que nos mesmos houve também uma contextualização histórica de cada igreja que os acolheu.

O programa do VI Festival de Música Antiga de Torres Vedras incluiu ainda um concerto interativo para o público infantil, realizado na capela de Santa Helena, em Santa Cruz, intitulado À descoberta do Património com os mais novos, o qual foi dinamizado por Ana Almeida, da Teia - Associação Cultural, e pela música Débora Severiano (intérprete de flauta de bisel); e um flashmob de dança barroca, protagonizado por alunos da Academia Espaço Dança, da associação ILU, que aconteceu em espaços públicos de Torres Vedras.

Relativamente também à edição deste ano do evento, o seu diretor, Daniel Oliveira, enfatiza a qualidade do público que assistiu aos concertos, o qual caracteriza como “bastante dedicado, sensível e atento, de todas as idades”, sendo que muitos desses concertos “foram interativos, com o público a participar ativamente através do canto, numa aproximação ímpar entre músicos e público”. “Claramente Torres Vedras respondeu à edição deste ano do festival de uma forma muito positiva, não obstante ter sido também visível a presença de muito público oriundo de outras geografias, e que contribuiu igualmente em 2024 para o sucesso do festival”, afirma, ainda, Daniel Oliveira.

Já a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Torres Vedras, Ana Umbelino, refere que “o Festival de Música Antiga de Torres Vedras dá expressão à política do Município de Torres Vedras de democratização do acesso à Cultura e de valorização do património de proximidade, oferecendo momentos de encontro com o património cultural, nomeadamente com o património religioso do concelho de Torres Vedras e o património musical universal”.

O VI Festival de Música Antiga de Torres Vedras foi organizado pela Câmara Municipal de Torres Vedras, contou com o apoio das juntas de freguesia e das paróquias dos locais onde se realizou e as parcerias institucionais da Antena 2, da Escola de Música Luís António Maldonado Rodrigues, da Associação Ilú, da Associação Capela de Santa Helena, da Camerata Vocal de Torres Vedras - Associação Cultural, da Cultur´Canto - Associação Cultural e da Viva Património - Associação para a Defesa e Divulgação do Património Cultural de Torres Vedras.

Fonte: Câmara Municipal Torres Vedras

“Saúde: Julho | Rastreios no âmbito do Projeto "Rastrear para Prevenir"


No âmbito do Projeto "Rastrear para Prevenir", durante o mês de julho, a AJPAS - Associação de Intervenção Comunitária, Desenvolvimento Social e de Saúde, está a realizar no município diversas ações de rastreio para várias patologias, como VIH, VHB, VHC e sífilis.

A 3 de dezembro de 2021, a autarquia assinou a Declaração Conjunta "Cidades na Via Rápida para Eliminar o VIH" versão 4.0/2021, assumindo o compromisso de atingir novas metas onde o combate e a prevenção do VIH/SIDA, bem como a redução do estigma e da discriminação são prioritários na Amadora.

 

Sobre o Plano Estratégico Local para a Intervenção na área do VIH e SIDA 2019-2025

O Município da Amadora aprovou no dia 19 de fevereiro de 2020 o Plano Estratégico Local para a Intervenção na área do VIH e SIDA 2019-2025.

Através deste plano, pretende-se acabar com a epidemia de VIH e SIDA e evitar mortes relacionadas com a SIDA, incluindo as causadas por tuberculose. A sua ação pretende acabar com o estigma e a discriminação, possibilitar o acesso à prevenção, aos serviços de apoio, aos cuidados de saúde e aos tratamentos para o VIH e SIDA e a tuberculose.

 

O Plano Estratégico Local tem 3 eixos de atuação:

Eixo 1 – Prevenção primária: Promover ações de prevenção universal do VIH, SIDA e hepatites, dirigidas à comunidade da Amadora e/ou a organizações de base comunitária, à população jovem da Amadora e aos consumidores de substâncias ilícitas intravenosas da Amadora;

Eixo 2 – Capacitação da parceria: Dotar os profissionais de saúde e os profissionais das organizações de base comunitária para a intervenção concertada no VIH e SIDA na Amadora; dotar de competências para a intervenção concertada no VIH e SIDA na Amadora;

Eixo 3 – Rastrear e acompanhar a comunidade: Aumentar o número de rastreios ao VIH realizados e o número de pessoas em tratamento na Amadora; criar medidas potenciadoras do tratamento hospitalar do VIH na Amadora; assegurar o acompanhamento do Fast Track Cities pela Rede Social da Amadora; contribuir para o desenvolvimento das políticas públicas de intervenção no VIH e SIDA; promover a partilha de experiências e troca de saberes sobre a intervenção desenvolvida no âmbito do Fast Track Cities Amadora.

Enquadrado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Fonte: Câmara Municipal Amadora

“Estatísticas: Lisboa e Albufeira as cidades mais caras para estacionar em Portugal”


Por: Inês Fernandes

O Grupo EasyPark fez um levantamento dos preços de estacionamento por hora em Portugal e Lisboa é a cidade com o valor mais elevado, seguindo-se de Albufeira, e Macedo de Cavaleiros a cidade com o valor mais baixo.

Presente em Portugal desde 2021, a empresa de tecnologia de estacionamento, EasyParkGroup, realizou um levantamento dos preços de estacionamento nacionais dentro do ecossistema do grupo em Portugal. Esta nova comparação revela que a cidade de Lisboa apresenta um custo de estacionamento máximo de 2 euros por hora. Este valor fica a dever-se às diferentes zonas de estacionamento, onde o preço varia entre os 0,8€ e os 2€ por hora.

De seguida, a cidade de Albufeira, com 1,5 euros por hora, é a segunda cidade com o valor máximo mais elevado para estacionar em Portugal. As cidades do Algarve são, efetivamente, das mais caras para estacionar com valores médios de 0,8€/hora em Lagos, Portimão e Faro.

Apenas em Tavira o valor desce para os 0,7€. Além do mais, nalgumas destas cidades os valores oscilam durante a época do verão pela pressão que o turismo traz à região, fazendo aumentar os preços por hora nalgumas zonas.

Em contrapartida, as cidades onde será mais barato estacionar são, dentro do ecossistema EasyPark, Macedo de Cavaleiros, com 0,5€ e Mafra e Chaves com 0,6€ por hora de valor máximo.

Esta comparação de preços vem depois de o Grupo EasyPark ter realizado um levantamento Europeu e Portugal estar posicionado no segundo lugar de países onde é mais barato estacionar.

“Consideramos importante que os nossos utilizadores conheçam estes valores para evitarem surpresas. Claro que na capital os valores são naturalmente mais elevados, considerando o número de carros que entra diariamente em Lisboa. De acordo como IMT este valor ultrapassou no ano passado os 34 mil veículos. Ora, estes valores têm um elevado impacto no ecossistema de estacionamento e as cidades procuram formas de colmatar esta pressão aumentando os preços de estacionamento”, comenta Jennifer Amador Tavares de Sousa, Diretora para Portugal do EasyPark Group. “É importante que os condutores saibam também que há flutuações de preços sazonais em zonas turísticas, como é o Algarve, sobretudo considerando que neste momento já há algumas famílias de férias.”

 

Sobre a EasyPark™

O EasyPark Group é uma empresa líder mundial em tecnologia de estacionamento cuja visão é tornar as cidades mais habitáveis. Graças à sua premiada tecnologia, o EasyPark Group ajuda os condutores a poupar tempo e dinheiro ao encontrar e administrar o seu estacionamento e carregamento de veículos elétricos. Permite que as empresas, os operadores de estacionamento, os proprietários e as cidades administrem, planifiquem e tomem decisões baseadas em dados.

O EasyPark Group possui e desenvolve as aplicações EasyPark, PARK NOW, ParkMobile, RingGO e Park-line e opera em mais de 4000 cidades em 20 países.

Visite o site http://www.easyparkgroup.com para conhecer as nossas últimas notícias e obter mais informação.

O que fazemos é tornar a vida urbana mais fácil – um estacionamento de cada vez.

Fonte: Newsline