terça-feira, 30 de junho de 2026

“Gala Final Amadora Quorum Summer Dance”


Dia 25 julho

 

No próximo dia 25 de julho (sábado), realiza-se pelas 17h00 no Cineteatro D. João V, a Gala Final do Amadora Quorum Summer Dance.

Sinopse

O Amadora Quorum Summer Dance é uma das várias iniciativas de destaque do grupo AQK, que, desde 2016, consolida a sua vertente lúdica e pedagógica com a realização de workshops de verão com professores de renome nacional de internacional, direcionados para alunos e profissionais da Dança.

Em 2023, este curso de Verão passou a ter a vertente de Festival, com a apresentação do trabalho de companhias e criadores nacionais/internacionais.

É uma iniciativa que abre as portas a novas linguagens na dança contemporânea, explorando diferentes abordagens ao movimento e promovendo o intercâmbio artístico entre criadores e intérpretes.

M6 | Entrada gratuita, limitada à lotação da sala

Cineteatro D. João V

Largo da Igreja, 5B/C/D - Águas Livres (Damaia) - 2720-295 Amadora

Telefone: 214 975 187

GPS: 38.746029, -9.218823

Toda a programação e horários podem sofrer alterações sem aviso prévio

Enquadrado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Fonte: Câmara Municipal Amadora

“POSIÇÃO INSTITUCIONAL DA FOOD4SUSTAINABILITY CoLAB SOBRE A OCUPAÇÃO INTENSIVA DE SOLOS RURAIS POR INFRAESTRUTURAS ENERGÉTICAS”


Por: Mafalda Catana

A Food4Sustainability CoLAB (F4S) reconhece a urgência da transição energética e a necessidade inequívoca de acelerar a descarbonização da economia portuguesa e europeia. A mitigação das alterações climáticas constitui um imperativo civilizacional e exige um forte investimento em energias renováveis, inovação tecnológica e reforço da soberania energética.

Contudo, a F4S considera igualmente fundamental assegurar que esta transição não reproduza modelos territorialmente extrativos, socialmente desequilibrados ou ecologicamente regressivos.

Neste contexto, a F4S entende que a ocupação intensiva de solos rurais, agrícolas ou ecologicamente funcionais por megaestruturas energéticas deve ser alvo de uma reflexão técnica, científica e territorial muito mais profunda e integrada.

A posição da F4S não constitui uma oposição genérica à energia solar nem a projetos de energias renováveis. Pelo contrário: defendemos uma transição energética inteligente, regenerativa e territorialmente equilibrada. No entanto, consideramos preocupante a proliferação de modelos de implementação que:

• Artificializam extensas áreas de paisagem natural e rural;

• Reduzem serviços ecossistémicos essenciais;

• Fragmentam habitats e conectividade ecológica;

• Comprometem a multifuncionalidade do território;

• Ocupam solos com potencial produtivo e ecológico relevante;

• Geram reduzida incorporação tecnológica local;

• Criam baixo valor acrescentado regional; e

• Não asseguram benefícios socioeconómicos estruturais para as comunidades afetadas.

A F4S considera particularmente crítico que muitos destes projetos sejam apresentados sob uma narrativa de sustentabilidade e regeneração sem que exista uma avaliação transparente do impacto territorial líquido ao longo do ciclo de vida dos projetos.

A descarbonização não pode ser analisada exclusivamente através da redução de emissões de carbono. A sustentabilidade territorial exige igualmente a preservação do capital natural, da biodiversidade funcional, da qualidade paisagística, da resiliência ecológica e da capacidade produtiva futura dos territórios rurais.

Defendemos que os territórios do interior não devem ser encarados apenas como plataformas físicas de produção energética para consumo externo, mas antes como ecossistemas vivos e multifuncionais cuja valorização deve gerar:

• emprego qualificado;

• retenção de valor económico;

• desenvolvimento tecnológico local;

• regeneração ecológica;

• soberania alimentar e energética; e

• fortalecimento do tecido comunitário.

Neste sentido, a F4S considera prioritário promover alternativas mais equilibradas e territorialmente inteligentes, nomeadamente:

modelos agrovoltaicos genuínos

• comunidades energéticas locais;

• utilização prioritária de áreas artificializadas ou degradadas;

• integração de cadeias de valor tecnológicas nacionais;

• modelos descentralizados de produção energética;

• e mecanismos obrigatórios de retorno económico e ecológico para os territórios.

A F4S continuará disponível para contribuir de forma construtiva, científica e independente para o debate público sobre o futuro da transição energética em Portugal, defendendo sempre princípios de regeneração territorial, integridade ecológica e justiça intergeracional.

Fonte: Food4 Sustainability

“Idanha-a-Nova recebeu comitiva internacional do projeto europeu DigitICH”


O Município de Idanha-a-Nova, integrado na rede de Cidades Criativas da Música da UNESCO, acolheu a comitiva internacional do projeto “DigitICH - The Digital Dimension of the Network of UNESCO Cultural Spaces”. A sessão oficial de boas-vindas decorreu na Sala de Sessões dos Paços do Concelho, assinalando o início de uma agenda de partilha e cooperação cultural que envolve uma parceria entre Portugal (representado pelo Município de Idanha-a-Nova), Letónia, Estónia, Croácia, Macedónia do Norte, Eslováquia, Geórgia, Finlândia e Itália (Sardenha).

Durante a cerimónia de receção, a Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Elza Gonçalves, sublinhou a importância estratégica da iniciativa para o território. A Edil afirmou que a modernidade e a inovação digital servem para documentar, partilhar e salvaguardar o legado cultural recebido dos antepassados, projetando-o com segurança para as gerações futuras.

O DigitICH é um projeto focado na aplicação de tecnologias digitais para a preservação e valorização do património cultural imaterial. A iniciativa promove a cooperação entre territórios que detêm espaços culturais classificados pela UNESCO, com o objetivo de desenvolver novas ferramentas digitais que aproximem as comunidades e os visitantes da riqueza cultural local.

O programa da comitiva em território de Idanha-a-Nova incluiu palestras dedicadas à partilha de boas práticas e experiências internacionais. Além das sessões de trabalho, os parceiros visitaram diversas freguesias do concelho para conhecer de perto o património local, e marcaram presença na programação do Festival Salva a Terra, com concertos, showcases e palestras.

Fonte: Câmara Municipal Idanha-a-Nova