segunda-feira, 17 de agosto de 2026

“SEPHORA DESTACA UMA LISTAGEM PARA UMA ROTINA DE SKINCARE PERFEITA PARA ESTE VERÃO”


Por: Nicole Santos Fernandes

Texturas em gel, espumas, e sensações refrescantes, a Sephora destaca os essenciais para aproveitar o verão com uma pele saudável

No verão, garantir que a pele se mantém saudável e hidratada pode ser um desafio, por isso, a Sephora reúne uma seleção de essenciais para uma rotina saudável, mesmo nos dias mais quentes.

Dando início à rotina, a Sephora destaca o Moonrise Dew (29€) da Glowery, um gel de limpeza suave que purifica a pele, elimina as impurezas e reaviva a luminosidade natural da tez. A textura com notas de limão transforma-se numa onda de frescura na pele, como um refrescante mergulho de verão. Para os apreciadores de experiências sensorias diferente, o Foaming Rice Deep Cleanser (18€) da Byoma, é uma espuma de limpeza leve que, ao entrar em contacto com a água, se transforma numa textura macia que elimina impurezas da superfície e bactérias dentro dos poros sem deixar uma sensação de secura. A pensar nas peles mais sensíveis o The Bubble Double (21€) da Yepoda, é uma espuma de limpeza que respeita a epiderme da pele graças ao seu pH neutro, limpa os poros, esfolia suavemente e previne as impurezas para uma pele nítida e radiante.

O próximo passo, a aplicação de sérum, deve adequar-se às necessidades específicas de cada pele. Para os amantes de pele luminosa a Glowery apresenta o Daily Dew (25€), um sérum leve que acalma a vermelhidão, suaviza a textura da pele e reforça a barreira cutânea para uma tez apaziguada, visivelmente mais uniforme e luminosa. O The Purify Hero (25€) da Yepoda, é um sérum anti-imperfeições com extrato de casca de salgueiro, uma forma natural de BHA, que esfolia suavemente, desobstrui e fecha os poros revelando uma tez nítida e radiante, sem irritação, e deixando uma sensação fresca e revitalizada.

De seguida, o creme diário. O Sunkiss Remedy (29€) da Glowery, é um gel hidratante e suavizante que acalma a vermelhidão, reidrata intensamente e reaviva a luminosidade da pele danificada pelo sol ou por temperaturas elevadas. A sua textura gelatinosa derrete em contacto com a pele para proporcionar uma sensação imediata de frescura e reforçar a barreira cutânea. O The Day Light (26€) da Yepoda, é um creme hidratante com uma textura leve, enriquecido com ácido hialurónico e peptídeos que garante uma pele suave e macia. A água de rosas hidrata, reduz a vermelhidão e proporciona uma tez fresca e revitalizada.

Essencial nas rotinas de cuidados de pele, segue-se o protetor solar. Para vários gostos, a Sephora oferece diferentes opções. Para os amantes de um protetor completamente matte, o Mattescreen (45€) Supergoop tem proteção com SPF 30+, suaviza a pele, absorve o brilho e minimiza a aparência dos poros, servindo como pré-base para preparar a pele para maquilhagem. Para quem prefere texturas mais leves, o ShadeDrops Milk Sunscreen SPF 50 (42€) da Summer Fridays, combina eficácia, leveza e conforto. A sua textura inovadora leite-sérum, de rápida absorção, protege a pele dos raios UVA/UVB, proporcionando um acabamento natural, luminoso e confortável. A sua fórmula sem silicones é adequada a todos os tipos de pele, incluindo as mais sensíveis. Para quem gosta de produtos mais práticos o On-the-Glow SHIELD (15€) da Pixi, é um protetor solar 50 em stick que proporciona uma proteção de largo espectro de alto nível, leve e ultra-hidratante, repleto de propriedades benéficas para a pele.

Para uma pele saudável, mate e hidratada durante todo o verão, a Sephora reúne uma seleção de essenciais disponível nas lojas Sephora, na App Sephora e em Sephora.pt

Fonte: MARIE – PR & Brand Consulting

domingo, 16 de agosto de 2026

“Esclerose Múltipla: quando a ciência pede ação e o futuro não pode esperar”


Por: José Morais

A Esclerose Múltipla (EM) deixou de ser encarada como uma doença inevitavelmente progressiva. A comunidade científica converge hoje num ponto decisivo: iniciar terapêuticas de maior eficácia mais cedo pode reduzir surtos, atrasar a incapacidade e proteger funções neurológicas que, uma vez perdidas, raramente regressam. Esta mudança de paradigma não é apenas técnica é profundamente humana.

O avanço do conhecimento transformou a forma como olhamos para a Esclerose Múltipla. O que antes parecia uma ambição longínqua tornou‑se um objetivo concreto: diagnosticar cedo, intervir com rigor e garantir que cada pessoa tem acesso ao tratamento certo no momento certo. A esperança deixou de ser um conceito abstrato e passou a ser uma estratégia clínica.

Há quatro anos, no Dia Mundial da Esclerose Múltipla, a SPEM e o Grupo de Estudos de Esclerose Múltipla lançaram um debate que marcou a agenda nacional: A Caminho das Curas. Desse encontro nasceu uma palavra que continua a orientar o movimento: determinação. Determinação para não acomodar sucessos, para não desistir de quem enfrenta formas mais agressivas da doença e para continuar a caminhar com ciência, coragem e esperança.

Dessa reflexão emergiu a agenda internacional Pathways to Cures, construída por associações de doentes e investigadores. A cura deixou de ser um ideal difuso e passou a organizar‑se em três caminhos claros: parar a doença, restaurar funções perdidas e prevenir o aparecimento da Esclerose Múltipla. Uma abordagem que reconhece que “cura” não significa o mesmo para todos, mas que todos têm direito a ver a sua esperança convertida em prioridade científica e política.

O primeiro desses caminhos STOP MS já mostra resultados concretos. O objetivo é simples na formulação e exigente na prática: alcançar um estado estável, sem nova atividade inflamatória, sem novas lesões e sem agravamento da qualidade de vida. Parar a doença deixou de ser metáfora. É uma meta mensurável que exige diagnóstico precoce, monitorização rigorosa e decisões terapêuticas atempadas.

A capacidade de diagnosticar Esclerose Múltipla evoluiu de forma significativa. Novos biomarcadores complementam exames como a ressonância, permitindo uma monitorização mais completa e uma proteção mais eficaz da função neurológica, da autonomia e da qualidade de vida.

Ao mesmo tempo, muitos países abandonaram a lógica conservadora do “subir degraus” apenas depois de a doença mostrar atividade. A evidência é clara: iniciar terapêuticas de maior eficácia mais cedo pode reduzir surtos, atrasar a incapacidade e preservar projetos de vida. Não se trata de tratar todos da mesma forma, mas de tratar melhor cada pessoa. A Esclerose Múltipla é heterogénea, imprevisível e profundamente individual. A decisão deve ser partilhada entre doente e neurologista, ponderando risco, benefício, idade, atividade da doença, preferências e segurança. Prudência não é sinónimo de atraso e é aqui que Portugal precisa de avançar.

A Norma da Direção‑Geral da Saúde sobre terapêuticas modificadoras da EM, datada de 2012 e revista em 2015, já não acompanha a evolução científica e clínica dos últimos anos. A lógica de primeira e segunda linha mantém muitos doentes numa posição reativa: primeiro espera‑se pela falha, depois muda‑se. Mas, na Esclerose Múltipla, esperar pela falha pode significar, esperar por um surto, por novas lesões, por perda funcional e por mais ansiedade.

Atualizar esta Norma não é precipitação é responsabilidade. É reconhecer que o conhecimento avançou, que os medicamentos evoluíram e que as pessoas com EM valorizam acima de tudo preservar autonomia, continuar a trabalhar, estudar, amar, cuidar e participar.

Parar a EM não depende apenas de medicamentos. Depende de acesso rápido a consultas, ressonâncias, enfermagem especializada, reabilitação, psicologia, urologia, apoio social e literacia em saúde. O caminho das curas é científico, mas também organizacional. Exige sistemas de saúde que medem resultados que importam às pessoas, e não apenas atos. Exige participação dos doentes nas decisões e nas políticas públicas.

Em 2022 perguntámos se seria possível curar a Esclerose Múltipla. Hoje, a pergunta é outra: estamos dispostos a fazer tudo o que já sabemos que pode aproximar-nos desse objetivo? A SPEM responde: sim. Com realismo, esperança e determinação. Cada ano de atraso representa vidas mais condicionadas e oportunidades perdidas.

Atualizar a Norma portuguesa não é detalhe técnico é sinal político, clínico e humano. É dizer às pessoas com Esclerose Múltipla que Portugal não quer apenas gerir a doença: quer travá‑la. É alinhar o país com a ambição internacional do Pathways to Cures. É transformar a voz dos doentes em mudança concreta no SNS.

Parar a Esclerose Múltipla não é apenas um objetivo científico. É um compromisso com a dignidade e é esse compromisso que nos obriga a continuar.

sábado, 15 de agosto de 2026

“Em destaque: Museu Oriente”


Visita orientada

 

YOU, ME, US

[O, HAU, ITA; TU, EU, NÓS]

Com a artista timorense Maria Madeira

21 Agosto | 18h | Gratuito, mediante inscrição

Saber mais: https://www.foriente.pt/detalhe.php?id=FE4D14E0-7B3A-4107-9B5B-497FC556BC96&area=servico-educativo



Ciclo de Cinema

 

MESTRES JAPONESES DESCONHECIDOS

Domingos | Até 30 Agosto | Auditório | 18h

M/12 | M/14 anos | Entrada gratuita

16 Agosto | O Monge Apostador

Shôgorô Nishimura [1963]

23 Agosto | Roída até ao Osso

Tai Katô [1966]

30 Agosto | Yôko, a Delinquente

Yasuo Furuhata [1966]

Saber mais: https://www.foriente.pt/detalhe.php?id=89384CD7-900F-46DA-9A98-AFCA1315485F&area=espectaculos

Fonte: Fundação Oriente