quarta-feira, 2 de setembro de 2026

“A preparar o regresso às aulas?”


Um passo cada dia para uma relação saudável com a tecnologia

 

Por: Inês Fernandes

• Consequências para o rendimento escolar, stress e irritação, são algumas das preocupações que os pais revelam com o uso excessivo de ecrãs

• Dez passos para uma relação mais saudável com a tecnologia hoje e no futuro dos mais novos

O novo ano letivo aproxima-se a passos largos e com ele aumentam as preocupações dos pais: seja com as relações interpessoais, a segurança ou a aquisição de novos conhecimentos, regressar à escola comporta sempre momentos de grande ansiedade para crianças, pais e, até, os próprios estabelecimentos escolares.

Nos últimos anos, um outro elemento destacou-se na lista de preocupações: o uso de telemóveis e ecrãs no dia-a-dia e, sobretudo, em contexto escolar. De acordo com o Observatório Digital da SaveFamily, 37,8% dos pais reconhecem que o uso de telemóvel tem um impacto negativo no rendimento escolar das suas crianças, em todas as idades. Ao mesmo tempo, 54,7% verificaram que os filhos apresentam mais sinais de ansiedade do que antes, com 30,9% a reconhecerem que quando retiram os telemóveis às crianças estas ficam bastante irritadas.

“Os dados de que dispomos vão ao encontro dos estudos internacionais: o uso excessivo de ecrãs e telemóveis prejudicam a saúde mental e as relações interpessoais dos mais novos. Encontrarmos estratégias e alternativas conjuntamente é um objetivo constante, mas que ganha mais relevância com o início do ano letivo, uma vez que é um momento em que as crianças voltam à rotina e que as preocupações dos pais com o desconhecido aumentam”, comenta Pedro Chaves Costa, diretor de vendas em Portugal da SaveFamily, “É importante tomar medidas logo desde o primeiro dia e encontrar alternativas mais seguras e equilibradas para todos”, conclui.

Ainda que as restrições impostas sejam uma ajuda, é importante que se encontrem algumas estratégias fáceis de coordenar entre pais, crianças e escola para uma relação mais saudável com a tecnologia:

• Criação de pactos comunitários: mais além das restrições, desenvolver estratégias e planos que envolvam a comunidade educativa para juntos encontrar mais soluções que vão ao encontro das necessidades das crianças.

• Ouvir as crianças: entender as suas questões, desafios e necessidades para encontrar pontos de convergência que as ajude a crescer com uma relação saudável com a tecnologia.

• Acordos de tempos de utilização: com as limitações de uso nas escolas é natural que quando cheguem a casa possam existir exageros de horas de utilização, sendo importante definir com os mais novos o tempo que podem utilizar os ecrãs e para que fim os utilizam.

• Controlo parental: a par com os acordos com os mais pequenos, é fundamental que os pais tenham mais controlo sobre o uso da tecnologia e dos conteúdos consultados, sendo importante que ativamente instalem aplicações de controlo parental, como as incluídas em qualquer smartwatch criança da SaveFamily e acompanhem os filhos nas horas de utilização.

• Criar zonas sem ecrãs: definir zonas da casa, como os quartos e áreas de refeição, em que simplesmente não possam usar ecrãs, telemóveis e similares, contribui para uma rotina mais limpa de tecnologia.

• Liderar pelo exemplo: não usar ecrãs em determinadas horas e locais, reforça não apenas as decisões já tomadas, como contribui para que os mais novos entendam os comportamentos dos adultos e os copiem.

• Literacia digital: em conjunto com as estratégias de limitação de utilização, falar com os pequenos, explicar como funciona a tecnologia e passar-lhes mais conhecimento adequado à sua idade e necessidades, para que em conjunto desenvolvam uma verdadeira literacia sobre o mundo digital em que vivem.

• Tecnologia que cresce com os mais novos: muitas das ferramentas e soluções tecnológicas que existem no mercado são desenvolvidas para e com os adultos em mente. Dar acesso aos pequenos a equipamentos que não são adequados à sua idade é ainda mais prejudicial, pelo que é necessário que os pais sejam conscientes do tipo de aparelhos que colocam nas mãos dos mais novos, optando por um relógio para crianças efetivamente adequado à sua idade.   e que estes sejam efetivamente adequados à sua idade.

• Novas formas de ocupar o tempo livre: os momentos de ócio são os mais complicados de ocupar, pelo que pode ser uma luta constante entreter os pequenos. Mas, se trazer para o dia-a-dia dos pequenos outras formas de lazer que não usem a tecnologia é, até, bastante simples: incentivar a leitura, os jogos de tabuleiro, andar de bicicleta ou simplesmente brincar com figurinhas de ação, ajuda a manter os pequenos ocupados, assim como potencia a imaginação.

• Alternativas ao telemóvel: atualmente é possível encontrar cada vez mais soluções que são verdadeiras alternativas ao telemóvel. Adequadas à idade, com ferramentas como botão SOS, localização por GPS, aplicações de música ou jogos com controlo parental, e chamadas e videochamadas para grupos restritos, os smartwatches para crianças relógios inteligentes ganham cada vez mais adeptos por demonstrarem que são apropriados para as crianças, respondem às suas necessidades e, ainda, ajudam os pais a estarem mais calmos por garantirem a segurança dos pequenos dentro e fora de casa.

 

Acerca de SaveFamily

 

A SaveFamily é uma empresa espanhola líder no desenvolvimento de smartwatches com GPS para crianças e idosos. Desde 2017 trabalha para aproximar a tecnologia às famílias com dispositivos pensados para melhorar a comunicação, a segurança e a autonomia dos utilizadores.

A empresa está presente em mais de 43 países e serve a mais de um milhão de famílias através de uma ampla gama de dispositivos tecnológicos orientados para a segurança e o bem-estar.

Fonte: Newsline Agência de Comunicação

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