quarta-feira, 7 de maio de 2025

“CLARINS É ORGULHOSAMENTE DETENTORA DA CERTIFICAÇÃO B CORPTM E REAFRIMA O SEU COMPROMISSO COM A SUSTENTABILIDADE”


Por: Margarida Eça Pinheiro

Evento online que anuncia a Certificação B CorpTM e dá a conhecer um pouco melhor os protagonistas desta jornada de sustentabilidade:  https://clarins.canalchat.fr/clarinscsrconversation/

Com a certificação B CorpTM, a Clarins dá novo passo para conciliar o desempenho económico ao impacto positivo na sociedade e no ambiente

A Clarins reafirma o seu compromisso com a sustentabilidade ao obter a certificação B CorpTM – um selo de referência internacional que distingue o desempenho social e ambiental das marcas Clarins e myBlend, reforçando simultaneamente a dinâmica de melhoria continua preconizada desde a sua fundação.

Mais do que o reconhecimento dos compromissos sustentáveis da marca, a certificação B CorpTM obtida por um período de três anos, consolida a abordagem que a Clarins segue desde a sua fundação em 1954: a procura da excelência, aliando a inovação, a transparência e a vontade de criar um impacto positivo na sociedade e no planeta.

Reconhecido mundialmente, o selo B CorpTM certifica organizações que conciliem o desempenho económico com a responsabilidade social e ambiental, razão pela qual apenas menos de 2% das organizações certificadas são organizações de grande dimensão. Agora, fiel ao seu propósito essencial e com provas dadas, a Clarins é orgulhosamente detentora do selo B CorpTM.

Segundo Virginie Courtin, Diretora Geral do Grupo Clarins: “Obter o selo B Corp™ é motivo de grande orgulho coletivo para todas as equipas da Clarins que, diariamente, se empenham na excelência em matéria de desenvolvimento sustentável. Este é um reconhecimento que nos obriga e motiva a ir ainda mais longe. A Clarins é uma empresa familiar há três gerações e está profundamente consciente da importância do legado. A certificação B Corp™ está totalmente alinhada com esta convicção de que somos responsáveis pelas gerações futuras, e este selo representa um compromisso profundamente enraizado na nossa história. Mais motivados do que nunca por esta certificação, continuaremos a inovar e a procurar soluções cada vez mais positivas e regenerativas, de forma a evoluir para um modelo de negócio cada vez mais responsável, que responda às expectativas dos nossos clientes, colaboradores e do planeta”.

Um dos fatores determinantes para a obtenção do selo B Corp™ é a excelência em matérias de desenvolvimento sustentável e neste campo os Domaines Clarins desempenham um papel fundamental. É através destes terrenos em França, que a Clarins semeia o empenho no cultivo sustentável de plantas destinadas a servir como ingredientes presentes nos seus produtos. Com a aquisição de 15ha do Domaine de Serraval, na região da Alta Saboia nos Alpes Franceses, a Clarins fornece aos seus laboratórios cerca de 2,5 toneladas de plantas anualmente e estende agora esta produção com a aquisição de um novo Domaine, em Sainte-Colombe, Gard, no Sul de França, de 115ha.

Com dois Domaines que totalizam cerca de 130ha, e beneficiam de solos notáveis e microclimas distintos – um montanhoso e um mediterrânico – que ampliam o leque de ingredientes, a Clarins materializa o seu investimento na agricultura biológica regenerativa e a ambição de ter uma produção 100% rastreável e biológica, como afirma Christian Courtin, Diretor Geral da Holding Famille C , “acima de tudo, é a qualidade das matérias-primas que faz a qualidade dos produtos.”

Reforçando o compromisso com a agricultura sustentável e regenerativa, a Clarins anunciou a nomeação de Arizona Muse – conceituada modelo americana, ativista ambiental e fundadora da organização de caridade DIRT — como primeira Embaixadora Global de Responsabilidade Social Corporativa da marca, função que visa defender a agricultura regenerativa e a saúde dos solos. Fruto desta colaboração, Arizona Muse assume-se enquanto porta-voz das principais ações sociais e ambientais da Clarins, destacando na sua narrativa os compromissos mais importantes da marca, como a obtenção responsável de ingredientes e a total transparência quanto à sua origem, métodos de cultivo e fabrico dos produtos, assegurada graças à plataforma de rastreabilidade Clarins T.R.U.S.T.

A Clarins T.R.U.S.T. é uma plataforma de rastreabilidade pioneira, baseada em tecnologia blockchain, que garante o compromisso da marca com a beleza transparente. Esta ferramenta destaca a qualidade e segurança dos produtos Clarins, bem como o selo Made in France e a eco-responsabilidade dos ingredientes utilizados – fator cada vez mais valorizado, sobretudo pelos consumidores mais jovens.

Tendo a responsabilidade ambiental e social como um dos seus valores de base, através da obtenção da Certificação B CorpTM; aquisição de um novo domaine que alarga a sua área de produção de plantas; nomeação de Arizona Muse enquanto embaixadora oficial para a sustentabilidade; e plataforma de rastreabilidade Clarins T.R.U.S.T, a Clarins aprofunda a passos largos a sua convicção para uma beleza mais transparente, respeitosa e amiga do planeta. Mais informações em clarins.pt.

Fonte: MARIE – PR & Brand Consulting

“Magia de Rua – 3ª Edição”


Dias 30 e 31 de maio | Entroncamento

 

Por: Ana Cristina Feio

A 3ª Edição da Magia de Rua, estará na cidade do Entroncamento, nos dias 30 e 31 de maio.

O projeto de Magia de Rua, conta com a presença dos ilusionistas Daniel Guedes, Francisco Mousinho, Brando y Silvana (Espanha).

 

Programa:

 

30 de maio

10h00 – Lar Fernando Eiró Gomes

11h00 – Lar Santa Casa da Misericórdia

14h30m – Centro de Convívio

15h30m – Universidade Sénior

 

31 de maio

10h30m – Praça Salgueiro Maia

11h30m – Rua Luís Falcão de Sommer

14h30m – Lar dos Ferroviários

16h30m – Museu Nacional Ferroviário

As atuações da Magia de Rua são dirigidas ao público em geral e têm entrada livre.

Fonte: Câmara Municipal Entroncamento

“ESTUDO SOBRE A CENSURA A PARTIR DO CASO DO BADALADAS DEU ORIGEM A INICIATIVAS MUNICIPAIS”


O estudo da Censura em Portugal durante o Estado Novo, a partir do caso do jornal torriense Badaladas, efetuado pelo investigador e professor universitário Álvaro Costa de Matos (HTC – CFE – NOVA – FCSH), deu origem a três iniciativas do Município de Torres Vedras integradas no programa que tem estado a levar a cabo para comemorar a “Revolução dos Cravos”.

Uma dessas iniciativas é a exposição documental Censura e Opinião Pública no Estado Novo: o caso do Badaladas (1948-1974), a qual foi inaugurada no passado dia 30 de abril na Biblioteca Municipal de Torres Vedras; outra é a conferência “Censura e Opinião Pública no Estado Novo.

Aproximação ao problema a partir do Badaladas (1948-1974)”, a qual aconteceu ao final da tarde do passado dia 3 de maio, também na Biblioteca Municipal de Torres Vedras, proferida pelo referido historiador; e outra ainda é uma oficina denominada “Imprensa, Censura e Opinião Pública em Portugal (1948-1974)”, que se realizará no próximo dia 14 de maio (Dia Mundial da Liberdade de Imprensa), pelas 16h00, igualmente na Biblioteca Municipal de Torres Vedras e também dinamizada por Álvaro Costa de Matos, a qual partirá de uma visita-guiada à referida exposição e da “leitura” de fontes primárias das práticas censóricas sobre o Badaladas, para posteriormente se discutir a política de informação do Estado Novo.

A investigação que deu origem a estas iniciativas tem a sua génese na preparação de uma conferência que se realizou no âmbito das comemorações do 75.º aniversário do Badaladas, a qual levou Álvaro Costa de Matos aos arquivos deste periódico, onde se deparou com fontes históricas inéditas, as quais constam na exposição Censura e Opinião Pública no Estado Novo: o caso do Badaladas (1948-1974). Esta mostra é igualmente constituída por painéis explicativos, os quais se dividem em cinco núcleos temáticos: Legislação…; Repressão…; Autocensura; “Construção”; e “Desobediência Civil”.

Na inauguração da exposição, Álvaro Costa de Matos referiu que a política de informação do Estado Novo foi um pilar fundamental deste regime político, a qual explica a durabilidade do mesmo, sendo que essa política tinha duas vertentes que se complementavam: uma repressiva, no sentido de evitar a publicação de notícias, informações ou artigos de opinião que pudessem perturbar a ordem política e social; e uma “construtiva”, orientada para a tentativa de formar um “bloco de opinião nacional” favorável ao regime vigente. Para este último desiderato, o Secretariado Nacional de Informação enviava artigos para os jornais locais e regionais que tinham de ser publicados por obrigatoriedade legal, o que, no caso do Badaladas, não aconteceu por diversas vezes, segundo Álvaro Costa de Matos.

De resto, por esta razão, e por outras, como por ter dado espaço ao debate de temáticas polémicas, o que não acontecia nos jornais de âmbito nacional, o Badaladas conseguiu durante o Estado Novo manter uma imagem de pluralismo e abertura, não obstante ter tido práticas de autocensura, explicou também o investigador e curador da exposição.

Na inauguração de Censura e Opinião Pública no Estado Novo: o caso do Badaladas (1948-1974) marcou igualmente presença a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Torres Vedras, Ana Umbelino, que na ocasião enquadrou a mostra num conjunto de outras de caráter municipal que estão atualmente patentes em Torres Vedras e que pretendem levar a população a compreender o que foi a Revolução de 25 de Abril de 1974 e o regime político que foi extinto com esse histórico acontecimento.

Ainda segundo Ana Umbelino, a exposição permite, por um lado, identificar estratégias ainda hoje utilizadas para moldar a opinião pública, e por outro, aprofundar o conhecimento sobre a história do jornal Badaladas, uma instituição que tem desempenhado um papel de relevo no seio da comunidade torriense.

Censura e Opinião Pública no Estado Novo: o caso do Badaladas (1948-1974) é uma mostra que conta com a parceria institucional não apenas deste jornal, mas também da Hemeroteca Municipal de Lisboa, e que pode ser visitada até ao próximo dia 20 de maio.

Fonte: Câmara Municipal Torres Vedras