segunda-feira, 27 de abril de 2026

“20% dos pais não sabem se os filhos sofrem de cyberbullying”


● Num relatório da SaveFamily, pais reconhecem que não são conscientes se os seus filhos podem, ou não, ser vítimas de bullying online

● Esta continua a ser uma das principais preocupações dos pais sobre o comportamento das crianças quando estão online, logo a seguir ao medo de que falem com desconhecidos

● O controlo parental no acesso à internet, acompanhado de equipamentos que substituam a introdução precoce dos telemóveis são ferramentas para ajudar os pais e as crianças

O acesso à internet tornou-se, nos últimos anos, um comportamento quotidiano dos mais novos. A UNICEF alertou já para o facto de que cerca de 75% dos menores acede todos os dias à internet, seja para comunicar com a família e os amigos, para navegar nas redes sociais ou para entretenimento.

Com a proibição das redes sociais aos menores de 16 anos em debate já na União Europeia, o mais recente Observatório Digital da SaveFamily revela que as principais preocupações dos pais sobre os comportamentos online dos seus filhos é a possibilidade de falarem com estranhos (34%) ou de serem vítimas de cyberbulling (33%). Contudo, quando questionados se sabiam de algum momento em que os filhos tivessem sido vítimas de bulllying na internet, 20% dos pais reconhece que simplesmente não têm noção se os menores foram, ou não, alvo de alguma ameaça online.

“Os debates que se têm desenvolvido nos últimos meses e anos sobre o acesso à internet por parte dos mais novos, foca-se de forma muito clara no uso excessivo de equipamentos como os telemóveis, mas também na quantidade de horas que os pequenos estão conectados”, refere Pedro Chaves Costa, Sales Manager da SaveFamily em Portugal. “Partilhamos, e muito, destas preocupações, mas vamos um pouco mais longe: é necessário também compreender que tipo de conteúdos os pequenos consomem, com quem falam e, acima de tudo, deixar uma porta aberta para que os menores partilhem sempre que sejam vítimas de algum tipo de ameaça quando navegam online. Queremos que a segurança dos menores seja offline e online, e para isso, consciencializar e educar é fundamental, mas também dar ferramentas aos pais para, em colaboração com as crianças, desenvolver estratégias que os mantenham a salvo”, conclui.

Os dados revelados pela SaveFamily vão ao encontro dos legisladores e das preocupações que assolam cada vez mais os pais na hora de compreender o comportamento dos menores online.

Assim, o dia-a-dia dos menores com a tecnologia deve ser construído desde tenra idade, pelo que atrasar o uso de telemóveis é importante, mas também educá-los a crescer com a tecnologia de forma a desenvolverem estratégias mais saudáveis de utilização.

Se por um lado equipamentos como os relógios inteligentes para crianças podem ser um aliado, ao permitirem realizar chamadas e videochamadas, brincar, localizar os menores e, até, tirar fotografias e conversar com a IA desenvolvida para os pequenos, por outro lado, estes podem ser o primeiro passo para introduzir a tecnologia, com a ajuda do controlo parental que permite monitorizar a utilização da internet. Conectados com os equipamentos dos pais, os relógios inteligentes permitem garantir a segurança e localização física dos pequenos, mas também controlar o que os menores acedem quando usam a internet e, como é o caso do SaveWatch Plus 2 da SaveFamily, até mesmo utilizar a Inteligência Artificial desenvolvida para os menores que os impede de aceder a determinados conteúdos. Ao mesmo tempo, quando surja algum tipo de alerta para utilização inapropriada da IA, esta mesma está programada para encaminhar os pequenos para os pais de forma a garantir a sua segurança.

Com estes equipamentos e ferramentas ativas de proteção dos menores, não apenas é possível garantir que estes não falam com estranhos, como os protege de situações de bullying online.

“Quando nos propusemos a desenvolver o nosso mais recente equipamento, considerámos fundamental ouvir os pais e os pequenos para saber o que os preocupa, mas também como podemos garantir que estão mais seguros.”, esclarece Jorge Álvarez, CEO da SaveFamily. “O bullying online é uma preocupação cada vez maior dos pais, e este pode ser realizado por conhecidos tal como por desconhecidos. É por isso que desenvolvemos ferramentas ativas para o controlo do acesso a conteúdos, mas também de monitorização de com quem os pequenos conversam. Sabemos que assim temos pais mais descansados e crianças mais seguras”, conclui.

Com um foco claro no bem-estar dos mais novos, os smartwatches infantis da SaveFamily representam o que de melhor a tecnologia tem para os mais novos: segurança e divertimento, sem o uso excessivo de ecrãs e adaptados à idade dos pequenos.

 

Acerca de SaveFamily

 

É a empresa de origem espanhola líder em smartwatches com GPS. Desde os seus escritórios centrais distribui os seus produtos em mais de 26 países.

Criada em 2017, uma equipa multidisciplinar composta por mais de 40 profissionais responde a mais de 500 mil famílias que formam parte da sua carteira de clientes.

Fonte: Newsline Agência de Comunicação

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