Por: José Morais
Afonso Eulálio, atual dono da
camisola rosa, reconheceu esta sexta‑feira
que o sábado poderá marcar uma viragem decisiva no Giro d’Itália. O jovem
português da Bahrain Victorious elogiou profundamente o trabalho da equipa e
admitiu que Jonas Vingegaard poderá suceder‑lhe no
topo da classificação geral.
Afonso
Eulálio destaca união da equipa
O ciclista de 24 anos
descreveu o dia como “mais um exemplo da força coletiva” da Bahrain Victorious.
Segundo o líder português,
cada elemento da formação cumpriu o seu papel “de forma perfeita”, desde o
controlo inicial da etapa até ao apoio final na aproximação à meta.
Eulálio terminou integrado no
pelotão, a mais de 13 minutos do vencedor, o italiano Alberto Bettiol, que
triunfou após integrar a fuga autorizada do dia.
Etapa
rápida e sem sobressaltos para os candidatos
O português classificou a 13.ª
etapa como “relativamente tranquila” para os homens da geral, apesar do
arranque explosivo.
Com várias equipas a tentarem
colocar representantes na fuga, o ritmo inicial foi elevado, mas a luta pela
classificação manteve‑se
estável.
Sábado
promete decidir muito
A 14.ª etapa apresenta um
perfil temível: uma longa ascensão logo no arranque e outra igualmente exigente
no final, culminando no mítico alto de Pila, ausente do Giro há três décadas.
Afonso
Eulálio não esconde que o desafio será enorme:
“Sabemos que o Jonas é o
Jonas. Pode ganhar a etapa e vestir a camisola rosa. Mas enquanto tiver forças,
vou lutar pelo que conseguir.”
A ligação de 133 quilómetros
desde Aosta inclui ainda duas contagens de montanha de primeira categoria, uma
delas aos 18 quilómetros, prometendo um dia de desgaste extremo.
Determinação
intacta
Apesar de admitir que
Vingegaard poderá assumir a liderança, Eulálio mantém a ambição e a postura
combativa que o têm destacado nesta edição do Giro.
O português garante que
continuará a defender a camisola rosa “até ao último fôlego”.

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